sábado, 8 de junho de 2019

BLOGDOROCHA: O RETORNO DAS PASTORINHAS DO LUSO

BLOGDOROCHA: O RETORNO DAS PASTORINHAS DO LUSO: Fiquei sabendo através do meu amigo José Luiz Silva, Diretor da Via Conta Serviços Contábeis, que o atual Presidente do Luso Sporting C...

sexta-feira, 7 de junho de 2019

PAVILHÃO UNIVERSAL


Ao passar pela antiga “Feira do índio”, na Praça Tenreiro Aranha, aquela que ficava ao lado do antigo “Hotel Amazonas”, deparei-me com o Pavilhão Universal, em estado terminal – uma obra prima que já serviu como cartão postal, quando estava localizado na Praça Oswaldo Cruz, em frente à agência do Banco do Brasil, na atual “Estação” (parada final) dos ônibus do Largo da Matriz – fiquei amargurado com o que fizeram com ele: desprezo total ao nosso patrimônio histórico!

O Pavilhão Universal é um dos belos exemplares da arquitetura neoclássica, era um “Chalé de Ferro”, modular, em ferro fundido e desmontável – foi concebido pelo Superintendente (Prefeito) Agnello Bittencourt, através da Lei Municipal no. 588, de 27 de novembro de 1909, onde foi feita a concessão por vinte anos de uma parte do terreno da antiga Praça do Commercio, para o empresário José Avelino Meneses Cardoso, que se comprometeu em construir o quiosque com oito metros quadrados, para fins comerciais.

A inauguração deu-se em 12 de outubro de 1912 – a Prefeitura refez o jardim, com gramas inglesas, buganvílias, roseiras, papoulas, begônias e outras, contando também com Palmeiras Imperais – ao seu lado passavam os bondes, o que dava todo um charme ao lugar.

O Pavilhão Universal possuía três ambientes, sendo o térreo servindo de bar, com mesas de mármore e cadeiras de palhinha – o subsolo e o andar de cima eram utilizados para jogos de salão.

Nesse mesmo jardim, foi construído, em 1945, outro estabelecimento, o Pavilhão Ajuricaba (confeitaria), que serviu anos mais tarde para a Associação dos Ex-Combatentes do Brasil (1960). Em 1948, foi feita uma concessão ao empresário Lúcio de Souza, para construir um posto de gasolina.

Em nome do Plano de Desenvolvimento Integrado (atual Plano Diretor), em 1975, o então prefeito Coronel Jorge Teixeira, mandou destruir o Pavilhão Ajuricaba e o Posto de Gasolina, acabando com quase toda a praça para dar lugar a atual Estação de ônibus - sobrando apenas um pedaço do jardim que faz parte, hoje, da Praça da Matriz.

O Pavilhão Universal foi desmontado e montado na antiga Praça Ribeiro da Cunha, na Rua Silva Ramos, depois, foi transferido para o lugar atual, na Praça Tenreiro Aranha, servindo para comercialização de artesanatos indígenas. Pelas fotografias antigas é possível verificar que, o atual foi modificado a estrutura do andar superior.

Com o passar do tempo, o Pavilhão Universal ficou fechado e abandonado pela Prefeitura de Manaus, servindo apenas de abrigo para mendigos e viciados em drogas.

O atual prefeito de Manaus, Arthur Neto, esperou durante seis anos a liberação de recursos por parte do Ministério das Cidades, para a recuperação do Pavilhão Universal.

Como não conseguiu, resolveu disponibilizar recursos próprios do município, na ordem de um milhão e cem mil reais, desmontando da Praça Tenreiro Aranha, recuperando e executando a montagem na Praça Adalberto Valle (em frente ao Bar Jangadeiro).

Servirá como Centro de Atendimento ao Turista (CAT), com entrega prevista para dezembro de 2019.

