
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
BRINCADEIRA DE PAPAGAIO DE PAPEL
O nosso poeta/compositor Aníbal Bessa, assim canta “Hoje é domingo na Vila de São José da Barra...”.
Hoje é dia de missa na Matriz, tomar banho no Igarapé de Manaus, assitir filmes no cinema Guarany e brincar de Papagaio de Papel. Acorda José! O tempo já passou!
Para matar a saudade, dei um pulo lá pelas bandas dos Educandos(1), encontrei uma simpática vendedora de papagaios de papel, tirei algumas fotos, comprei umas carapetas(2) e dei para a molecada brincarem, foi uma festa!
Na década de 60, existia em Manaus um sujeito chamado pelo cognome de Russo, era exímio “fabricante” de Papagaio de Papel, além da melhor maçaroca(3) de cerol(4) do pedaço. O preço era bastante salgado, mas era o melhor da cidade, não era penso(5) e, dava para trançar(6) e cortar na mão(7). Quem não tinha a babita(8), era o meu caso, o jeito era se virar nos trinta, ou seja, conseguir uma vara bem grande e correr atrás dos papagaios que eram cortados.
A brincadeira era na rua, ficávamos de um olho nos papagaios e o outro nos fiscais da CEM(9); quem fosse pego na brincadeira, ficava sem os papagaios e as linhas, se o caboco(10) partisse para a grosseria, era colocado na manduquinha(11) e levado para a Delegacia de Polícia da Joaquim Nabuco.
É mano velho, o tempo passou, vou tirar da estante aquele CD comprado do Leandro Grande Circular(12), e ouvir o compositor parintinense Chico da Silva detonando “Naquele tempo de menino...”.
Para entender o linguajar (dialeto) da molecada de Manaus:
(1) Educandos – bairro da zona sul de Manaus;
(2) Carapeta – papagaios de tamanho P;
(3) Maçaroca – linha no. 40, enrolada na tala da folha de buritizeiro;
(4) Cerol - mistura de cola de madeira e vidro moído que as crianças passam na linha dos papagaios para cortar as de outrem;
(5) Penso – ficava inclinado para esquerda ou direita – o famoso “cangula”;
(6) Trançar – entrelaçar dois papagaios, o melhor cortava a linha do outro;
(7) Cortar na mão – cortar o papagaio do outro com bastante linha;
(8) Babita - dinheiro, money, carvão, faz-me rir, gaita, grana, jabaculê, tostão, etc.
(9) CEM - Companhia de Eletricidade de Manaus - apelidada de “Sem Energia”, atual Manaus Energia;
(10) Caboco - caboclo, mestiço de branco e índio;
(11) Manduqinha (AM) – carro da polícia para o transporte de pessoas detidas. (MA) carinhosa, (MG) carrocinha, (RJ, desus.) tintureiro e (RJ SP.) viúva-alegre;
(12) Grade Circular - linha de ônibus para a Zona Leste (o lugar mais longínquo do centro de Manaus); o Leandro é um conhecido vendedor de discos em Manaus, anda a pé por toda a cidade, dizem que quando for inaugurada a ponte para Iranduba, mudará o nome para Leandro Região Metropolitana de Manaus.
PAPAGAIO DE PAPEL: A ORIGEM DO BRINQUEDO - www.uems.br/cellms/documentos
Brincadeira antiga e conhecida em todo o mundo, o papagaio de papel tem indícios do seu surgimento entre os séculos XIII ou XIV na China. Segundo Cascudo (1999, p. 477), a princípio, quando do seu surgimento, o papagaio de papel não possuía função lúdica. Foi utilizado pelo general chinês Han-Sin para enviar notícias a uma praça sitiada. Por intervenção portuguesa o papagaio de papel se estendeu por toda Europa, depois foi trazido para América. O brinquedo serviu até como fonte de experiência científica, já que, em 1752, Benjamim Franklin utilizou o brinquedo para uma experimentação meteorológica (ALENCAR, 1971).
Esse brinquedo tem inspirado trabalhos em muitas áreas, pois pintores, azulejistas, músicos, escritores, poetas, caricaturistas, compositores encontram no brinquedo a inspiração para suas obras.
O papagaio foi adquirindo novas formas com o passar do tempo – alguns ainda são feitos de papel, muitos de pano, plástico, nylon, conforme a criatividade permitir, já que o comércio possui uma variedade de material para a confecção desse tipo de brinquedo. Outra forma de divertimento com esse brinquedo é a de “passar telegrama” pelo fio do papagaio de papel, brincadeira em que rodelas de papel são postas no fio do papagaio e assim vão “andando” a centenas de metros de altura. Nos Estados Unidos existe, inclusive, uma Associação Internacional de Empinadores de Papagaios.
