segunda-feira, 1 de junho de 2026

LIVRO 'EDUARDO RIBEIRO - VIAGEM AO PASSADO DE MANAUS' - AUTOR: JOSÉ ROCHA

­­­­­­­­­­­­­­­­­­Introdução

Ao escrever este livro, levei em consideração tanto a memória coletiva do povo amazonense quanto os registros históricos. A memória coletiva, por sua natureza subjetiva, apresenta diferentes versões de um mesmo acontecimento; já os fatos históricos são objetivos e precisos, baseados em fontes oficiais e aceitos pela comunidade de historiadores. A fusão desses elementos enriqueceu a narrativa, tornando-a atraente para diversos públicos. Se por vezes a história pode parecer árida, a memória coletiva lhe confere cor e brilho, revestindo os fatos de vida e emoção. Essa combinação também desperta maior interesse nos leitores. Este livro apresenta-se como um romance histórico, fruto de minha imaginação criativa e de intensas pesquisas em jornais antigos e obras de escritores amazonenses. Contou ainda com a colaboração da Inteligência Artificial, baseada em sistemas neurais artificiais inspirados no cérebro humano. Apesar desse esforço, reconheço que a obra pode conter erros e omissões. Seu objetivo principal é oferecer um vislumbre da história antiga e contemporânea da cidade de Manaus, bem como daquilo que permanece na memória de seu povo ao longo dos séculos. A construção desta obra envolveu inúmeros desafios, especialmente no desenvolvimento da trama, dos personagens e na criação de um universo que mescla realidade e imaginação. Inspirada pela física teórica e pela liberdade criativa da ficção, a narrativa ousa ultrapassar fronteiras de tempo e espaço. Na trama, a personagem principal vive no passado e, em sonhos, encontra-se com um personagem do presente. Juntos, viajam por meio de um portal, retornam ao presente e exploram diferentes épocas. No entanto, na imaginação do escritor, tudo é possível: personagens vivenciam aventuras em diferentes períodos, presenciam eventos marcantes e até mesmo alteram o curso da história. A ficção, afinal, oferece um espaço seguro onde as regras da física podem ser flexibilizadas para transmitir ao leitor a mensagem que desejo compartilhar. Este pequeno livro, com pouco mais de quarenta páginas, é repleto de emoção e inspiração histórica. Convido você a aproveitar cada página, deixar-se levar pela magia da leitura, enriquecer seus conhecimentos, refletir sobre sua própria vida e valorizar ainda mais nossa história e memória coletiva. Que todos tenham uma envolvente viagem no tempo.

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"...Naquele setembro quente e úmido, embarcou sozinho para Manaus. Não era uma visita qualquer. Riba voltava exatamente nas comemorações do sesquicentenário de nascimento de Eduardo Ribeiro, o enigmático governador negro que revolucionara              a cidade, o homem que, contra todas as forças contrárias, fincara no coração da floresta a joia que simbolizaria a ‘Paris dos Trópicos’.

O destino levou Riba ao Teatro Amazonas, que conhecia de cor desde a sua adolescencia como morador da Rua Tapajós e de participante da juventude franciscana da Igreja de São Sebastião - ou achava que conhecia. Caminhou pelos corredores vazios, saboreando o silêncio raro. Cada sala respirava história. Cada degrau parecia pulsar memórias de gala, glória e suor de operários. Até que algo quebrou aquela paz.

Uma pessoa passou correndo por ele, entrando no banheiro masculino. Era um homem de pele negra brilhando sob a luz amarela do corredor, vestido de maneria formal e elegante, com paletó, colete e calças escuras, gravata, camisa de colarinho alto e abotaduras, fraque e uma bengala. Riba parou. O coração bateu como se reconhecesse antes mesmo da razão. Aquela figura - real demais para ser sonho, improvável demais para ser real - entrou no banheiro masculino. O escritor hesitou por um segundo. Depois, como quem aceita um chamado antigo, abriu a porta.

 Ali estava ele. Eduardo Gonçalves Ribeiro, em carne, presença e mistério. O Pensador o observou com firmeza, como quem já o esperava. E falou com a naturalidade de quem conversa fora do tempo:

- Eu sabia, Ribamar. Você sempre acreditou que o tempo é uma estrada. Hoje, ela se abriu para nós dois. O escritor não respondeu. Apenas sentiu. Sentiu que aquela aparição não era visão, truque ou fantasma. Era convite.

Eduardo aproximou-se, apoiando a bengala no chão com leveza:

- Voltei para o presente e vim buscar você para o passado. Há coisas que só podem ser entendidas lá onde aconteceram. Venha. Vou lhe mostrar minha vida, minhas batalhas, minhas perdas. Irei falar sobre o meu nascimento, meus estudos, minhas publicações no jornal ‘O Pensador’, onde eu combatia a Monarquia e lutava pela implantação da República, tudo isto em São Luís do Maranhão. Você irá conhecer como foi a minha chegada a Manaus, o meu trabalho em prol da população, as obras que ficaram para a posteridader, as guerras políticas que enfrentei aqui e o suposto suicídio em minha Chacara e, sobretudo, quero que veja com seus próprios olhos o que fizeram comigo… e por quê, além de alguns acontecimentos após a minha passagem para outro plano – depois, voltaremos ao presente, onde você poderá escrever um livro contando a minha real história, enquanto eu, ficarei voltando algumas vezes ao presente,  passeando pelos corredores da minha obra-prima, o orgulho do povo amazonense, o nosso magestoso Teatro Amazonas, onde gosto de assistir do ‘Camarote Oficial do Governador’ as  apresentações do Festival de Ópera, Jazz, Companhias Teatrais e apresentações de artistas locais, nacionais e até internacionais.

