terça-feira, 4 de outubro de 2011

TEREZINHA MORANGO, A NOSSA ETERNA MISS

Tereza “Terezinha” Gonçalves Morango, nasceu em 26 de Outubro de 1936, na Fazenda Canavial, no município de São Paulo de Olivença, no Estado do Amazonas, foi a primeira amazonense a ganhar o concurso de Miss Brasil, em 1957, no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro.

Filha de Manoel Ferreira Morango, um português nascido na cidade do Porto - e Emir Gonçalves Morango, uma cabocla amazonense do interior. O casal teve oito filhos: José, Getúlio, Tereza, Maria Antonieta, Marieta, Gloria, Maria das Dores e Manoel.

O seu pai era dono de um Bar e, morava na Rua Comendador Alexandre Amorim, nº 354, no bairro de Aparecida (antigo bairro dos Tocos) – ainda muito jovem foi morar com um dos tios ricos.

Por ter uma beleza fora do comum, ganhou o primeiro concurso como Miss Rio Negro, do Atlético Rio Negro Clube. Depois, ganhou como Rainha dos Estudantes de Manaus, Rainha das Calouras, Miss Cinelândia (1956) e Miss Brasil, em 1957.

Disputou o concurso de Miss Universo, no dia 19 de Julho, em Long Beach (Califórnia) nos Estados Unidos, ficando em segundo lugar, perdendo para a peruana Gladys Zender.

Casou-se com o empresário Alberto Pittiglaini (16/4/1918 Imbituba, SC/ 2/8/2003 Rio de Janeiro, RJ), dono das empresas Cia. Brasileira de Discos (vendido à Phillips), Seagrams (Campari) e Tibrás (titânio), tiveram dois filhos, Alberto e Andréa Pittigliani. Ficou viúva e, mora num apartamento da Praia do Leblon, no Rio de Janeiro – este mês estará completando 75 anos de idade. Parabéns, vida longa a nossa eterna miss! 

As Fotografias:

• Na cor sépia, ela aparece com a tripulação do avião da Panair do Brasil, na volta para Manaus após a sua vitória no concurso Miss Brasil 1957.

• Colorido, uma fotografia de 2010, do Sebastião Marinho, para o blog da Hidelgard Angel, famosa jornalista do Rio de Janeiro.

A sua trajetória serviu para o lançamento de um livro chamado “Terezinha Morango – Cinderela Amazônica”, do saudoso Demosthenes Carminé. É isso.

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