sábado, 24 de setembro de 2011

O BESTEIROL ESTÁ DE VOLTA NO BLOGDOROCHA!



Depois de duas semanas travado, sem nada para escrever, resolvi soltar os cachorros, chutar o pau da barraca, botar a boca no trombone e, escrever um monte de besteirol, a famosa babaquice, burrice e jericada nossa de cada dia.

Segundo o pai dos burros, o Gooogle, existe no Brasil oitenta e cinco mil blogs atualizados nos últimos três meses, mesmo assim, um leitor anônimo resolveu ler exatamente o besteirol que escrevo neste blog cabocão.

Segundo o ledor, o meu português é terrível - sai prá lá lente exigente, me erre, o meu negócio é mulher, ficaria melhor escrever que a minha portuguesa é escrota, feia que nem um processo nas costas. Agora, se ele estiver se referindo a língua portuguesa, realmente, escrevo muito ruim, reconheço as minhas limitações.

Ao passar pela Avenida Djalma Batista, avistei uma enorme faixa da “Direcional Engenharia” com os seguintes dizeres “Pare de pagar aluguel, compre um apartamento com apenas R$ 99,00 por mês! Os meus olhos se arregalaram, chegou a hora de fazer a mudança, chega de morar no Beco da Bosta sem numero.

O lance é o seguinte: o abestalhado deve pagar R$ 99,00 por seis meses, depois, deve pagar uma pequena parcela de trinta mil, continuar pagando os noventa e nove por mais seis meses, depois, paga outra parcela de trinta mil, continua pagando os noventa e nove por mais um ano, no final de dois anos o otário deve pagar mais quarenta mil reais.

Tem mais, para botar o pé dentro do seu “Apê” deve fazer o financiamento no banco, o cabocão fica endividado até o talo, com mais cento e cinquenta mil reais + JUROS, ou seja, vai pagar até morrer a módica parcela de R$ 1.200,00 por mês, com reajustes pela tabela Price ou SAC Et cetera e tal.

Posso está ficando velho – doido, ainda não estou! Tô fora! Vou morrer é no meu barraco. Pensando bem, acho que vou apelar para o homem do Código do Consumidor, o deputado estadual Marcos Rotta, o defensor dos frascos e comprimidos. Noventa e nove por mês é ruim! Sai pra lá carniça!

A cantora Enne Rocha fez a sua parte no “Circuito OFF”, no Bar do Armando, fui chamado para o ser o “animador cultural”, pense numa fuleiragem da minha parte! Depois de três ampolas na moleira, resolvi entrevistar os turistas.

Cheguei próximo a um gringo e, perguntei: – O que o senhor está achando de Manaus?

Ele respondeu: - Manaus ist eine schöne sadt, schöne menschen sehr gastfreundlich sind, bin ich in der liebe mit einem caboclinha. Comi Jaraqui nicht hier je wieder zu verlassen.

Falei ao microfone: - Cruz credo, que diabos este holandês tá falando? Um cara pulou da cadeira e gritou: - Ele é alemão, seu anta! Que mancada! Tive que usar o tradutor do google para saber mais ou menos o que o alemão falou! Depois, falei um monte de besteiras, até os turistas ficaram rindo das minhas presepadas! Eu, hein!

Resolvi matar a broca na Peixaria do Jokka, antes, liguei sem me identificar, para o "Seu Lunga de Manaus“: - Jokka, tem peixe ai? Ele respondeu: - Não parceiro, aqui tem prego, serrote e martelo! Continuei enchendo o saco: - Jokka, o teu peixe é fresco? Ele ficou ainda mais puto da vida: - Aqui não tem viado, fresco é o teu pai FDP!

Ao chegar, pedi uma costela de tambaqui e, perguntei: - Jokka, você aceita no débito? – Nem nem no credito, imagina no débito, não recebo nem cheques para evitar a presença de liso! Eu estava afim de tirar saro com a cara do Jokka: - Parceiro, esta ponte (a Ponte Manaus/Iranduba) vai sair ou não? Ele e sua educação britânica: - Esta ponte vai fica ai por cem anos, não vai sair nem com nojo, ela não tem pernas, porra, chega de perguntar besteiras! Calei!

Por falar em besteiras, o meu amigo Mitoso escreveu o seguinte: "Sempre que escrevo uma besteira eu pago caro, mas como besteira é algo inevitável que eu escreva, vivo pagando caro, embora seja mais fácil combater em mim a besteira do que o ato de escrever. Sobre isto, não está ao alcance de ninguém. Besteira eu posso evitar, às vezes; mas querer que eu não escreva, é melhor que tirem de mim o sexo e o tabaco. Como, segundo Moliere, o homem sem tabaco não merece viver, e como, segundo Freud, o homem sem sexo também não, segundo essa pessoa que sou eu mesmo um escritor que não escreva também não merece tabaco, nem sexo. Daí que, para não ficar sem tabaco, nem sem sexo, eu escrevo, embora reconheça que outras pessoas escrevam por motivos mais relevantes. Mas eu sou assim e não fui que me fiz. Então, que é que eu posso fazer? Muito prazer!"

Chega de besteirol por hoje. Continuo amanhã! Fui!

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