No Brasil, o papagaio de papel chegou com dos portugueses, e até hoje fascina crianças e adultos. Embora muitas referências apontem os meninos como principais usuários desse brinquedo, muitas meninas também entram na maravilhosa diversão de empinar os papagaios de papel.
A pipa é, enfim, um brinquedo conhecido entre em Portugal, como estrela, raia, arraia, papagaio, bacalhau, gaivota, e no Brasil como papagaio, curica, pipa, cafifa, pandorga, arraia, quadrado, raia, pepeta, rabiola, dentre outras. Isso demonstra a manutenção de formas lusas no português do Brasil, na nomeação do brinquedo em pauta: papagaio, arraia e raia.
sábado, 17 de janeiro de 2009
PRIMEIRA TURMA DE FORMANDOS EM CIÊNCIAS SOCIAIS E JURÍDICAS PELA UNIVERSIDADE DE MANÁOS, NO ANO DE 1914
A primeira universidade brasileira, foi exatamente a Escola Universitária Livre de Manáos, criada em 17 de janeiro de 1909; está no berço, com um século de idade; orgulho de ser amazonense, com certeza!
O reconhecimento foi através da Lei no. 601, de 08/10/1909; em 1913 passou a denominar-se Universidade de Manáos, depois Univerdade do Amazonas (UA) e, finalmente Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Segundo a historiadora Etelvina Garcia “em 1909, registrou a matrícula de 159 alunos, dos quais 56 pertenciam à Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais. Chegou a 1914 com 605 acadêmicos matriculados e 56 diplomados, número significativo em comparação à quantidade de habitantes da cidade (em torno de 50 mil). A primeira turma de diplomados da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais colou gráu no dia 19 de dezembro de 1914. Era formada por 20 bacharéis em Direito, dos quais apenas cinco amazonenses: Izidoro Alves Maquiné, José Furtado Belém, Manoel Barbosa Gesta, Sadoc Pereira e Themistocles Gadelha”.
Tenho um carinho todo especial pela nossa faculdade, ingressei em 1978, estudei um ano no ICHL, na Rua Emílio Moreira, no bairro da Praça 14 de Janeiro, depois fui para a Faculdade de Estudos Sociais, na Rua Monsenhor Coutinho, centro de Manaus, cursei Administração de Empresas; tive brilhantes professores, posso citar o Randolpho Bitencourt, José Seráfico e Jeferson Péres; conseguir completar o curso e formar em 1983.
Hoje, a minha filha de 22 anos está se formando em Odontologia; o exército brasileiro fez o convite para ela trabalhar no interior do nosso Estado; a sua formação na UFAM foi execelente.
Parabéns a nossa faculdade, ao povo amazonsese e ao nosso Brasil!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
FOI NOTÍCIA ALGUM TEMPO ATRÁS
Zona nada francaPorto de Manaus é alvo de batalha judicial entreEstado e arrendatárias: sob suspeita a licitaçãoe a atuação das empresas
Moralidade: a deputada Vanessa e o governador Eduardo Braga lutam para cancelar a licitação do porto
Florência Costa - Isto É Online
Um cheiro podre exala à margem do rio Negro, em pleno Amazonas. Lá está o Porto de Manaus – projetado em 1890 pelos ingleses, no auge da era da borracha. Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, o porto é alvo, há quase dois anos, de uma guerra jurídica de proporções amazônicas. Nessa batalha fluvial, um caudaloso rio de acusações deságua sobre o processo de licitação do porto, realizado em 2001, na gestão do então governador Amazonino Mendes, e sobre a própria atuação das empresas privadas. O Porto de Manaus – com suas complexas operações de carga e descarga de insumos para a Zona Franca de Manaus e de produtos para exportação e para consumo nacional, como aparelhos eletrônicos e bicicletas – movimenta cerca de R$ 700 milhões por ano. O porto é a casa de máquinas de um transatlântico para o Amazonas: 98% de seu sistema de transporte é aquaviário. Também é lá que é feito o controle aduaneiro, com a atuação de fiscais para impedir o tráfico de mercadorias contrabandeadas.
A guerra pelo porto travada nos tribunais tem de um lado as atuais empresas arrendatárias Estação Hidroviária e a Revitalização do Porto de Manaus. De outro, a atual administração estadual, nas mãos do governador Eduardo Braga (PPS), políticos como a deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e a própria União. A intenção do governo estadual não é tomar conta do porto para sempre, já que pretende arrendar para a iniciativa privada. A idéia é anular a licitação feita em 2001 por considerá-la irregular. O Estado havia conseguido retomar o porto temporariamente na quinta-feira 5, com uma decisão favorável na Justiça estadual. Mas cinco dias depois recebeu um golpe, com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na quarta-feira 11, de transferir para a Justiça federal a competência de julgar o caso, como pleiteavam as empresas arrendatárias. Com a decisão do STJ, as empresas podem retomar de novo o porto, e o fim do conflito – que causa prejuízos ao erário público a cada dia que passa – fica mais distante.