Já próximo às dezessete horas, o momento de fechamento do Teatro Amazonas para visitação pública e sob orientação de Eduardo, os dois caminharam até a ‘Varanda Externa da Fachada Principal’. A boquinha da noite manauara parecia guardar mais segredos do que estrelas. Lá embaixo, a Praça São Sebastião repousava silenciosa, tendo ao centro o Monumento à Abertura dos Portos às Nações Amigas. Eduardo levantou a mão. O ar vibrou. O chão respirou. Um círculo de luz abriu-se diante deles, como se a própria história estivesse sendo reescrita. Um ‘Portal’, vivo, pulsante, chamando. Riba sentiu o corpo tremer - não de medo, mas de reconhecimento. A fronteira entre passado e presente estava se desfazendo.

 Eduardo sorriu:

- Pronto, Ribamar? Agora começa a verdadeira história. E juntos, lado a lado, atravessaremos o portal. Estamos na minha cidade natal, São Luís, capital do Maranhão. Vou resumir sua história, embora saiba que o ilustre professor conhece muito bem a História do Brasil. A cidade foi fundada em 1612 pelos franceses, liderados por Daniel de La Touche e François de Rasilly, em homenagem ao rei Luís XIII da França. Inicialmente parte da França Equinocial, foi conquistada pelos portugueses em 1615, sob o comando de Jerônimo de Albuquerque, dando início a um longo período de domínio colonial. Ao longo do tempo, São Luís passou por três fases principais: o domínio francês (1612–1615), o domínio português (a partir de 1615) e um breve período de ocupação holandesa (1641–1644). No século XIX, destacou-se economicamente com a exportação de algodão, o que impulsionou seu crescimento e modernização. Seu Centro Histórico é um dos maiores patrimônios culturais do Brasil, reconhecido pela arquitetura colonial portuguesa e pelo uso característico de azulejos nas fachadas. A cidade teve grande importância econômica durante o período colonial e mantém, até hoje, um rico legado cultural, marcado pela forte presença de tradições populares.

- Eu já conhecia, de fato, um pouco da história da cidade de São Luís, pois tenho grande interesse pelas tradições populares. Além disso, por ser manauara, sinto ainda mais gratidão por você - um maranhense que chegou jovem à minha cidade e ajudou a transformá-la em uma das mais belas do país, deixando obras suntuosas que continuam     a ser admiradas por várias gerações de amazonenses, brasileiros e até estrangeiros que visitam Manaus - disse Ribamar.

- Obrigado, Ribamar! Sei que não medi esforços para transformar, em poucos anos, a cidade de Manaus, mesmo sendo um homem negro e vindo de outro estado. Isso me trouxe alguns dissabores, pois fui perseguido por parte da elite local, que não aceitava meu trabalho honesto e administrativamente impecável. Alguns chegaram a sentir inveja da minha atuação ao transformar, em  apenas quatro anos, Manaus em uma cidade com estilo europeu em plena Amazônia...."

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Passamento de Dona Antonina Bringel

No dia 18 de maio deste ano, recebi de Maria Beatriz a triste notícia do falecimento de nossa querida amiga de família, Dona Antonina Bringel, aos 98 anos. Filha do Senhor João Bringel e da Dona Mariazinha Bringel, residia há décadas no Rio de Janeiro, onde foi cremada.

Na década de 1960, o Senhor João Bringel cedeu os porões do Solar dos Bringel, localizado na Rua Huáscar de Figueiredo, nº 1191, esquina com a Rua Igarapé de Manaus, para que meu saudoso pai, Rochinha, instalasse sua Oficina de Luteria. Ali fomos tratados como membros da família. O imóvel, pertencente ao Sr. João Bringel (1894–1987) e à Sra. Maria Macedo Bringel (1906–1992), era belíssimo, cercado de jardins e de um vasto pomar — com goiabeiras, mangueiras, abacateiros, limoeiros, abieiros, sapotilheiras e coqueiros. Com a permissão dos donos, minha avó Lídia Pires plantou uma mangueira que, bem cuidada, tornou-se frondosa e deu frutos por décadas.

Esse lugar permanece vivo em minha memória, pois foi onde passei a infância e adolescência, acompanhando o trabalho de meu pai na Oficina de Violões.

