terça-feira, 18 de julho de 2017

BLOGDOROCHA: CANTORA SALETE MACHADO

BLOGDOROCHA: CANTORA SALETE MACHADO: Foi batizada Maria da Salete Pereira Machado, nasceu no Rio Grande do Norte, na cidade de Cruzeta, está com 73 anos de idade, com 16 anos mo...

segunda-feira, 10 de julho de 2017

VIVA A CERVEJA!

Postagem de janeiro de 2011


Postagem em Homenagem a Escola de Samba Balaku Blaku que ficou em terceiro lugar no desfile do carnaval de Manaus em 2012, com o enredo “Embriagados de alegria vamos ficar... com a cerveja mais gostosa é só comemorar”, - a agremiação se apresentou com 2.500 foliões, 21 alas e quatro carros alegóricos. 


Pela manhã, não pode faltar o pão francês com café e leite; no almoço, o Jaraqui frito com baião de dois e, no jantar, a pedida é a cerveja com tira-gosto de queijo coalho e churrasquinho de gato.

O clima de Manaus é quente e úmido, sendo o responsável pelo maior consumo per capita de cervejas do Brasil.

Mas, afinal, o que a cerveja tem de tão bom, para ser tão apreciada pelos manauenses? Alguns gaiatos dirão: ela é gostosa, leve, alimenta, serve para esquentar no inverno, esfriar no verão, ajuda no bom funcionamento dos rins, fornece ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio, protege o sistema cardiovascular, evita o diabetes Mellitus e a hipertensão, além de induzir as pessoas a consumirem mais verduras, legumes, pescado, cereais e azeite de oliva. 

É pouco ou quer mais?

Eu quero é mais!

Em Manaus não tem vez o vinho, a caipirinha, a cachaça (com exceção dos pés-inchados), o uísque e outras bebidas destiladas ou compostas (cai bem somente em lugares ou momentos especais), a pedida é sempre a fermentada -, a minha, a tua, a nossa, a deusa cerveja de todo dia.

A pedida é a seguinte: - Garçom traz uma cerveja bem gelada, de águas profundas, se possível do pré-sal, não importa a marca, basta ser cerveja, coloca numa camisinha, pois a noite está tão quente que urubu está voando com uma asa e se abandando com a outra, aproveita e faz um tira-gosto de pernil com queijo bola e bota para tocar o vinil do Nelson Gonçalves, hoje estou a fim de afagar as mágoas e encher a cara, deixa mais seis em standbay e fala para o patrão anotar tudo na minha conta, amanhã pagarei, sem falta!
É mole ou quer mais? Eu quero é mais!

Brincadeiras a parte, não faço apologia ao alcoolismo, considerado um sério problema de saúde pública mundial, porém, beber moderadamente uma cerveja é uma boa, tanto que a Organização Mundial de Saúde estabelece que bebedores leves são aqueles que consomem menos de 21 unidades de álcool por semana, cada unidade equivale à 10g de álcool, por exemplo, 350 ml de cerveja (com 4% de álcool) equivale a 1,5 de unidade, ou seja, o camarada poderá beber até uma dúzia de “cevada” por semana que está dentro do aceitável.

Historicamente, a cerveja já era conhecida pelos sumérios, egípcios e mesopotâmios, desde 4.000 antes de Cristo, existia até uma deusa da cerveja, conhecida por “Ninkasim”.

Em Manaus, a primeira fábrica foi a “Cervejaria Miranda Corrêa, S.A.”, inaugurada em 1909, num prédio art nouveau, fabricante da famosíssima cerveja XPTO, a única que passou mais de meio século sendo servida nos botecos de Manaus.

Depois, surgiram na nossa terra, a Brahma e a Antarctica, a briga era feia, gastavam milhões em campanhas publicitárias, os consumidores de Manaus tinham somente essas duas opções. Certa vez, chegou por estas bandas uma cerveja chamada “MALTE 90”, era horrível, tanto que foi logo apelidada de “MALTE NOJENTA”, pense numa cerveja escrota!