Os sinais de podridão são muitos e o rol de denúncias é extenso. O primeiro ataque ao processo de licitação partiu da deputada Vanessa Grazziotin, que em 2002 entrou com ação popular para sustá-lo, quando o governador era Amazonino Mendes. Ela elencou 18 irregularidades, entre elas a falta de documentos que qualificam as empresas vencedoras, a ausência de prestação de contas, de relatórios informando o andamento das obras de revitalização do porto, a falta de fiscalização dos serviços e a inexistência de estudos de impacto ambiental e do patrimônio histórico. A ação arrasta-se lentamente pela Justiça. Mas ganhou força com o apoio do governador Eduardo Braga e do Tribunal de Contas da União, que fez uma auditoria e confirmou as ilegalidades. Vanessa Grazziotin está otimista com relação ao front que criou coma ação popular. “Com o apoio do governador e da União vamos vencer essa guerra, que é em favor dos cofres públicos e da moralidade administrativa”, afirmou. “O problema é gravíssimo porque o porto é a nossa alternativa econômica. Há um grupo de pessoas inescrupulosasque tomaram conta do porto, não prestam conta de nada e o Estado está perdendo dinheiro. Não tenho dúvida de que a licitação foi fraudulenta”, afirmou a deputada.
Silvestre de Castro Filho, presidente da Sociedade de Navegação Porto e Hidrovias (SNPH), empresa pública que exerce a função de autoridade portuária do Estado, diz que nunca recebeu prestação de contas das empresas arrendatárias, como manda a lei, desde que assumiu, em outubro de 2003. Ele lembra que, na gestão de Amazonino Mendes, integravam a cúpula da SNPH – a parte fiscalizadora – pessoas que se tornaram sócias das próprias empresas arrendatárias. Uma dessas pessoas é o ex-senador Carlos Alberto de Carli, que foi exonerado no ano passado pelo governador Eduardo Braga. Há duas semanas, Carlos Alberto De Carli foi um dos políticos citados pelo lobista Sérgio de Andrade, preso pela Polícia Federal, acusado de extorsão em um esquema de contrabando na Zona Franca de Manaus envolvendo até US$ 10 milhões. O lobista disse que De Carli, entre outros, estaria à frente desse lobby.
A SNPH desembolsou no governo anterior R$ 35 milhões para as empresas arrendatárias, que tem como um de seus sócios o próprio De Carli. O acordo foi de pai para filho: as empresas devolvem o dinheiro em suaves prestações: em 240 meses com juros a 6% ao ano. “As arrendatárias receberam à vista e recompraram a prazo”, constatou Silvestre. Um negócio da China em pleno coração da Amazônia.
Moralidade: a deputada Vanessa e o governador Eduardo Braga lutam para cancelar a licitação do porto
Florência Costa - Isto É Online
Um cheiro podre exala à margem do rio Negro, em pleno Amazonas. Lá está o Porto de Manaus – projetado em 1890 pelos ingleses, no auge da era da borracha. Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, o porto é alvo, há quase dois anos, de uma guerra jurídica de proporções amazônicas. Nessa batalha fluvial, um caudaloso rio de acusações deságua sobre o processo de licitação do porto, realizado em 2001, na gestão do então governador Amazonino Mendes, e sobre a própria atuação das empresas privadas. O Porto de Manaus – com suas complexas operações de carga e descarga de insumos para a Zona Franca de Manaus e de produtos para exportação e para consumo nacional, como aparelhos eletrônicos e bicicletas – movimenta cerca de R$ 700 milhões por ano. O porto é a casa de máquinas de um transatlântico para o Amazonas: 98% de seu sistema de transporte é aquaviário. Também é lá que é feito o controle aduaneiro, com a atuação de fiscais para impedir o tráfico de mercadorias contrabandeadas.
A guerra pelo porto travada nos tribunais tem de um lado as atuais empresas arrendatárias Estação Hidroviária e a Revitalização do Porto de Manaus. De outro, a atual administração estadual, nas mãos do governador Eduardo Braga (PPS), políticos como a deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e a própria União. A intenção do governo estadual não é tomar conta do porto para sempre, já que pretende arrendar para a iniciativa privada. A idéia é anular a licitação feita em 2001 por considerá-la irregular. O Estado havia conseguido retomar o porto temporariamente na quinta-feira 5, com uma decisão favorável na Justiça estadual. Mas cinco dias depois recebeu um golpe, com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na quarta-feira 11, de transferir para a Justiça federal a competência de julgar o caso, como pleiteavam as empresas arrendatárias. Com a decisão do STJ, as empresas podem retomar de novo o porto, e o fim do conflito – que causa prejuízos ao erário público a cada dia que passa – fica mais distante.