O Sr. João e Dona Mariazinha tiveram uma numerosa prole: Aurélio, Norma, Mário Jorge, Maury, Mauro, Renato (Pingo), Antonia (Antonina) e Dea, além dos netos Betinha, Titá e Miroco. Os filhos herdaram dos pais não apenas a beleza, mas também o gosto pela música e pelos estudos, destacando-se como brilhantes executivos nas áreas bancária e comercial. Meu pai considerava os Bringel como sua segunda família, convivendo com eles por três décadas, até se aposentar em decorrência de um AVC.

Na década de 1970, estive no Rio de Janeiro e tive a alegria de me hospedar alguns dias no apartamento da Dona Antonina, em Santa Teresa. Foi nessa ocasião que pude passear de bondinho e visitar o Cristo Redentor.

Na fotografia, Dona Antonina aparece à esquerda: uma mulher muito bela, ao lado de minha saudosa mãe Neli Soares, de minha irmã Graciete em sua formatura em Enfermagem e de meu querido pai José Rocha.

Dona Antonina, que Deus Pai Todo-Poderoso a receba em sua infinita misericórdia. A senhora cumpriu sua missão na Terra com dignidade, bondade e alegria. Criou seus filhos, foi guerreira e soube viver a vida sempre com bom humor.



quarta-feira, 6 de maio de 2026

Cinco dias e meio sem usar o aparelho celular

 

Já li relatos de pessoas que gostariam de passar pelo menos vinte e quatro horas sem utilizar o smartphone — esse famoso, odiado e, ao mesmo tempo, inseparável aparelho. Eu consegui ficar cinco dias e meio sem usá-lo — um feito inédito para quem antes não conseguia se desligar nem por alguns minutos. Mas, como dizem, sempre há uma primeira vez na vida.

Meu celular “deu capim na palheta”, como dizem os ribeirinhos quando surge um problema que impede alguém de fazer algo. Fiquei de sexta-feira até quarta-feira ao meio-dia sem o bendito aparelho. Imagine a agonia. Dizem que o uso constante do celular é um vício e, como todo vício, quando a pessoa deixa de alimentá-lo, entra em uma espécie de abstinência.

Talvez o que mais prenda o sujeito sejam as redes sociais. Nesse aspecto, até consegui suprir a falta usando meu computador pessoal. Mas, na rua, a situação era outra. Comecei a observar as pessoas nas filas, nos transportes públicos, bares, praças, restaurantes, em casa e até caminhando pelas ruas: todas — com exceção das crianças de colo — usando o celular de forma contínua, sem parar. Havia até gente usando o aparelho enquanto dirigia carro ou moto, apesar de ser uma infração de trânsito.

Será que tem gente namorando e olhando o celular ao mesmo tempo? Acho que sim. Ou não? O sujeito acorda e, antes mesmo de rezar ou orar, pega o celular. Depois vai ao banheiro com ele, toma café da manhã com ele, beija a esposa e os filhos olhando para ele. Não tira os olhos da tela até chegar ao trabalho, onde sempre dá um jeito de consultá-lo. Volta para casa, repete a rotina e, no fim do dia, adormece com o celular na mão. Meu Deus!

Certa vez, assisti a um podcast em que um dos entrevistados não conseguia tirar os olhos do celular. Chegou a dizer que aquele aparelho era o mal do século — mas que a vida dele estava ali dentro. E talvez esteja mesmo. Hoje, uma pessoa sem celular ou sem internet pode se sentir isolada no meio da multidão, como se fosse um zumbi.

Há quem tenha dois, três ou até quatro celulares — imagine a situação! Eu passei cinco dias e meio sem usar o meu único aparelho. E quem tem mais de um: será que consegue passar pelo menos um dia? Acho difícil. E você, conseguiria passar cinco dias e meio sem usar o celular?

Creio que seja muito complicado — a não ser em uma situação semelhante à minha. Afinal, como em tudo na vida, sempre existe uma primeira vez.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Projeto “Elas por Elas com Eles” homenageia em vida o artista Ignácio Evangelista na Praça da Polícia


RELEASE PARA IMPRENSA

Manaus (AM), 4 de maio de 2026

Contato para imprensa:
Pedrinha Lasmar Cruz
Coordenadora-geral do projeto Elas por Elas com Eles
Telefone/WhatsApp: (92) 98166-7170
E-mail: pedrinha2021mpu@gmail.com

Projeto “Elas por Elas com Eles” homenageia em vida o artista Ignácio Evangelista na Praça da Polícia

Em celebração ao Dia do Artista Visual, o projeto Elas por Elas com Eles realiza, no próximo sábado (9), uma homenagem em vida ao artista plástico amazonense Ignácio de Loiola Pantoja Evangelista, de 84 anos. O evento acontece na Praça da Polícia (Praça Heliodoro Balbi), no Centro de Manaus, e promete transformar o espaço em uma grande galeria de arte a céu aberto.

A data oficial, comemorada em 8 de maio, foi estrategicamente transferida para o sábado, com o objetivo de coincidir com a tradicional feira de empreendedores da praça, ampliando a participação popular e garantindo a presença do homenageado, frequentador assíduo do local. A programação tem início às 8h, com o ato solene “Abraço no Mestre” previsto para as 10h30.

