Um feriado de abrangência nacional
e internacional, mudando a forma de celebração dependendo da região e da
religião. Dia de elevar as nossas preces aos que foram para o andar de cima e, ir
até o Cemitério (dormitório, do latim coemeteriu)
para visitar os túmulos dos nossos entes falecidos, na esperança de que eles tenham
sido recebidos pelo reino de Deus.
Existem algumas
curiosidades nesse dia, tais como:
Os crisântemos representam
o sol e a chuva, a vida e a morte;
A vela é a luz do
falecido, as coisas boas que ele deixou;
Se chover neste dia, dizem
os mais antigos que, são as lágrimas das pessoas que são derramadas do céu;
Levar terra do cemitério
para dentro de casa pode levar azar;
Comer a última bolacha do
pacote leva a morte quem a comê-la;
No México, este dia é
comemorado com muita festa e alegria, nada de choro ou saudade.
Os dois maiores “campo-santo”
de Manaus chamam-se Cemitério São João Batista (na Avenida Senador Álvaro Maia)
e Parque Tarumã Manaus (na Estrada do turismo).
O primeiro é considerado o mais antigo da cidade, datado de 1891, sucedeu ao Cemitério São José (atual Praça da Saudade), nele estão enterrados praticamente todos os membros das famílias tradicionais de Manaus, além de políticos e personalidades da nossa cidade – a sua capacidade está esgotada, recebendo apenas defuntos em sepulturas definitivas - possui 24 quadras e 25 mil sepulturas, com quase 100 mil sepultados nesses 120 anos de existência.
O segundo fica um pouco
afastado da cidade, nele está enterrado o meu primeiro netinho (nasceu
prematuro) e os meus pais, além dos meus amigos manauenses - a área é imensa,
uma verdadeira “cidade dos pés juntos”, contando com vários terrenos para
expansão futura – no local existe um cemitério particular, onde é vendida a
“eterna morada”, porém, não é permito construir nada no local, apenas uma simples
lápide.
Fotos: J. Martins Rocha
(Cemitério São João Batista).
Fonte:
http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-de-finados.htm
Um comentário:
Muito elegante a sua postagem e efetivamente necessária para transferir ás novas gerações que existe COMEÇO, MEIO E FIM. E, que a memória dos antepassados, nos dá a graça de continuarmos a sina der humanos melhores. Saudações Amazonenses!
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