sexta-feira, 23 de setembro de 2011

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS DA MANAUS ANTIGA E ATUAL NO BAR DO ARMANDO




Na quarta-feira passada (21/09/11) fiz uma pequena exposição de fotografias antigas e atuais de Manaus, no Bar do Armando, situado na Rua Dez de Julho, no Largo de São Sebastião.

Ao todo foram quarenta fotografias em preto em branco, divididas em dois lotes de vinte; um da Manaus antiga, todas disponíveis na internet e, o outro com fotografias minhas, retratando a cidade atual.

A parte antiga, mostra uma Manaus bela, bonita e cheia de charme. São fotografias da Sede dos Correios, Rua Lobo D´Almada, Cidade Flutuante, Colégio Benjamin Constant, Colégio Santa Dorotéia, Rua Municipal (atual Sete de Setembro), Quartel do Regime Militar do Estado (atual Palácio Provincial), Rua da Instalação, Prédio do IAPETEC, Igreja da Matriz, Escadaria do Teatro Amazonas e Igreja de São Sebastião, Largo de São Sebastião, Obelisco de Manaus, Mercado Adolpho Lisboa, Palácio da Justiça, Palácio Rio Negro, Pavilhão Universal, Relógio Municipal, Rodoway e Rua do Thesouro.

Sou um fotógrafo amador, na exposição mostro alguns aspectos da cidade, tais como: Beneficente Portuguesa, Mercado Adolpho Lisboa em reforma, fachada do Au Bon Marche, Colagem de Barcos Regionais, as Casas da Rua Lauro Cavalcante, Colégio Estadual Dom Pedro II, Fachada do Hotel, Luso Sporting Club, Inicio da Avenida Eduardo Ribeiro, Palácio da Justiça, Parque do Mestre Chico, Parque Jeferson Peres, Ponte Benjamin Constant, Praça Heliodoro Balbi, Cais do Porto, Prédio do TCU, Prédios da Ponta Negra, Ponta Negra e Praça da Saudade.

Foi um trabalho simples, em papel A4, com impressão no modo econômico, no entanto, a intenção foi mostrar para os visitantes do Bar do Armando, principalmente aos turistas e aos jovens amazonenses, como era Manaus no passado e fazer uma comparação com a atual.

Existem na mostra dois “patinhos feios”, um mostra a “Cidade Flutuante”, um modo vida no passado que serviram de cenário e de inspiração para filmes, livros, estudos sociais e de arquitetura. As casas eram de madeiras, construídas sobre troncos de árvores, tornando-as flutuantes, a cobertura era de palha e zincos, formavam um imenso conglomerado de casas, era tão grande que chegou a ser uma “cidade” dentro da cidade de Manaus; na década de 60 tinha mais de 2.000 casas e aproximadamente 12.000 habitantes. Foi destruída.

O outro é o “Obelisco da Cidade de Manaus”, uma belíssima obra do artista plástico Branco e Silva, uma homenagem ao “Primeiro Centenário da Elevação de Vila da Barra do Rio Negro à Categoria de Cidade”, fica no início da Avenida Eduardo Ribeiro, atualmente, o local é uma muvuca, com centenas de pessoas andando por todos os lados; enormes engarrafamentos de automóveis; estacionamento de motocicletas; inúmeras barracas de camelôs, vendedores de frutas, peixes e comidas e, lixo em toda a sua extensão.

Pretendo fazer outras exposições no Bar do Armando, o único local onde sempre é permitida a apresentação de trabalhos de cunho cultural. E isso ai.

Fotocolagem: J. Martins Rocha
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