Os sinais de podridão são muitos e o rol de denúncias é extenso. O primeiro ataque ao processo de licitação partiu da deputada Vanessa Grazziotin, que em 2002 entrou com ação popular para sustá-lo, quando o governador era Amazonino Mendes. Ela elencou 18 irregularidades, entre elas a falta de documentos que qualificam as empresas vencedoras, a ausência de prestação de contas, de relatórios informando o andamento das obras de revitalização do porto, a falta de fiscalização dos serviços e a inexistência de estudos de impacto ambiental e do patrimônio histórico. A ação arrasta-se lentamente pela Justiça. Mas ganhou força com o apoio do governador Eduardo Braga e do Tribunal de Contas da União, que fez uma auditoria e confirmou as ilegalidades. Vanessa Grazziotin está otimista com relação ao front que criou coma ação popular. “Com o apoio do governador e da União vamos vencer essa guerra, que é em favor dos cofres públicos e da moralidade administrativa”, afirmou. “O problema é gravíssimo porque o porto é a nossa alternativa econômica. Há um grupo de pessoas inescrupulosasque tomaram conta do porto, não prestam conta de nada e o Estado está perdendo dinheiro. Não tenho dúvida de que a licitação foi fraudulenta”, afirmou a deputada.
Silvestre de Castro Filho, presidente da Sociedade de Navegação Porto e Hidrovias (SNPH), empresa pública que exerce a função de autoridade portuária do Estado, diz que nunca recebeu prestação de contas das empresas arrendatárias, como manda a lei, desde que assumiu, em outubro de 2003. Ele lembra que, na gestão de Amazonino Mendes, integravam a cúpula da SNPH – a parte fiscalizadora – pessoas que se tornaram sócias das próprias empresas arrendatárias. Uma dessas pessoas é o ex-senador Carlos Alberto de Carli, que foi exonerado no ano passado pelo governador Eduardo Braga. Há duas semanas, Carlos Alberto De Carli foi um dos políticos citados pelo lobista Sérgio de Andrade, preso pela Polícia Federal, acusado de extorsão em um esquema de contrabando na Zona Franca de Manaus envolvendo até US$ 10 milhões. O lobista disse que De Carli, entre outros, estaria à frente desse lobby.
A SNPH desembolsou no governo anterior R$ 35 milhões para as empresas arrendatárias, que tem como um de seus sócios o próprio De Carli. O acordo foi de pai para filho: as empresas devolvem o dinheiro em suaves prestações: em 240 meses com juros a 6% ao ano. “As arrendatárias receberam à vista e recompraram a prazo”, constatou Silvestre. Um negócio da China em pleno coração da Amazônia.
REABERTURA DO MUSEU DO PORTO DE MANAUS - ATÉ AGORA NADA!


O vereador Elias Emanuel (PSB) protocolizou na ultima sexta-feira, denúncia junto ao Ministério Público Federal, contra o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), responsável pelo Museu do Porto de Manaus (MPM), considerado um Patrimônio Histórico da União pelo mesmo instituto, mas que há seis anos está fechado à visitação pública e com o acervo sendo deteriorado por falta de cuidados. A informação foi passada durante o grande expediente desta segunda-feira, 19, no Plenário Adriano Jorge, da Câmara Municipal de Manaus.O líder do prefeito na CMM informou que uma ação semelhante já havia sido impetrada junto ao MPF pelo vereador oposicionista Coronel Vicente (PR) em 2007, não tendo surtido efeito e que por isso ele também entrou oficialmente na questão.Elias Emanuel iniciou o discurso elogiando a reinauguração, por parte da prefeitura, do Museu do Homem do Norte, na sexta-feira, 16, o que para ele é a valorização dos costumes e tradições da região. "Precisamos registrar esse momento tão importante, que mantém viva toda a riqueza cultural da gente dessa terra", justificou.Na seqüência criticou veementemente o Iphan pela postura diferenciada que tem em relação ao Museu do Porto. "Foram agressivos e conseguiram paralisar as obras do Mercado Adolpho Lisboa, alegaram preocupação com as pedras do piso do histórico prédio. Agora fazem de conta que não sabem de nada. O Museu do Porto está sob seus cuidados, fechado e eles nada fazem", disse. Como integrante da Comissão de Cultura e Patrimônio Histórico, Elias lembra que o descaso do Iphan é antigo. "Quando eu era o presidente da comissão fiz audiência. Os que me sucederam já realizaram audiência. A responsabilidade pelo museu todos sabemos de quem é, mas nada mudou", argumentou.A critica de Elias foi reforçada pela vereadora Lúcia Antony (PCdoB), que além da questão do MPM lembrou da revitalização do Centro Histórico de Manaus. "Precisamos revitalizar, recuperar, mas precisamos também dar funcionalidade às mesmas. É preciso integrar o comércio com a história, melhorando o trânsito inclusive", declarou Lúcia.O Museu do Porto de Manaus tem um acervo de aproximadamente 300 peças históricas formadas por objetos, documentos e ferramentas. Entre as peças estão as plantas originais do Rodway, canhões, cristais e uma locomotiva, conhecida como Maria Fumaça que de acordo com Elias está sendo destruída pela ação do tempo (ferrugem). Além da perda de parte da história de Manaus, Elias Emanuel apontou outros problemas causados pela atual situação do MPM. "Os alunos ficam no prejuízo, os acadêmicos ficam no prejuízo, a cidade fica no prejuízo porque parte de suas história é negada aos turistas que aqui passam. O MPM é da União, portanto é obrigação do Ministério Público Federal intervir nesta questão", acrescentou Elias. "Não vou me cansar de reclamar, em nome da cidade que moramos e da população que representamos, do quanto o Museu do Porto tem sido destratado pelo Iphan", finalizou.