É isso ai.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

FLÁVIO GRILLO FILHO


Tenho um amigo, ele é coronel militar da reserva do exército brasileiro - apesar da sua formação rígida na corporação, possui um alto astral, gozador nato e uma gargalhada peculiar.
As vezes grita, empoe a hierarquia e a voz de comando como ainda estivesse na caserna.
Selva, guerreiro!
É, às vezes, um ranzinza, pois, possui o sangue lusitano, o que lhe trouxe incompreensões por parte de algumas pessoas.
No fundo, possui um coração bom, amigo e compreensivo, chegando até a lacrimejar quando fica emotivo.
Não leva e, jamais levará desaforos para casa.
Quando alguém pisa nos seus calos, fala e descarrega na hora o que pensa e sente.
Não deixa para amanhã o que pode fazer agora.
Vive o presente, com base no passado e pensamento no futuro.
Ralou feito um desgraçado, tentou de tudo para se firmar em nossa terra.
Nunca desistiu e, jamais, desistirá!
Foi e, será, para sempre, um persistente!
Comeu o pão que o diabo amassou, sendo um dos pioneiros, junto com os seus patrícios, na produção e comercialização de telhas e produtos de panificação.
Foi Tenente R/2, recebendo várias medalhas e condecorações pôr sua bravura, destreza e cumpridor de sucesso de qualquer missão que lhe fosse determinado pelos seus superiores.
Exerceu atividades administrativas de direção em empresas públicas, privadas, multinacionais e no executivo municipal.
Hoje, mesmo aposentado, toca a sua distribuidora de alimentos, em parceria com o filho e a nora. É um empresário de sucesso!
Foi locutor esportivo na Rádio Difusora do Amazonas.
Continua no rádio, na qualidade de sócio minoritário de uma rádio que só toca flashback.
Foi um dos primeiros moradores do Conjunto Santos Dumont, onde é líder comunitário.
Deu a sua contribuição efetiva para a cultura da nossa cidade, onde será sempre lembrado.
A Fundação Villa Lobos que o diga!
Os seus antepassados ficaram na história pelo empreendedorismo, em Manaus e Iranduba.
Sua família foi pioneira em olarias, contribuindo para o progresso da nossa cidade, desde o inicio do século vinte, na Belle Époque.
Essa história está no Museu do Porto, em Manaus, infelizmente, fechado pelos insensíveis administradores do Roadway.
A sua vida e da sua família vai ser contada em um livro, num futuro bem próximo.
O seu sangue lusitano de lutador, guerreiro e descobridor de novos mares, jamais o deixará de ser um empreendedor e temente a um ser superior (Deus), transmitindo esses conceitos e crenças para os seus filhos e netos.
Os seus filhos são empreendedores e doutores na área jurídica.
Voltou a amar a vida, juntamente com a sua bela e amada esposa, com o nascimento do seu primeiro netinho, um portuguesinho manauara, inteligentíssimo que levará para o futuro o nome e a garra da sua família lusitana.
O nome dele é Flavio Flaviogrillo Grillo , o aniversariante da semana.
Tem um mote: "Rapadura é doce, mas, não é mole, não!"
Saúde e Vida Longa Senhor Grillo!

sexta-feira, 29 de março de 2019

BLOGDOROCHA: VISITA AO BALNEÁRIO DO RIO PRETO DA EVA

BLOGDOROCHA: VISITA AO BALNEÁRIO DO RIO PRETO DA EVA: Fui convidado por uns vizinhos para conhecer um sítio localizado no Km 52, da AM-010 (Manaus-Itacoatiara) – pegamos um ônibus da Linha...

sexta-feira, 22 de março de 2019

BLOGDOROCHA: O SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUAS DE MANAUS

BLOGDOROCHA: O SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUAS DE MANAUS: O primeiro sistema de captação de águas de Manaus foi feito na Cachoeira Grande, no bairro de São Jorge, depois, passou para a Ponta do Ism...

SECOS & MOLHADOS


DANDO PITACO

Por ser manauara da gema e, por ter morado todos os anos da minha vida na cidade de Manaus, tenho o direito e o dever de dar os meus pitacos sobre o nosso caótico trânsito. 
Diariamente, quem passa no horário de rush pelas avenidas Recife, Djalma Batista e Constantino Nery, no sentido centro-bairro, passa por um sufoco enorme para chegar a Avenida Torquato Tapajos.
Em frente a UNIP existe uma bifurcação, englobando a Recife e a Djalma numa única pista, ocasionando um engarrafamento quilométrico. 
Para completar o quadro de aberração da engenharia de trânsito, mais adiante, a Constantino se reduz, também, numa única pista.
As três maiores vias de acesso da nossa cidade terminam numa unica via!
O sufoco somente termina quando o condutor chega a Torquato.
A minha sugestão é de alargar a bifurcação, com a retirada de um posto de gasolina do final da Djalma, indenização e retirada de todas os imóveis que estão depois da UNIP.
Fazer um acesso ao Parque das Laranjeiras por dentro da cabeceira da pista de pouso do Aeroclube, além de retirar uma parte da referida pista para alargamento do final da Recife.
Tá ai o pitaco!