A iniciativa é organizada pela coordenação do projeto Elas por Elas com Eles em parceria com o Centro Associativo Amigos da Praça, e reconhece mais de seis décadas de contribuição de Evangelista à cultura e à identidade amazonense.

Da Bienal à cultura popular

Nascido em Manaus, em 11 de outubro de 1942, e morador histórico da Rua Lobo D’Almada, Ignácio Evangelista construiu uma trajetória que transita entre a arte erudita e a cultura popular. Com formação pelo Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, representou o Amazonas na XIII Bienal de São Paulo, em 1973, além de participar do 1º Salão Nacional de Artes Plásticas.

Seu trabalho também marcou a memória cultural da cidade por meio da cenografia e decoração de tradicionais bailes de carnaval em espaços como Ideal Clube, Rio Negro Clube, Sheik Club e Nacional Club. Foi responsável ainda pela cenografia do emblemático “Baile do Sapo Não Lava o Pé”, do Atlético Rio Negro Clube.

Evangelista integra o Clube da Madrugada e a Associação Amazonense de Artistas Plásticos Profissionais (AMAPP).

Arte que retrata o povo

Duas obras emblemáticas do artista conduzem o conceito da homenagem: O Palhaço, uma de suas telas mais conhecidas, que expressa a vivacidade e as cores marcantes de sua produção; e O Vendedor de Cascalho, obra de forte cunho social que retrata a realidade do trabalhador autônomo.

“Transferimos a homenagem para o sábado porque é quando o mestre está na praça. Artista se homenageia em vida, com ele presente, olho no olho”, destaca a coordenadora Pedrinha Lasmar Cruz.

Segundo ela, a conexão entre a obra e o cotidiano dos empreendedores locais é imediata:
“Quando vimos ‘O Vendedor de Cascalho’, entendemos tudo. O mestre retratou, há décadas, a dignidade de quem trabalha para sustentar a família. Ele pintou nossa alegria e também nossa luta. Ele nos pintou.”

Programação interativa

A programação inclui uma pintura coletiva inspirada em O Palhaço, que será reproduzido em um painel de grandes dimensões com participação do público. Já os empreendedores da feira irão compor o “Painel dos Vendedores de Cascalho”, deixando fotos e assinaturas ao lado da obra, formando um manifesto visual que conecta arte e economia criativa.

O ato solene contará com a entrega de uma placa de homenagem com a inscrição:
“O senhor não pintou apenas telas. Pintou a nossa identidade. Pintou o povo trabalhador, o empreendedor, a criança que ri e o adulto que luta.”

Trajetória ativa

Aos 84 anos, Ignácio Evangelista segue em plena atividade, produzindo em seu ateliê no Centro Histórico de Manaus. Suas obras integram acervos no Brasil e no exterior.

SERVIÇO

O quê:          Homenagem em vida ao artista plástico Ignácio Evangelista, em alusão ao      

                      Dia do Artista Visual
Quando:       Sábado, 9 de maio de 2026, a partir das 8h (ato solene às 10h30)
Onde:            Praça da Polícia (Praça Heliodoro Balbi), Centro de Manaus
Realização:   Projeto Elas por Elas com Eles e Centro Associativo Amigos da Praça
Entrada:       Gratuita e aberta ao público
Parte inferior do formulário



 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Os primórdios da nossa Universidade Federal do Amazonas – UFAM

 

A atual Universidade Federal do Amazonas – UFAM, instituída em 1909, teve a sua origem numa instituição militar, sendo particular em seus primórdios, passando por várias denominações ao longo dos anos, mantendo sempre uma excelência na formação dos amazonenses e amazonidas.

Para conhecer a sua história de uma fonte fidedigna, fui buscar informações contidas na Revista ‘Archivos da Manáos’, publicada em 1914, da Escola Universitária de Manáos, criada e dirigida por Dr. Astrolabio Passos, com edição fac-similar, em 1989, pela Imprensa Universitária, comandada pelo saudoso professor e jornalista Deocleciano Souza – edição cedida gratuitamente a minha pessoa pelo livreiro Celestino Neto, da Banca de Revista O Alienista.

Tudo começou com a inauguração do ‘Clube da Guarda Nacional do Amazonas’, em 5 de setembro de 1906, tendo como presidente o Coronel Raymundo Affonso de Carvalho e vice-presidente o Tenente-Coronel Bretisláo Manoel de Carvalho Junior, tendo como objetivo maior criar uma escola prática militar. Em 15/03/1907, com o novo Estatuto, além de ensinar a arte da guerra, incentivava a cultura das ciências auxiliares.

Mudou o nome, em 10/11/1908, para ‘Escola Militar Prática do Amazonas’, com dois cursos, um preparatório e outro superior para os militares e, também, abrindo para acesso a qualquer brasileiro, tendo como presidente o Capitão Dr. Pedro Botelho da Cunha. Decorridos poucos dias, em 16/11/1908, mudou novamente para ‘Escola Livre de Instrução Militar do Amazonas’, com inauguração em 28/11/1908.