Fonte: Nailson Castro
Fonte: Nailson Castro
PASSEIO SINISTRO POR MANAUS
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
RIOS DA NOSSA ALDEIA


Milton Hatoum - fotos: José Martins Rocha.O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
Fernando Pessoa/Alberto Caeiro
Eu mesmo desisti dessa felicidade deslumbrante,
Fernando Pessoa/Alberto Caeiro
Eu mesmo desisti dessa felicidade deslumbrante,
E fui por tuas águas levado,
A me reconciliar com a dor humana pertinaz,
E a me purificar no barro dos sofrimentos dos homens.
Mário de Andrade
Mário de Andrade
Mário de Andrade concluiu o belo e longo poema Meditação sobre o Tietê em 12 de fevereiro de 1945. Morreu treze dias depois, reconciliado "com a dor humana pertinaz". Talvez seja um de seus poemas mais melancólicos e soturnos, escrito numa época em que a esperança na humanidade era uma espécie de alucinação dos alienados. O tema da Meditação não é a morte do Tietê. O rio é um dos ícones da metrópole, mas é também metáfora e testemunho da passagem do tempo: "o tempo de homens partidos", que culminou numa época obscura e trágica, no Brasil e no mundo.
O autor de Macunaíma não viu o maior rio de sua cidade morrer, como não tinha visto os rios da Amazônia agonizarem quando viajou para a região Norte em 1927.
O significado simbólico de um rio encontra-se nos poemas de grandes poetas. Os rios do Recife, evocados por Manuel Bandeira e João Cabral de Malo Neto. Ou o rio que corre pela minha aldeia, como escreveu um dos heterônimos de Fernando Pessoa.
Sem aspirar a qualquer ambição poética, penso nos rios da Amazônia, sobretudo o Negro, o afluente que justifica o porto onde nasci. O que seria de Manaus sem esse rio quase mítico que envolve a cidade e expande o seu horizonte? Afluente soberano do Amazonas, o rio Negro banha Manaus e nela se adentra, desdobra-se, multiplica-se com seus igarapés de margens habitadas por palafitas. Para as crianças manauaras de hoje, quais são os significados geográfico, cultural e simbólico de tantos igarapés, esses pequenos afluentes do rio Negro?
Em menos de vinte anos, os igarapés de Manaus tornaram-se canais poluídos onde nem um louco ousaria banhar-se. No entanto, nos anos 60, até os moradores do hospício de Flores freqüentavam os balneários públicos da cidade. Fugiam do inferno para nadar e mergulhar. Lembro da tarde em que um dos fugitivos foi capturado no balneário 15 de Novembro. Ele estava nu, brincando nas águas escuras e limpas do igarapé. Ria de tanta liberdade, os braços erguidos para o céu cheio de nuvens espessas como se fossem blocos de mármore.
O 15 de Novembro era um dos balneários mais populares de Manaus. O outro, o da Ponte da Bolívia, ficava mais longe, bem depois do fim da cidade, onde o mundo acabava e a nossa fantasia começava. Esses braços de rio eram, para muitos jovens de uma cidade ilhada, os cânticos do nosso encanto maior: a fantasia sexual. Sim, porque os clubes de campo promoviam festas carnavalescas à margem dos igarapés... Ou simplesmente festas, sem confetes nem serpentinas: bailes ao som de bolero que culminavam em danças aquáticas nas manhãs calorentas. Por isso os igarapés têm para mim um significado real e simbólico.