Graca Silva Outra coisa absurda, Rochinha, é a bifurcação Darcy Vargas/Maceió/Recife . Quem vai pela Darcy Vargas para entrar na Recife é um sufoco. Da mesma forma quem vem pela Maceió para seguir pela Ephigenio Sales, outra briga.


CULPA GERAL

Tirei essa fotografia uma semana antes da passarela cair (Avenida Torquato Tapajós). 
Toda a estrutura já estava arriando, com toneladas de lixo fechando o canal do igarapé.
Deu no que deu!
Sabem quem são os culpados?
1. Prefeitura de Manaus, por não ter alargado e cuidado do Igarapé;
2. O dono do posto da gasolina, por ter construído o seu estabelecimento margeando o igarapé;
3. O povo, por jogar lixo, fogão e até geladeira dentro o igarapé.
Ou seja, todos são culpados!
A PMM gastou os tubos para alargar o igarapé, caindo ainda mais a popularidade do prefeito.
O posto está interditado (ficando sem faturar por longo tempo)
O povo ficou sem a passarela para passar, dependendo agora do semáforo.


CAGADA GERAL


O Dono do Mundo, o Donald Topete
Faz uma gagada atras da outra
O Presidente Federal, o Capitão
Idem
O Governador do Grão-Para, o Jacaré Tinga
Ibidem
O Alcaide de Manaos, o Rei do Migue
Idem e Ibidem

Ta uma fedentina geral!

CANABRAVA

O novo Presidente do Senado Federal, um desconhecido pela mídia nacional, vindo lá da “Terra que Acaba (Amapá, em nheengatu)”, possui um sobrenome esquisito, confundindo na pronuncia até os seus pares (Senadores). 
Existe um método infalível para nunca esquecer um nome, basta fazer uma memorização por associação, por exemplo, o nome do citado presidente:
1. Quem matou Golias (Renan)? Davi.
2. O canabrava estava lombrado de álcool! Embolando o meio de cambo: Alcolumbre
Resultado: DAVI ALCOLUMBRE
Quero vê o caboco esquecer esse nome!


FAÇA O QUE DIGO, MAS, NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO


Hoje, ao caminhar pelo Parque Desembargador Paulo Jacob (Igarapé de Manaus), deparei-me com um depósito de lixo todo pichado (aliás, todo o parque está pichado) com a seguinte frase de efeito (somente para impressionar, sem conteúdo): Fórmula Matemática Correta Para a Sociedade:



- Ódio
+ Amor



Lembrei-me daquela passagem bíblica “Obedeçam-lhes e façam tudo o que eles lhes dizem.
Mas não façam o que eles fazem, pois não praticam o que pregam (Mateus 23:2,3 NVI”.



Atualmente, as pessoas falam e até cantam (Renato e Seus Blue Caps) “Faça o que digo, mas, não faça o que eu faço” – ou seja, pregam uma coisa que todos devem seguir, porém, na calada da noite ou no escurinho do cinema, fazem tudo ao contrário do que falam ou escrevem.



Tem o caso do STF "APÓS VETAR PISO DOS PROFESSORES E DAR AUMENTO PARA SI MESMO, STF SE DESMORALIZA EM TODO O PAÍS"



O pichador ao praticar o nojento ato de pichar a cidade (não confundir grafite, que é arte, com pichação, um vandalismo) está praticando o ódio, emporcando os lugares públicos e particulares, em detrimento ao amor a sua cidade, que deve ser limpa, bonita, arborizada, com qualidade de vida.



Por falar em grafite, existe uma turma de artista na cidade, que deixou a pichação de lado para fazer obra de arte nos viadutos e passagem de nível da nossa cidade – isto sim é praticar menos ódio e mais amor.



A nossa vida é cheia de contradição, temos a nossa Mea culpa, pois, falamos e/ou escrevemos os nossos pontos de vista, mas, agimos algumas vezes de forma contrária.



O lance é tentar ser mais fiel (o ato de fazer) ao que falamos.