Em 11/01/1909, passou a denominar-se ‘Escola Universitária Livre de Manáos. No entanto, a sua Ata de Fundação foi em 17/01/1909, data oficial de fundação da primeira universidade do Amazonas, tendo como os primeiros diretores o Capitão Pedro Botelho da Cunha e Tenente-Coronel Dr. Joaquim Eulálio Gomes da Silva Chaves.

Possuía, por fim, cursos para as três armas, além de engenharia civil, agrimensura, agronomia, ciências jurídicas e sociais, farmácia, ciências e letras, dentre outros.  A Lei nº. 601, de 8/10/1908, reconheceu os seus Estatutos pelo governador Antônio Clemente Ribeiro Bittencourt, com a sessão magna de abertura dos cursos em 16/03/1910.

Nesta época, a universidade não possuía um prédio próprio, sendo realizadas as sessões na residência do fundador Dr. Eulálio Chaves, na Rua Lobo de Almada, nº. 85. O governador do Estado, o Coronel Antônio Bittencourt, cedeu o Grupo Escolar Saldanha Marinho, que funcionava pela parte da manhã como escola pública e, a partir da tarde até às 10 da noite, como faculdade, sendo necessário instalar luz elétrica e fazer alguns reparos no prédio.

Com o advento da Lei nº 728, de 29/09/1913, o Estado concedeu como usufruto à Universidade Livre de Manáos, um prédio na Avenida Silvério Nery (atual Avenida Joaquim Nabuco), onde funcionava a Repartição de Obras Públicas (depois funcionou o Colégio Nilo Peçanha). Após ser adaptado, foi entregue oficialmente em 12/02/1914. Mesmo recebendo mensalidades dos alunos, a universidade recebia donativos em espécie dos mais ricos da cidade, professores (lentes) e subvenções municipais.

Após dois anos letivos, foram diplomados oito farmacêuticos, dez cirurgiões-dentistas e três agrimensores. A cerimônia de entrega dos diplomas foi realizada em 01/01/1912, no salão nobre do Gymnasio Amazonense.

Foram diplomados os seguintes diplomados:

Farmácia: Adail Valente do Couto, Júlio Martins de Souza Ramos, D. Raymunda Frota Leite, D. Clotilde de Araújo Pinheiro, D. Luiza Tibúrcio da Silva, José Mavignier de Oliveira, Gilberto Frignani e Eliezer Adrião Nogueira Torres;

Odontologia: Gentil Augusto Bittencourt, D. Julia Bittencourt, D. Virginia Correa Marinho Falcão, D. Maria Amora, D. Honorina Amora, João de Oliveira Freitas, Silvério Syriaco de Souza Carvalho, João Chrysostomo e Silva, Francisco Salles Montello e Manoel Adolpho Pereira Gomes.

Agrimensura: Angelino Bevilacqua, Raymundo Raposo e Anthero Veiga.

Após instalar os cursos de Direito, Medicina e Engenharia, em 13 de março de 1913, a Escola Universitária Livre de Manáos, passou a denominar-se Universidade de Manáos.

Havia uma opinião reinante de que não seria possível organizar o ensino por falta de pessoal discente, em uma cidade da regiao norte com pouco mais de 50 mil habitantes, no entanto, contrariamente à opinião reinante, foi escolhido um corpo docente entre intelectuais de reconhecida competência, produzindo resultados garantidores para o futuro.

Fotos: IDD




sexta-feira, 24 de abril de 2026

Bondes do Século XXI em Manaus: Uma Proposta com a Volta da Linha Saudade

 



Na qualidade de manauara da gema, saudosista e pesquisador da nossa história, venho apresentar ao crivo da população e levar aos governantes uma proposta para a volta dos bondes com a cara dos antigos, mas em uma nova versão do século XXI, ou seja, elétricos, sobre rodas e com a “Linha Saudade”, em novo trajeto, percorrendo lugares históricos da nossa querida cidade de Manaus.

Alguns governantes, num passado recente, já comentaram a vontade de trabalharem em prol da volta dos bondes, com alguns deles propondo uma linha curta, trazendo os turistas dos transatlânticos do Roadway, via Avenida Eduardo Ribeiro, até o Largo de São Sebastião, fazendo o mesmo retorno.

Não passaram de promessas políticas, sem sequer iniciarem um plano. Mas, como as esperanças se renovam a cada eleição, levo até eles a minha proposta inicial, que, caso acatada, deverá passar por todo um planejamento para a sua viabilização.

Por ser de caráter turístico, os planos, custos e operacionalização deverão inicialmente partir do governo estadual ou municipal. Depois, caso seja rentável, deverá passar para uma empresa privada gerir esta linha.

O desenho dos bondes deverá obedecer ao modelo de como eram no passado, no entanto, dotados de pneumáticos para rodar sem a necessidade de trilhos. Serão 100% elétricos, equipados com tecnologia brasileira da empresa Eletra (São Paulo) e baterias/motores elétricos WEG. Existe um projeto aprovado da chinesa BYD para produzir baterias no Polo Industrial da Zona Franca de Manaus.