Paisagens vivas da cidade, esses caminhos de água foram fontes de prazer, leitos aquáticos de experiência erótica e encontro carnal. Na minha memória, o primeiro encontro com uma mulher aconteceu num desses balneários escondidos, quase clandestinos numa cidade ainda pequena e provinciana. Namoramos no rio, brincamos até o sol da tarde esquentar a água e a areia. Um namoro com tantos volteios e imersões... Amor sem palavras, como se fôssemos estranhos ou mudos... Depois deitamos no areal próximo da floresta e mergulhamos no sono de quem se esquece do mundo. No fim da tarde ela já não estava mais comigo. Na areia vi marcas dos nossos corpos, e as águas do igarapé trouxeram a lembrança de uma manhã-tarde de amor. Eu ainda a procurei no areal e depois no varadouro que conduzia à Ponte da Bolívia. Dois dias depois voltei ao balneário, mas não a encontrei.
Nas noites de carnaval daquele ano pensei encontrá-la em algum clube, ou em alguma festa que terminava na Praça da Polícia, onde os foliões banhavam-se no lago e nas fontes... Foi um carnaval sem muitas cores: meu último carnaval em Manaus, no ano do golpe militar de 1964.
Quando fui embora da cidade, os igarapés ainda viviam... Dez anos depois, na época ufanista de milagres (econômicos) efêmeros, esses pequenos rios começaram a morrer. Agora eu os vejo sem vida, córregos tristes e enlameados que cortam a cidade. Mas correm na memória como se fossem corpos banhados de sensualidade e erotismo. Rios corpóreos num mural que se move no tempo. Imagens embaçadas e distantes, que dão algum ânimo à época obscura em que vivemos.
Não sei por quanto tempo o rio Negro sobreviverá.
* * *
Milton Hatoum é escritor, autor dos romances Dois Irmãos, Relato de um Certo Oriente e Cinzas do Norte. Fale com Milton Hatoum: milton.hatoum@terra.com.br
Terra Magazine
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
A PRAÇA DE SÃO SEBASTIÃO É DO POVO!

O Frei Fulgêncio Monacelli, pároco da Igreja de São Sebastião, fez duras criticas a Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas, em decorrência de não ter autorizado a realização do arraial no Largo.
Segundo o frei, as festividades em homenagens ao santo guerreiro, possuem uma tradição secular, sempre foram realizadas na Praça de São Sebastião. Com a revitalização do Largo, o governo do Estado autoriza somente a festa de carnaval da Bica, ficando de fora os festejos religiosos, com a estúpida alegação de que o piso do Largo não suportará as barracas de vendas de guloseimas.
A Praça é do Povo! Não é e jamais será do governo! As manifestações do povo, tanto as religiosas como as carnavalescas, podem e devem utilizar as praças, pertencem ao povo e não ao bel-prazer do governo.
A programação anual de eventos da SEC inclui inúmeros festivais, com a montagem de enormes palcos e toneladas de equipamentos. O arraial de São Sebastião está fora! Segundo os “técnicos” da secretaria, não pode ser realizado na praça, pois o “peso” das barracas poderá afundar o piso do Largo! Que absurdo! Com a palavra o Dr. Robério Braga; não é por menos que o povo apelidou o Largo de “Roberlândia”.
Sou totalmente favorável à revitalização do centro antigo de Manaus; os espaços públicos devem voltar a ser freqüentados pelos amazonenses, não tem lógica o governo investir recursos públicos no Largo de São Sebastião, depois proibir o acesso do povo nos festejos religiosos, o frei Fulgêncio está com toda razão em fazer as suas criticas ao governo. Estou com o religioso, irei participar das quermesses até o dia 21 do corrente, bem como, pretendo participar do carnaval da Bica, na Praça de São Sebastião. A praça é nossa e não dos “técnicos” da SEC!
Segundo o frei, as festividades em homenagens ao santo guerreiro, possuem uma tradição secular, sempre foram realizadas na Praça de São Sebastião. Com a revitalização do Largo, o governo do Estado autoriza somente a festa de carnaval da Bica, ficando de fora os festejos religiosos, com a estúpida alegação de que o piso do Largo não suportará as barracas de vendas de guloseimas.
A Praça é do Povo! Não é e jamais será do governo! As manifestações do povo, tanto as religiosas como as carnavalescas, podem e devem utilizar as praças, pertencem ao povo e não ao bel-prazer do governo.
A programação anual de eventos da SEC inclui inúmeros festivais, com a montagem de enormes palcos e toneladas de equipamentos. O arraial de São Sebastião está fora! Segundo os “técnicos” da secretaria, não pode ser realizado na praça, pois o “peso” das barracas poderá afundar o piso do Largo! Que absurdo! Com a palavra o Dr. Robério Braga; não é por menos que o povo apelidou o Largo de “Roberlândia”.