É isso ai.

quarta-feira, 13 de março de 2019

PARQUE JEFFERSON PÉRES ABANDONADO

Fotos da inauguração, ocorrido em 01/09/2009


Inaugurado com toda a pompa em primeiro de setembro de 2009, tornando-se o mais importante parque urbano de Manaus, uma concretização do sonho do saudoso senador amazonense Jefferson Péres – dez anos depois, encontra-se praticamente abandonado pelo poder executivo estadual, através da Secretaria de Cultura (SEC).

O nosso parque foi construído entre a Avenida Sete de Setembro e a Rua Lourenço Braga (Manaus Moderna), nas imediações do Centro Cultural Palácio Rio Negro (antiga sede do governo estadual).

Ocupa uma área de aproximadamente 53 mil metros quadrados, englobando  as duas pontes romanas (I e II) dos Igarapés de Manaus e Bittencourt – por lá encontra-se a estátua do senador e um imenso mastro com a maior bandeira do Amazonas.

O Parque está merecendo uma atenção muito grande do poder público estadual, mais especificamente da Secretaria Estadual da Cultura (SEC), pois está abandonada em toda a sua extensão, deixando uma sensação de descaso e falta de amor pela nossa história por parte das autoridades públicas.

Infelizmente, as autoridades públicas preferem fazer grandes obras, posar nas inaugurações como fosse pai da criança, esquecendo, tempo depois, da manutenção dos espaços públicos.

Comparando as fotos da inauguração, ocorrida em 2009, com as de dez anos depois, março de 2019, as imagens valem por mil palavras!

O atual governo estadual divulga na imprensa o seu desejo de organizar as finanças do Estado do Amazonas e, valorizar o turismo como fonte de recursos em substituição, paulatinamente, ao modelo atual da Zona Franca de Manaus.


A recuperação urgente do centro histórico faz-se necessário para o incremento do turismo em nossa cidade, além de recuperar a autoestima e o amor dos manauaras por sua cidade.


O Parque está tomado de plantas invasoras, como as ervas daninhas; o mastro está sem a nossa bandeira; muitas plantas estão mortas; o playground está danificado; a Fonte dos Leões não jorra mais água; muitas luminárias estão queimadas, dentre outras.

Não será necessário fechar o parque, colocar tapumes e passar um tempão fechado, apenas fazer a recuperação dos itens acima – serão pequenas coisas que farão toda a diferença.

Um mastro sem a bandeira pode? Não pode! Uma fonte sem água pode? Não pode!

O Parque é o quintal da Secretária de Cultura (SEC) – se os dirigentes não cuidam da sua própria casa, irão cuidar do resto?

Vamos torcer pela nova administração, leia-se Marcos Apolo, seja mais sensível ao nosso apelo.
 
É isso ai.

Observação: as fotos colagens são de setembro de 2009. Irei publicar depois as de 2019.


terça-feira, 12 de março de 2019

BREGA FEST NO BAR CALDEIRA



Sábado passado, o Bar Caldeira promoveu um evento denominado "Brega Fest", com Nunes Filho, Guto Lima, Bloco Stone Novo e Pororoca Atômica.



Uma misturada de brega (claro!), arrocha, samba, beiradão, carimbó e guitarrada.



Curti muito a apresentação do cantor Nunes Filho, pois o Rei do Brega deu um show de simpatia e interação com o público.



Com aquela calça, camisa e sapato social, combinando com uma pochete no cinturão, além de anéis, cordões e pulseiras de prata. Um brega muito legal.



Não tinha essa de grade de proteção, ficou junto ao público, cantando e encantando, deixando todo mundo fazer selfies e filmagens.



Deu canja para outro cantores, como a Celestina Maria, ao qual chamava de "Mamãe".



Pedi para ele cantar uma para lembrar lá dos lupanares (puteiros) Maria das Patas e Lá Hoje, atendeu de imediato.



O pessoal foi ao delírio com as músicas:



"Estou subindo pelas paredes
De prazer
Estou subindo pelas paredes
Com você"



"Eu sou o bom, eu sou o Príncipe do Brega
Sou isso tudo, minha música pega
Tô na cidade, tô nos bairros, tô em todo lugar
Tô na TV, tô na rádio, não consigo parar"



No final, adentrou ao bar, onde estavam os frequentadores de carteirinha. Falei-lhe: - Nunes, você não cantou nenhuma música brega! - na gozação



Ele respondeu: - Tu és leso, abestado, passei a noite toda cantando somente brega, a minha marca registrada!