Em 1999, a Companhia Paulista e a Companhia Cervejaria Brahma anunciaram a criação da Companhia de Bebidas das Américas (AMBEV), colocaram no mesmo saco a Brahma (a numero um), a Skol (a que desce redondo) e a Antarctica (a boa), ficou de fora somente a Kaiser (a do baixinho), esta não entra muito bem, dizem os bebedores que ela dá a famosa “fininha” – não acredito, somente sei, que ela é quem patrocina o “Bar do Boi”, em Manaus e o “Festival de Parintins”, as outras não entram com um centavo para a nossa cultura.

Os apreciadores da cevada, moradores do centro de Manaus, tem a opção de bebericar no Bar do Armando, Bar dos Cornos, Ka-Te-Quero, Caldeira Bar, Cinco Estrelas, Cipriano Bar e Jangadeiro Bar – todos pertencem ou pertenceram a portugueses.

Os mais abastados podem tomar umas e outras no Chefão, Fellite, Cachaçaria do Dedé, Chão de Estrelas, Bar da Loura, Bar da Gestina, Porão do Alemão e All Night Pub.


A Cidade de Manaus está próxima a Linha do Equador, ocorrendo calor o ano inteiro; o nosso inverno é caracterizado por intensas chuvas, mas, o calor persiste mesmo assim, em decorrência disso, o manauense sofre com "secura" na garganta, a grande maioria gosta de amenizar o calor com uma "loura gelada" no gogó; o consumo é bastante alto, a demanda fica lá em cima e as fábricas de cevada da cidade não dão conta do serviço. 

Cruz-credo! 

Viva a cerveja! Beba com moderação! Se for dirigir, não beba! Se for beber, me chame! É isso ai.

terça-feira, 4 de julho de 2017

HOMENAGEM PÓSTUMA A DONA AUGUSTA FERREIRA GOMES

A Dona Augusta Ferreira Gomes, nasceu na Paraíba, em 03 de agosto de 1924, vindo a falecer, em Manaus, em vinte e sete de junho 2017, aos 95 anos de idade.

Foi para o Acre, onde casou com o Senhor Geraldo Ferreira Gomes, nascido no Ceará, em 09 de agosto de 1924 e falecido nesta cidade, em oito de dezembro de 1978, um grande profissional que prestou relevantes serviços ao Grupo Benchimol.

Tiveram os seguintes filhos:

Ipojucan Ferreira Gomes (Acre, falecido em Manaus  21/02/2014);
Danilo Ferreira Gomes (Porto Velho);
Romerito Ferreira Gomes (Acre);
Carbajal Ferreira Gomes (Manaus, proprietárido Bar Caldeira).

A Dona Augusta, um pouco debilitada em decorrência da sua idade avançada, passou mal no dia 26 de junho, sendo levada as pressas para o Hospital Pronto Socorro Dr. João Lúcio Pereira Machado, na Alameda Cosme Ferreira, vindo a óbito no dia seguinte.

Ainda inconformados pela dor da irreparável perda, os familiares vem a público agradecer a toda a equipe de médicos, enfermeiras, assistentes sociais e o pessoal administrativo, do Hospital Pronto Socorro Dr. João Lúcio Machado, no bairro Aleixo, pelo empenho, cuidado, respeito, dedicação e pela grandiosa missão de salvar vidas.

A missa de sétimo dia, foi celebrada as sete de horas do dia 03 de julho, no Santuário de Aparecida.

No santinho, constava o seguinte:

"Que nossas lindas recordações mantenham a sua alegria de viver sempre presente em nossas vidas. Sua partida não será capaz de tirar de nós o afeto e o carinho que sentimos em nossos corações. Vá em paz na certeza de que um dia nos reencontraremos. Para sempre D. Augusta! Saudades Eternas. Saudades dos filhos, netos, bisnetos e amigos".

Foto: 2005 - cedida pelo Danilo Ferreira Gomes (filho), na sua página do Facebook, onde aparece toda a família de botafoguense. 



segunda-feira, 3 de julho de 2017

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domingo, 2 de julho de 2017