quarta-feira, 30 de setembro de 2009

ACADEMIA AMAZONENSE DE LETRAS






É a entidade literária máxima do Estado do Amazonas, o prédio funciona na Avenida Ramos Ferreira, 1009, centro, foi fundada em 1 de janeiro de 1918, com apenas 30 vagas e tinha como presidente Djalma Batista, atualmente o órgão possui 40 vagas ocupadas por poetas, romancistas, jornalistas, cronistas, ensaístas, médicos, teólogos, economistas, educadores, sociólogos e antropólogos, apenas duas mulheres fazem parte da instituição, a Rosa Mendonça Brito, filósofa e Carmem Novoa Silva, cronista e poetisa.

São os seguintes os Fundadores das Poltronas:
1/Péricles Moraes 2/Adriano Jorge 3/Aurélio Pinheiro 4/Odilon Lima 5/F.P. de Araújo Filho 6/J. Mendonça Lima 7/Álvaro Maia 8/Benjamin de Souza 9/Benjamin Lima 10/Carlos Chauvin 11/Coriolano Durand 12/Dorval Porto 13/Gaspar Guimarães 14/Genesino Cavalcante 15/Huascar de Figueiredo 16/João Leda 17/J. F de Araújo Lima 18/Jonas da Silva 19/Jorge de Moraes 20/José Chevalier 21/Octávio Sarmento 22/Generino Maciel 23/Nunes Pereira 24/Paulo Eleuthério 25/Raul de Azevedo 26/Thaumaturgo Vaz 27/Virgílio Barbosa 28/Raimundo Monteiro 29/Heliodoro Balbi 30/Alcides Bahia 31/Sebastião Norões 32/Walter Nogueira 33/Epaminondas Barahuna 34/Bastos Lira 35/Moacyr Alves 36/Josué Cláudio de Souza 37/Carlos de Araújo Lima 38/William Rodrigues 39/Mário de Moraes 40/Waldemar Batista de Salles

O Prédio foi tombado através do Decreto nº 8.218, de 03/10/1988 e, atualmente, encontra-se em reforma, com o apoio total da Associação dos Amigos da Cultura; os seus membros estão se reunindo provisoriamente no prédio onde funcionou a residência do mega empresário da época áurea da borracha, o senhor J. G. Araújo, no Largo de São Sebastião.

Na minha infância, tomava o famoso Tacacá da Dona Maria, fica bem em frente à Academia, gostava de sentar no batente do portão do lado direito do prédio. Para falar a verdade, nunca entrei na Academia, o local sempre foi muito fechado, restrito somente aos colaboradores e aos acadêmicos; lembro do brasão, confeccionado em cobre, pelo mestre Álvaro, proprietário de uma fundição, na da Rua Tapajós.

Não sei quando será a reinauguração do prédio da Academia; espero que o novo presidente da instituição, abra o espaço para visitação pública, reabra a Biblioteca, enfim, torne o espaço mais integrado à sociedade; quem sabe dessa forma, poderei finalmente conhecer este local, que sempre foi tão distante para mim, apesar de ser um vizinho por mais de 30 anos.
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