Como diz uma canção do cantor Reginaldo Rossi, considerado o rei do brega, “No brega entre preto e entra branco, no brega entre pobre e barão”.



É isso ai



Foto: D´Castro Photográfo


quinta-feira, 7 de março de 2019

PASSEIO DA MANAUARA DUDA NO BOSQUE DA CIÊNCIA DO INPA.

PRAÇAS ABANDONADAS DE MANAUS – Praça da Polícia



A Praça Heliodoro Balbi, conhecida pelos manauaras como Praça da Policia, constitui-se num dos logradouros público mais bonito da nossa cidade, além de ser pura história - está merecendo uma atenção muito grande do poder público estadual, mais especificamente da Secretaria Estadual da Cultura (SEC), pois está abandonada em toda a sua extensão, deixando uma sensação de descaso e falta de amor a nossa história por parte das autoridades públicas.

A minha cidade Manaus possui dezenas de praças, com maior visibilidade as localizadas no centro da cidade, por terem sido inauguradas em plena Belle Époque, onde o dinheiro corria solto, sendo possível dota-las de equipamentos importados do continente europeu.

A Praça da Polícia, como é popularmente conhecida, foi inaugurada no final do século dezenove, tendo várias denominações, sofrendo ao longo do tempo várias transformações e restaurações, tornando-se a mais bela da nossa cidade.

Infelizmente, as autoridades públicas preferem fazer grandes obras, posar nas inaugurações como fosse pai da criança, esquecendo, tempo depois, da manutenção dos espaços públicos.

Esse descaso e abandono são visíveis em todas as praças de Manaus – com relação à Praça da Polícia é uma vergonha, um caso de polícia mesmo!

Comparando as fotos da restauração, ocorrida em 2009, com as de dez anos depois, março de 2019, as imagens valem por mil palavras!

 Fotos da restauração, ocorrido em 2009.




O atual governo estadual divulga na imprensa o seu desejo de organizar as finanças do Estado do Amazonas e, valorizar o turismo como fonte de recursos, substituição paulatinamente o modelo atual da Zona Franca de Manaus.

A recuperação urgente do centro histórico faz-se necessário para o incremento do turismo em nossa cidade, além de recuperar a autoestima e o amor dos manauaras por sua cidade.

Não será necessário fechar a praça, colocar tapumes e passar um tempão fechado, apenas fazer a recuperação dos lagos, da iluminação e dos canteiros – serão pequenas coisas que farão toda a diferença.

É isso ai.

Observação: postei foto do dia da restauração, ocorrido em 2009 – logo mais anexarei as de hoje.



Fotos José Rocha

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

BLOGDOROCHA: SERINGAL MIRIM DE MANAUS

BLOGDOROCHA: SERINGAL MIRIM DE MANAUS: Quem passar pelo início da Avenida Djalma Batista, antiga João Alfredo e, olhar para o lado esquerdo, no sentido centro/bairro, verá um mon...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

BANDA DA BICA 2019



Jacaré cantou de galo

Jacaré cantou de galo
Na casa do Jaraqui
Acabando a 
dinastia
Do tal boto Tucuxi

Parece uma nova onda
Vamos vê, vamos esperar
Se os lesos de mãos dadas
Vão ter peito prá mamar

Mas se esse Tinga, virar jacaré Açu
Goela grande, igualzinho a do Dudu
É nessa hora que o bicho vai pegar
E todo mundo na minha Bica vai entra
A Lourdes disse e o Armando confirmou
Não se escolhe hora e o lugar prá nascer
Mas amigo e calçada prá andar, ora pois pois
A gente pode escolher.

DANDO UM ROLÉ PELO BEIRADÃO DO MERCADÃO.


Faz duas semanas em que mudei-me da Cidade Nova II para o centro, ainda estou sentindo o efeito do fuso horário - durmo cedo e acordo de madrugada - o jeito e colocar o tênis e sair caminhando pela cidade - coisa que eu sempre fazia antigamente.

Parei no Parque Jefferson Peres, entre as duas Pontes Romana, onde dei algumas voltas, depois, perambulei pelo Beiradão do Mercadão, conhecido como Manaus Moderna (meu ovo esquerdo, como dizia o poeta).

Tirei várias fotografias engraçadas e outras dignas de cartão postal.