Sou totalmente favorável à revitalização do centro antigo de Manaus; os espaços públicos devem voltar a ser freqüentados pelos amazonenses, não tem lógica o governo investir recursos públicos no Largo de São Sebastião, depois proibir o acesso do povo nos festejos religiosos, o frei Fulgêncio está com toda razão em fazer as suas criticas ao governo. Estou com o religioso, irei participar das quermesses até o dia 21 do corrente, bem como, pretendo participar do carnaval da Bica, na Praça de São Sebastião. A praça é nossa e não dos “técnicos” da SEC!
sábado, 10 de janeiro de 2009
MANAUS, MANAUS, MANAUS, MINHA CIDADE QUERIDA!


O blog tem como proposta a publicação de fotos e comentários sobre a Amazônia, principalmente da Manaus antiga “Belle Époque” e contemporânea; por ser filiado ao site de busca google, recebo inúmeros e-mails sobre o tema.
Recentemente, um leitor solicitou informações sobre “a morte do governador Eduardo Ribeiro”; o interessante é que não sou historiador ou pesquisador, possuo sim, um enorme amor por Manaus, tenho por hobby garimpar fotos antigas, tirar fotografias dos prédios, ruas e monumentos, depois fazer comparações e, publica-las no blog, para que as pessoas reflitam e comecem a respeitar e também amar a nossa cidade.
A minha infância foi muito pobre, nasci no Igarapé de Manaus, morava numa casa flutuante; aos 12 anos de idade tinha a liberdade de andar sozinho pelo centro de Manaus; ficava admirando os casarões, as belas casas, as praças, os monumentos, os jardins, as igrejas, etc.; achava tudo bonito, belo, bem diferente da minha casinha de madeira! Foi quando esta paixão começou!
Recentemente, um leitor solicitou informações sobre “a morte do governador Eduardo Ribeiro”; o interessante é que não sou historiador ou pesquisador, possuo sim, um enorme amor por Manaus, tenho por hobby garimpar fotos antigas, tirar fotografias dos prédios, ruas e monumentos, depois fazer comparações e, publica-las no blog, para que as pessoas reflitam e comecem a respeitar e também amar a nossa cidade.
A minha infância foi muito pobre, nasci no Igarapé de Manaus, morava numa casa flutuante; aos 12 anos de idade tinha a liberdade de andar sozinho pelo centro de Manaus; ficava admirando os casarões, as belas casas, as praças, os monumentos, os jardins, as igrejas, etc.; achava tudo bonito, belo, bem diferente da minha casinha de madeira! Foi quando esta paixão começou!
Em decorrência da solicitação dos leitores, estou começando a ir mais a fundo: procuro livros antigos e periódicos do início do século passado, frequento os sebos da Praça da Polícia e da Feira da Eduardo Ribeiro, fuço mais a internet, converso sobre o assunto com o professor Joaquim Melo - quem sabe no futuro poderei escrever sobre o tema e deixar simplesmente de copiar o já foi escrito.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
LARGO DE SÃO SEBASTIÃO - MANAUS
Largo da São Sebastião
Responsável:
Claudia Regina Cruz da Costa
Endereço:
Praça São Sebastião – Centro
Telefone:
(92) 3232-0527 / 3635-5832
Horário de Funcionamento:
De terça a domingo - De 18h às 21h
Histórico:
O Largo de São Sebastião, que não passava de uma rocinha de propriedade do Sr. Antônio Lopes Braga, foi aberta em 1867, onde o Dr. Canavarro erigiu um monumento que se encontra no meio da praça que homenageia a abertura dos portos do Amazonas às demais nações.
No dia 7 de setembro de 1867, por iniciativa do médico Dr. Antônio Davi Vasconcelos de Canavarro, foi inaugurado no terreno hoje ocupado pela Praça de São Sebastião, uma coluna de pedra, de seis metros de altura, com quatro faces lisas, provida de soco, cornijas, base e capitel, lembrando a ordem compósita. Essa modesta coluna foi consagrada ao ato de abertura do rio Amazonas ao comércio mundial, ato que tem a data de 7 de setembro de 1866, firmado pelo então Imperador do Brasil Dom Pedro II.
O grupo de bronze (monumento) representa a figura principal na Amazônia, abraçada ao comércio, que é figura mitológica (Mercúrio), que se vê em plano inferior àquela. No conjunto inferior as quatro naves de bronze, projetando-se da mole da bacia, e nomeadas no texto, representam a Eurásia, África, América, Oceania e Antártida. O monumento não possui um traço, um detalhe que lembre de fato a região, que a caracterize. Produto de enfática inspiração européia, não foi lembrado a experiência regional. A grande figura cimeira é clássica, vigorosa mulher de seios nus e amplas vestes flutuantes, severo perfil de cânones romanos. Os delfins de bronze, à moda de gárgulas, lembram estilizações ferozes das catedrais góticas.