Os novos bondes terão Wi-Fi, carregadores USB, pagamento via cartão e QR Code ou bilhetes para os turistas na Estação dos Bondes. Uma das características principais dos novos bondes será a emissão zero de poluentes. Estes tipos de bonde já estão em operação na China, com um detalhe: lá eles são autônomos, circulando pela cidade sem necessidade de motorista.

Uma coisa é certa: quando os governantes e políticos querem que algo aconteça, acontece. Foi o caso da Ponte Rio Negro, que muitos duvidavam e se concretizou. A ponte que ligará a BR-319 a Manaus sairá do papel brevemente, podem escrever aí. No caso dos bondes, havendo vontade política, eles voltarão a circular, com certeza, para o prazer e deleite da população manauara e o vislumbre dos turistas.

A Linha Saudade será a seguinte:

Estação dos Bondes: Complexo Booth Lines (atual Mercado de Origem), onde os bondes serão carregados e será o ponto de partida e chegada.

Sai pela Rua Monteiro de Souza, Travessa Vivaldo Lima, passando em frente ao Museu do Porto e à antiga sede da Manaós Harbour. Segue pela Rua Taqueirinha e vira à esquerda pela Rua Visconde de Mauá, passando em frente à Manauscult e ao futuro “Aquário Municipal”, além do “Mirante Lúcia Almeida”. Pela Travessa Carolina, entra na Rua Bernardo Ramos, mostrando o Centro Cultural Bernardo Ramos, Casarão Thiago de Mello, IGHA, Esperança e Porvir e demais casarões antigos da Belle Époque.

Segue pela Rua Gabriel Salgado, passando em frente ao Museu da Cidade de Manaus e à Praça Dom Pedro II. Dobra na Avenida Sete de Setembro, passando em frente ao Palácio Rio Branco, IAPETEC, Museu de Arqueologia e demais imóveis do início do século. Dobra na Avenida Eduardo Ribeiro, passando em frente ao Centro Cultural Palácio da Justiça.

Vira à direita na Rua 10 de Julho, passando pela lateral do Teatro Amazonas, Igreja e Largo de São Sebastião. Segue e dobra à direita na Avenida Getúlio Vargas, com vistas do Colégio Dom Pedro II, Praça da Polícia e Palacete Provincial.

Dobra à esquerda na Avenida Sete de Setembro, passando pela Ponte Romana I (Floriano Peixoto), com parada no Centro Cultural Palácio Rio Negro; Ponte Romana II (Marechal Deodoro) e Ponte de Ferro (Benjamin Constant), com parada para quem desejar conhecer o Museu do Índio, passando depois em frente ao ex-presídio Raimundo Vidal Pessoa (que deverá ser revitalizado).

Segue e vira à direita na via de acesso até a Avenida Lourenço Braga, passando pelo Largo do Mestre Chico, Parque Senador Jefferson Péres, Centro Cultural Usina Chaminé, Rio Negro, Feira da Banana, Novo Porto e Mercado Adolpho Lisboa.

Entra por dentro do Roadway, onde será possível verificar o prédio da Alfândega e a Guardamoria (sem paradas), além do maior porto flutuante do mundo. Ponto final na Estação dos Bondes.

A viagem foi longa, mas prazerosa. Passamos por dezenas de pontos turísticos, curtimos a verdadeira cara de Manaus. Sonhar não custa nada! Quem sabe um dia a minha ideia vingue e possamos passear nos Bondes do Século XXI pela Linha Saudade.

Foto: Gerada pela IA

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terça-feira, 14 de abril de 2026

Livro Raro 'Mil e um Segredos de Oficinas' – Marcel Bordais Tradução de Carlos Calheiros – Livraria Bertrand – 2ª edição

 

Raridade e contexto histórico. Este livro pertence a um gênero de literatura técnica muito valorizada entre colecionadores: manuais práticos de ofícios do início do século XX. Era voltado para artesãos, ourives, relojoeiros, mecânicos e pequenos industriais, reunindo receitas, técnicas, tabelas e segredos práticos de várias atividades manuais. Esse tipo de publicação: circulava em quantidades menores, era muito utilizado em oficinas, raramente sobrevivia em bom estado, e tem hoje alto valor histórico por registrar técnicas desaparecidas. A presença da Livraria Bertrand (uma das editoras mais antigas da lusofonia) reforça o prestígio editorial. A 2ª edição indica que o livro teve procura na época, mas ainda não é um item comum — especialmente no Brasil.