Um caboco inteligente no balde, fez o seu barco e moradia, todo de geladeira velha, acionado a motor de rabeta.


Vi um cara tecendo uma rede de pescar no seu carro.


Uns venezuelanos fizeram um Salão de Beleza, ao céu aberto, conhecidos por todos como Pela Porco.


Na Balsa Amarelinho, o meu Mengo Imperava.


Por aquelas bandas, a PMM ancorou uma balsa de 400 toneladas, totalmente tomada de lixo recolhido da margem do Rio Negro. Haja sugismundo!


A vista da balsa para o Porto de Manaus é muito bonita.


Andei pelo Mercadão, passei pela Praca Adalberto Valle, onde tirei fotos do Bar Jangadeiro, onde aparece o musico Paulinho (Amigos do Som) ao lado dos bonecos gigantes do Abelha (Homem da Mala) e o Delegado Mariolino (Xerife do Centro).

De volta para casa, amanha teremos mais rolé!
Fui!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

PRAÇA DA SAUDADE - SOMENTE SAUDADE


A nossa Praça da Saudade, localizada no centro histórico de Manaus, limitando-se entre a Avenida Epaminondas e Ruas Ramos Ferreira e Simão Bolívar – considerada uma das mais antigas de Manaus e, também, a mais bonita e charmosa, emoldurada por dois belos palacetes, casas antigas e o majestoso prédio do Atlético Rio Negro Clube – tudo isso não esta sendo o bastante para ser respeitada pelo Prefeitura de Manaus e pelos órgãos de segurança do Estado do Amazonas.


Foi inaugurada em 1865 - teve vários nomes, porém, sempre será conhecido como Praça da Saudade, em decorrência de ter sido edificada no local onde fora o antigo Cemitério São José – oficialmente o seu nome é Praça 5 de Setembro (data da elevação do Amazonas a categoria de província (Estado do Amazonas), no local encontra-se um monumento em homenagem ao Terreiro Aranha, a pessoa que mais lutou pela emancipação do Grão-Pará.



Ela ficou esquecida e desfigurada por longos anos – foi revitalizada em 2008 e 2009 e inaugurada em 2010, através de um convenio entre a SUFRAMA e a Prefeitura de Manaus – estive lá na sua reinauguração, conforme foto tirada naquela época.


Atualmente, o logradouro público está abandonado pela Prefeitura de Manaus, com luminárias quebradas e queimadas, o piso está soltando, as laterais e os boxes estão todos pichados, não respeitaram nem o monumento do Tenreiro Aranha – os serviços de jardinagens ainda sendo feitos pelos nossos garis.


A praça ficou tomada por desabrigados e usuários de drogas e, pasmem, alguns deles dormem dentro dos boxes destinados aos telefones públicos (armaram até redes de dormir!) - o lixo impera em seu entorno, com forte odor de urina, em decorrência dos inúmeros bares que funcionam até de madrugada – virando palco de brigas e até mortes registradas recentemente.


Para completar, hoje, estive no local para fazer uma caminhada, onde encontrei o artista plástico Rui Machado e sua irmã Sônia Machado e outros senhores e senhoras – todos estavam chocados com um vandalismo sem tamanho – um pé de árvore Mogno foi arrancado do meio da praça e jogado na lateral da Rua Simão Bolívar, conforme fotos tiradas pelo Rui.


Entrei em contado com a Sedema, pelo fone 0800-092-2000, fiz várias tentativas, mas, não fui atendido, depois, entrei em contato com o numero 190 da PMAM, onde fiz a denúncia -, fui aconselhado entrar em contato com a Delegacia do Meio Ambiente (DEMA), porém, ninguém atendeu ao telefonema.

Segundo o WWW Brasil “O mogno corre sério risco de extinção. Um dos motivos é a extração de madeira clandestina que causa também devastação da floresta amazônica. Isso acontece porque o mogno tem alto valor comercial e aceitação no mercado internacional. A espécie já desapareceu de grandes áreas da Amazônia e resiste apenas em regiões de difícil acesso e em áreas protegidas. Mas mesmo as áreas protegidas não intimidam madeireiros ilegais, que abrem estradas na mata em busca das valiosas árvores de mogno. A derrubada ilegal e arraste da madeira leva à destruição de até 30 árvores próximas, o que agrava ainda mais o desmatamento" 

Fico pasmo com o Prefeito Arthur Neto, em campanha prometeu transformar a nossa cidade em uma Manaus Inteligente! Confira as suas promessas não cumpridas no sitio http://observatoriomanaus.com/…/as-33-promessas-nao-cumpri…/ 


Sinceramente, estou pensando em reunir alguns manauaras que, realmente, amam essa cidade e angariar recursos para recuperar a nossa Praça da Saudade, pois do jeito que está ficará SOMENTE SAUDADE!