Inaugurado em 2004, o Centro Cultural Largo de São Sebastião é um espaço criado e mantido pelo Governo do Estado do Amazonas, através da Secretaria de Cultura, com a finalidade de resgatar a cidadania através da arte. Tal empreendimento, além de democratizar a arte, proporciona aumento da renda para a classe artística, na medida em que um novo mercado de trabalho se abre. Além de se tornar um local de entretenimento e lazer, há o resgate da memória local com a revitalização da área. Compõem esse espaço o Teatro Amazonas, a Casa Ivete Ibiapina, a Casa do Restauro, a Casa J. G. Araújo e a Casa das Artes
Atividades Desenvolvidas:
· Passeio de charrete: três charretes que estão a disposição do publico para que possam revisar a historia vivendo parte do glamour da “Paris dos Trópicos”. Sendo o horário de funcionamento das 18h ás 21h – De terça à sábado.
· Brincadeiras Infantis: oferece brinquedos confeccionados em madeiras, além de resgatar brincadeiras de época como: pula corda, pião, perna-de-pau, futebol de botão, macaca, casinha de boneca, boneca de pano, entre outros. Seu horário de funcionamento é das 18 às 21 h, de sexta a domingo.
· Show Artístico: (teatro, dança e música) – apresentação de artistas regionais, com a finalidade de valorizar a cultura local.
Sábado e Domingo - 19h às 21h
· Clips Musicais: atração oferecida ao público que se faz presente ao Largo para assistir o programa Carrossel da Saudade, com musicais nacionais e internacionais.
· Carrossel da Saudade: em parceria com a TV Cultura / SEC o Largo oferece ao público, o programa, ao vivo, Carrossel da Saudade, com atrações locais e nacionais, levando o público a um clima nostálgico, relembrando os bons e velhos tempos. Sexta- feira - 20h30 às 22h
· Cinema Infantil: proporciona às crianças freqüentadoras do Largo, mais uma opção de lazer com clássicos infantis - Domingo - 18h30.
· Cinemantigo: oferece aos aficionados por clássicos o melhor dos filmes antigos de grandes diretores que fizerem a história do cinema. Sábado e Domingo - 19h30
Serviços Oferecidos:
· Passeio de Charrete;
· Brincadeiras Infantis;
· Show Artístico;
· Clips Musicas;
· Cinemantigo;
· Cinema Infantil;
· Carrossel da Saudade;
www.culturamazonas.gov.br
PRAIA DA PONTA NEGRA - MANAUS
A praia da Ponta Negra, localizada a 13 KM do centro de Manaus-AM, é um dos principais pontos turísticos da cidade, onde se oferece grandiosidade e opções para o lazer e o turismo. Desde sua reforma tornou-se ponto de encontro da população da capital amazonense, seja para nadar, correr, praticar vôlei, futebol, futevôlei, skate, caminhar ou simplesmente apreciar a beleza e a magia da natureza.O complexo possui bares com músicas regionais ao vivo, restaurantes, sorveterias e parquinho para a diversão das crianças. Não é a toa que o local é cartão postal da cidade. Tantos recursos prendem atenção do turista, que é recebido com muito prazer.Durante a época da vazante do rio Negro, entre os meses de março e setembro, a praia se estende por quase dois quilômetros. As águas escuras, de temperatura sempre muito agradável, são convidativas ao banho e relaxamento. Com a lenta subida do rio, a praia praticamente desaparece e as águas chegam a tocar os sólidos paredões de pedra. Uma ótima vista para o pôr-do-sol.O Anfiteatro da Ponta Negra tem capacidade para 15 mil pessoas e é equipado com sistema de som e vídeo de alta qualidade. Os mais importantes eventos artísticos são realizados no espaço, com a participação massiva da população.Recentemente foi instalado na Ponta Negra uma Feira de Artesanato com produtos de matéria-prima regional e incentivo a mão-de-obra local. Vale a pena conhecer, visite! Com mais de 15 mil turistas nessa temporada, Manaus torna-se a grande atração desse período do ano. São visitantes de todos os países. Esses ano, marcam presença uma maioria da Romênia. Os turistas adoram ver o espelho da agua limpida comum. Com mais de 15 mil turistas nessa temporada, Manaus torna-se a grande atração desse período do ano. São visitantes de todos os países. Esses ano, marcam presença uma maioria da Romênia. Os turistas adoram ver o espelho da agua limpida comum.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
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