Importância temática O conteúdo descrito revela um manual extremamente completo para as artes técnicas: douração, prateação, niquelação e bronzeamento verniz, ligas metálicas e química artesanal limpeza de joias e objetos de arte receitas práticas relojoaria, óptica, eletricidade, armas, velocípedes tabelas de conversão de quilates para milésimos (joalheria) Ou seja, trata-se de um compêndio multidisciplinar, raro hoje porque concentra técnicas que não são mais ensinadas. Para pesquisadores de história da tecnologia, joalheria, metalurgia e restauração, é uma fonte primária de altíssimo valor.   Valor bibliográfico Pontos que aumentam o valor: Edição antiga e pouco comum Livraria Bertrand imprimia em Portugal e distribuía no Brasil. Muitos exemplares se perderam.   Carimbo e selo antigo de livraria do início do século XX O selo vermelho da Livraria Teixeira (Vieira Pontes, São Paulo) agrega valor histórico e colecionável.  Boa legibilidade e capa interna preservada Apesar dos sinais de idade, o miolo parece íntegro.   Tema buscado por colecionadores de livros técnicos antigos.  Estado de conservação (pela foto) Páginas amareladas — normal e aceitável. Manchas de oxidação (“foxing”) — comuns e não desvalorizam muito. Tipografia perfeitamente legível. Folha de rosto intacta (muito importante). Em resumo: bom estado para a idade.  Estimativa de valor de mercado Considerando livros similares vendidos no Brasil e Portugal: Faixa estimada: R$ 200 a R$ 600, dependendo do estado geral e da presença da capa original. Em leilões especializados, pode alcançar R$ 800 a R$ 1.200 se estiver completo e com capa firme. Valor histórico-cultural Este é o tipo de obra: citada em pesquisas sobre técnicas artesanais do século XIX e XX; valorizada por restauradores, ourives, relojoeiros e químicos; usada como referência em oficinas de arte e museus técnicos. Além disso, para colecionadores de livros técnicos portugueses e manuais industriais antigos, é um tesouro. Conclusão: O exemplar de Mil e um Segredos de Oficinas é um livro raro, de alta relevância técnica, muito procurado por: colecionadores de manuais antigos, historiadores de ofícios, joalheiros e restauradores, bibliotecas especializadas. Possui valor histórico e comercial, especialmente se estiver completo e com a capa original.

PARA FACILITAR, ESTOU DISPONIBILIZANDO DIGITALIZADO (PDF) AO PREÇO DE R$ 50,00. INTERESSADOS ENTRAR EM CONTATO NO E-MAIL: 




quinta-feira, 2 de abril de 2026

O Antiteatro do Parque Dez

 

Há lugares em Manaus que parecem adormecer no tempo, esperando apenas que alguém lhes desperte a memória. O Anfiteatro do Parque Dez é um desses cantos guardados na sombra da história — e foi justamente numa dessas minhas andanças curiosas pelo passado que reencontrei esse velho conhecido.

Tudo começou lá atrás, quando o prefeito Paulo Pinto Nery decidiu, em 1970, inaugurar um anfiteatro no coração do Parque Dez de Novembro. Instalado no então Balneário do P10, existente desde 1938 e banhado pelo silencioso Igarapé do Mindu, o espaço nasceu com um objetivo nobre: educar e divertir a população manauara. Era um tempo em que cultura e lazer caminhavam lado a lado com a vida simples dos bairros.

Os anfiteatros, como se sabe, são arenas ovais a céu aberto, cheias de degraus onde o povo se acomoda para ver e ser visto. O nome vem do grego amphitheatron, “visão de ambos os lados”. Herdamos dos romanos esse formato clássico — eles, por sua vez, adaptaram dos gregos para assistir a combates de gladiadores e feras selvagens, sendo o mais célebre de todos o imponente Coliseu.

O nosso, bem mais modesto, foi inaugurado com pompa em 1970 e logo recebeu eventos importantes. Consta nos jornais da época que, em 1971, o elenco da novela Irmãos Coragem, sucesso absoluto na televisão, se apresentou ali — imaginem a movimentação no P10!

Ao longo dos anos, o Anfiteatro do Parque Dez serviu para tudo um pouco: Eentregas de certificados do MOBRAL/Apresentações de Grupos Folclóricos das Escolas Municipais/O famoso Arraial Roça Feliz/Ffestas das Crianças/ Shows de artistas e grupos locais como Paulo Onça, Célio Cruz, Suzy, Raízes Caboclas, Carrapicho, Programa Brincando no Parque, Grupo Mar Azul e até a Escola de Samba Barelândia.

Eu mesmo tive o privilégio de assistir ali a uma banda de jazz norte-americana. Não lembro o ano, mas a memória da música ecoando naquele espaço aberto nunca saiu da minha mente. Até a década de 1990 ainda havia notícias de apresentações no local — depois de 1993, silêncio. Pergunte hoje a qualquer manauara sobre o Anfiteatro do P10 e muitos nem saberão que ele um dia existiu.


Mas eis que, movido pela curiosidade, decidi revisitar o passado. Abri o Google Maps e, ao dar um zoom naquele pedaço do Parque Dez, lá estava ele: o Anfiteatro do P10, firme, altivo, resistente. Agora dentro do Hub de Tecnologia, o Centro de Pesquisas da Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Resolvi então ir pessoalmente conferir.

Era ponto facultativo, mas os seguranças, muito gentis, permitiram que eu entrasse e fotografasse. O que encontrei me surpreendeu: apesar do abandono, sem qualquer uso, depois de mais de meio século levando sol e chuva, a estrutura permanece em perfeitas condições. Quase como se estivesse esperando por nós.