Fotos: Rui Machado Jose Rocha Bau Velho

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

VALE A PENA?


Os dirigentes de uma empresa por ações, fazem de tudo para obterem o Lucro Econômico - correspondente ao lucro líquido obtido pela empresa deduzido do custo de oportunidade para os acionistas - a tomada de decisão é crucial para a sobrevivência ou não do empreendimento - dentro desse enfoque, a Vale S.A., tomou uma decisão errada, que poderá leva-la, futuramente, ao colapso.

Outrora, chamava-se Companhia Vale do Rio Doce, uma empresa multinacional brasileira, criada em 1942, no governo do Getúlio Vargas - foi privatizada, em 1997, no governo do FHC, com financiamento disponibilizado aos compradores pelo BNDES - foi um vergonha nacional;

No afã de obterem lucros cada vez maiores, os novos donos tiraram o Rio Doce do nome, ficando apenas Vale S.A,

Anos depois, o próprio Rio Doce foi "morto" pela "Mineradora Samarco", subsidiaria da Vale, com rompimento de duas barragens de Mariana.

No site da empresa, a empresa Vale informa que tem como Visão e Valores, a vida em primeiro lugar, crescer de forma correta, a paixão pelas pessoas e pelo planeta.

Tudo balela! O interesse econômico vem em primeiro lugar! O lucro é a meta principal e, por último, as pessoas, o meio ambiente e o planeta!

Fazer barragens de forma mais barata possível, para reduzir custos e obter lucros cada vezes maiores, dando lucros para os acionistas, sempre o foi objetivo encoberto da Vale.

Decisão errada, equivocada, criminosa, com total desrespeito as pessoas e ao planeta - tudo com o beneplácito dos governos e dos políticos brasileiros (muitos tiveram recursos para campanhas políticos advindos das mineradoras).

Com o rompimento da barragem de Brumadinho, a Vale perdeu, de imediato, 71 bilhões no valor de mercado; multas milionárias; bloqueio de bilhões de reais pela justiça; gastos expressivos para amenizar os estragos ambientais, dirigentes presos, dentre outros.

Ai vem a pergunta: Vale a Pena?

Por José Jose Rocha

sábado, 19 de janeiro de 2019

AMOR DE BICA, TANTO BATE ATÉ QUE FICA!


O meu amigo Mestre José Roberto Pinheiro Pinheiro - publicou em sua pagina do Fac ebook – a letra da marchinha da nossa BICA, para 2019 – escreveu que será uma “homenagem” ao Wilson e o Braga, dois paraenses que estão mandando no Estado do Amazonas. 
Os mais jovens falaram horrores sobre essa dita homenagem, pois não admitiam a BICA fazer homenagens a políticos – ainda bem que foi esclarecido, pois desde os primórdios, a nossa BICA faz homenagem “entre aspas”, ou seja, tira saro, goza, mete o pau e o escambau na classe politica. 
Somos sabedores que, todas as bandas de rua necessitam da autorização e apoio da Prefeitura de Manaus e do Governo do Amazonas, para botar o bloco na rua – eles sabem que apesar de serem malhados no carnaval, relevam a brincadeira e o bom humor dos “Biqueiros”.
A BICA é a melhor e a maior banda de carnaval de rua da nossa Manaus – nasceu dentro do Bar do Armando, formado, inicialmente, por um diminuto grupo de amigos intelectuais, tendo por base a Banda de Ipanema (Rio de Janeiro), com bandas de metais tocando somente marchinhas de carnaval – com o tempo, ganhou visibilidade e grande dimensão, tornando-se a maior e mais querida e amada banda de Manaus.
Tenho orgulho de ter participado desde a sua fundação, sinto saudades do meu amigo Armando Soares (foi um grande amigo do meu pai Rochinha) – continuo na diretoria da banda até hoje – sou amigo da Dona Lourdes e da Ana Cláudia Soeiro Soares, a filha do Armando, uma pessoa muito querida por todos, juntamente com o Roberto Carvalho administram a nossa BICA.
Estou feliz, mais uma vez, por ter sido convidado pela Ana Cláudia, para ser o apresentador da nossa Banda, onde terei a oportunidade em contar um pouco da história, chamar as atrações e administrar o palco, em conjunto com a Ana.
Dia 23 de fevereiro, sábado magro de carnaval, estaremos botando a BICA para zuar, com graça e louvação, pois sou do morro, sou boêmio e de São Sebastião.

