sexta-feira, 8 de outubro de 2010

OS FESTIVAIS DO AMAZONAS


O governo do Estado do Amazonas, através da Secretaria de Cultural, promove diversos festivais, praticamente todo mês tem um, agora em outubro teremos o “Festival de Teatro”, para o próximo já está programado o “Amazonas Film Festival”.

O primeiro começa hoje, às 19h no Teatro Amazonas, com eventos diários até o dia 17, com mostras competitivas, não competitivas, oficinas, palestres e uma programação paralela. A grande homenageada será a atriz Argemira da Silva Sadim, por 30 anos de atuação na cena teatral do Amazonas.

O segundo será realizado de 5 a 11 de novembro, foram 339 filmes inscritos. Com categorias de longa-metragem internacional e curta-metragem brasileiro.

Outros festivais:

Festival Amazonas de Jazz
Festival Amazona de Ópera
Festival Folclórico de Parintins
Festival Amazonas de Dança
Festival de Música do Amazonas
Festival de Fotografias
Festival da Canção de Itacoatiara
Festival Um Amazonas

Esses festivais tem uma grande importância para a arte e para os artistas, além de preparar uma gama muito grande de profissionais, promovendo o intercambio cultural, contribuindo decididamente para a evolução do nosso povo.

Na época áurea de borracha, as cidades de Belém de Manaus viviam de acordo com a cultura europeia, foram construídos os Teatros da Paz e Amazonas, respectivamente; com a debacle (ruina) ocorrida por volta de 1910, mergulhamos num profundo marasmo cultural. Nas última década, o Estado do Amazonas investiu altíssimo nesta área, hoje, respira-se cultural no nosso Estado – até a classe mais baixa da sociedade começou a tomar gosto pela música clássica e pelo teatro, isto é muito!

A máscara é o símbolo do Teatro – o Festival de Teatro do Amazonas tem como símbolo a “Máscara dos Jurupixunas”, tribo desaparecida que viveu na Amazônia no século XVIII, eram sagradas e cuja visão era proibida a mulheres e crianças, somente membros masculinos e iniciados podiam ver as máscaras. Segundo os estudiosos, elas são esteticamente e plasticamente muito fortes, muito fascinantes, parecem, obra de arte surrealista. Foram coletadas pela expedição do português Alexandre Rodrigues Ferreira, em 1782, estão em exposição no Museu de Coimbra, em Portugal.
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