E é aí que entra uma fagulha de esperança. A Prefeitura de Manaus possui um projeto para revitalizar toda a área do Igarapé do Mindu, desde onde existia o antigo Balneário do Parque Dez até a Avenida Djalma Batista. Pois bem: esta crônica seguirá para o novo prefeito, com um pedido claro — que o Anfiteatro do Parque Dez seja incluído nesse plano e devolvido ao seu verdadeiro dono: o povo manauara.

Porque um espaço construído em 1970 para educar e divertir a população não merece permanecer em silêncio. Que volte a cumprir sua missão.

Fotos:

  1. Antiga (colorizada por IA) — Inauguração do Anfiteatro. Instituto Durango Duarte.
  2. Foto aérea modificada — Google Maps.
  3. Foto — Arquivo pessoal, José Rocha.

quarta-feira, 25 de março de 2026

OBRAS À VENDA – ARTISTA PLÁSTICO PALHETTA


 


Artista: Palhetta (Manaus, Amazonas)
Técnica: Pintura acrílica sobre papel/tela
Estilo predominante: Abstracionismo contemporâneo


Apresentação Geral da Coleção

Coleção exclusiva de oito obras originais do saudoso artista plástico Palhetta, um dos nomes mais expressivos do abstracionismo amazônico. Suas pinturas são marcadas por:

  • Cores vibrantes e contrastantes
  • Texturas densas e ricas, com uso de espátula
  • Geometria marcante e linhas dinâmicas
  • Referências à cultura amazônica, reinterpretadas de forma moderna
  • Forte impacto visual e identidade inconfundível

Todas as obras apresentam excelente presença decorativa, sendo ideais para colecionadores, apreciadores de arte contemporânea, espaços culturais, consultórios, escritórios e ambientes sofisticados.

Estado de conservação:
Obras preservadas, com moldura original. Podem apresentar discretos sinais de tempo na moldura, sem qualquer prejuízo estético à pintura.

Valor: R$ 1.000,00 cada obra
Contato: WhatsApp – (92) 99153-7448 (José Rocha)


CATÁLOGO DAS OITO OBRAS


OBRA 1 – Composição Tribal em Vermelho e Verde (Palhetta)

Estilo: Abstracionismo com influências tribais
Descrição: Figura estilizada que remete à cultura indígena, construída em traços vigorosos e cores intensas. O contraste entre vermelho e verde cria uma atmosfera espiritual e energética. Ótima para ambientes que valorizam raízes amazônicas.
Tamanho: 57 cm x 67 cm
Ano: 2001


OBRA 2 – Azul Vibrante com Estruturas Geométricas (Palhetta)

Estilo: Abstracionismo contemporâneo
Descrição: Um azul profundo domina a cena, enquanto formas geométricas irregulares flutuam em laranja, violeta e amarelo. Obra moderna, dinâmica e perfeita para ambientes amplos.
Tamanho: 64 cm x 82 cm
Ano: 2008


OBRA 3 – Geometria Solar em Tons Quentes (Palhetta)

Estilo: Abstrato geométrico
Descrição: Composição marcada por triângulos, círculos e linhas convergentes que evocam a imagem de um sol estilizado. Transmite energia, calor e movimento. Perfeita para colecionadores de geometria abstrata.
Tamanho: 72 cm x 82 cm
Ano: 2007


OBRA 4 – Abstração em Amarelo com Figura Totêmica (Palhetta)

Estilo: Abstracionismo amazônico
Descrição: Sobre um fundo amarelo intenso surge uma figura circular que lembra máscaras e símbolos totêmicos. Traços fortes e cores quentes garantem forte expressividade.
Tamanho: 88 cm x 68 cm
Ano: 2008


OBRA 5 – Figura Abstrata em Verde, Azul e Vermelho (Palhetta)

Estilo: Abstracionismo colorista
Descrição: Formas coloridas em vermelho, azul, amarelo e verde se entrelaçam de maneira harmoniosa. A moldura interna branca dá sensação de expansão e movimento contínuo. Obra viva, marcante e de grande presença.
Tamanho: 64 cm x 82 cm
Ano: 2008


OBRA 6 – Composição Abstrata Multicolor em Fundo Cinza (Palhetta)

Estilo: Abstracionismo colorista
Descrição: Sobre um fundo cinza texturizado, surgem formas geométricas intensas em azul, amarelo, vermelho e laranja, criando uma sensação de pulsação e ritmo expansivo. Uma obra forte e elegante.
Tamanho: 89 cm x 69 cm
Ano: 2009


OBRA 7 – Abstrato Geométrico em Amarelo, Verde e Vermelho (Palhetta)

Estilo: Abstracionismo geométrico amazônico
Descrição: Diagonais firmes, círculos concêntricos e linhas contrastantes criam movimento e sensação de energia constante. Paleta vibrante e composição sólida.
Tamanho: 78 cm x 96 cm
Ano: 2006


OBRA 8 – Composição Abstrata em Tons Terrosos e Azul (Palhetta)

Estilo: Abstracionismo contemporâneo
Descrição: Estruturas geométricas refinadas em tons terrosos e azul intenso. Elementos lembram engrenagens e instrumentos, transmitindo harmonia e sofisticação.
Tamanho: 79 cm x 54 cm
Ano: 2007