BICA 2019
Letra: Rogélio Casado, Deocleciano Souza e Orlando Farias
Música: Celito
…caminhando, cantando e seguindo a canção, somos todos iguais paraenses ou não…
O jacaretinga veio lá do Grão-Pará
Caiu de paraquedas no seringal do negão
Meteu bronca num monte de xis-caboquinho
E foi pro trono na sua primeira eleição
O Porto de Lenha voltou a ser província
Cunhã poranga vai dançar carimbó
Jaraqui frito perdeu a vez pra maniçoba
Quem não tem “santo” vai morrer no caritó....

BLOGDOROCHA - carnaval de 2017
A nossa BICA surgiu em fevereiro de 1987 – Na reunião histórica de fundação da BICA estavam presentes os compositores Celito Chaves e Afonso Toscano, a engenheira civil Heloísa Chaves, o jornalista Deocleciano Souza, o advogado Francisco Cruz, o professor Mário Jorge Buriti e o músico Manuelzinho Batera.

Depois, dramaticamente, dada a urgência de levantar grana para colocar o bloco na rua, os demais frequentadores do bar assinaram o Livro de Ouro na condição de fundadores, entre eles, Mário Adolfo, Eduardo Gomes, Carlos Dias, Inácio Oliveira, Orlando Farias, Isaac Amorim, Jorge palheta, Arnaldo Garcez, Aldisio Filgueiras, Marco Gomes, Simão Pessoa, Amecy Souza, Rosendo Lima, Rogelio Casado, Nestor nascimento, Ary de Castro Filho, Felix Valois, Jorge Álvaro, Jomar Fernandes, Sérgio Litaiff, Lino Chíxaro, José de Anchieta, José Luiz Klein, Américo Madrugada, Anselmo Chíxaro, Guto Rodrigues e Torrinho.
O livro Amor de Bica, conta as histórias e as estórias da banda carnavelesca mais debochada de Manaus – escrito, em 2005, pelo Mário Adolfo, Orlando farias, Simão Pessoa e Marco Gomes.
Era apenas uma brincadeira que reunia senhores de cabelos grisalhos, pessoas do povo, doutores do judiciário, desocupados, jornalistas, poetas, músicos, estudantes e professores de filosofia do “CAUA” da Universidade do Amazonas.
Ela foi criada aos moldes da “Banda de Ipanema”, do Rio de Janeiro, com banda de metais e dos carnavais do Recife, com os bonecos gigantes.
Hoje, com 30 anos redondinhos, a nossa BICA se consolidou, fazendo parte do calendário cultural da cidade de Manaus.
A BICA possui um novo formato, com grades de proteção desde a Rua Dona Libânia até a Avenida Eduardo Ribeiro, contando com barracas credenciadas, deixando muito espaço para vocês se divertirem a vontade.
O espaço é dotado de dezenas de banheiro químicos, colocados estrategicamente ao lado da Igreja de São Sebastião, Praça de São de São Sebastião e Teatro Amazonas, como forma de atender aos nossos “Biqueiros” e, preservar os nossos monumentos históricos.
Agradecemos de coração o apoio do Governo do Estado do Amazonas, através da Secretária de Cultura, Polícia Militar, Policia Civil e Corpo de Bombeiros e, da Prefeitura de Manaus que, através de várias secretárias, autorizou a realização desse evento.
Para segurança dos nossos foliões, contamos com a colaboração de vários seguranças contratados e, por militares da nossa policia militar do Amazonas, para coibir brigas, furtos e danos ao patrimônio público.
Pedimos a colaboração de todos - vamos cuidar com carinho da Igreja de São Sebastião, do Teatro Amazonas, da Praça de Sebastião e todo o seu entorno.
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BICA 2017 Os tambores continuam batendo nos terreiros dos Biqueiros. Lá pras Banda do Terreiro do Preto Velho da Madrugada, ainda pode haver…