sexta-feira, 11 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
REVITALIZAÇAO DA MANAUS ANTIGA
Resta ainda uma esperança no fundo da cacimba, para a revitalização total do centro de Manaus.
O governo do Estado do Amazonas, na pessoa do Dr. Robério Braga, Secretário de Cultura, não tem medido esforços para a revitalização dos prédios, praças e ruas, desde o Porto de Manaus até o Boulevard Amazonas. O início foi na Av. Sete de Setembro, com a recuperação de algumas casas próximas a Ponte Romana I, incluindo o Centro Cultural Palácio Rio Negro e a Vila Ninita; depois partiram para alguns casarões na mesma Avenida, próximos à Catedral Nossa Senhora da Conceição; posteriormente foi feito um trabalho magnífico no Largo de São Sebastião, este foi de tirar o chapéu para o governo do estado.
Atualmente, estão realizando alguns serviços isolados, com maior abrangência para o antigo prédio do Comando da Polícia Militar, onde será concentrado o Museu de Numismática e de Arqueologia. A Praça da Polícia foi fechada para recuperação, estou ansioso para conferir, dizem que voltará a brilhar comos nos tempos aúreos da borracha. Ouvi falar que o Banco Itaú sairá do local onde nunca deveria ter ficado - lá existia um dos cinemas mais belos do nosso pais; foi demolido e construído uma agência bancária de mau gosto; já vai tarde! Não tenho certeza, mas o monstrengo será brevemente colocado à baixo e será construído um cinema nos moldes do nosso saudoso Cine Guarani. Além da volta dos Bondes, inicialmente com pequenos percursos pela city; isto será muito bom para todos nós, espero que saía do papel, vou até rezar na Igreja de São Sebastião! Caso for concretizado, irei comemorar no Bar do Armando!
Por outro lado, o Sr. Sefarim Corrêa, prefeito de Manaus, está também fazendo um bom trabalho em nossa Manô de mil constrastes; conseguiu recursos federais, através da Suframa e do Ministério da Cultura, a grana está no caixa, falta mais ação. Com o Projeto Monumenta está recuperando o Paço da Liberdade e o Mercado Municipal Adolpho Lisboa, além de construir espaços públicos da maior importância, como o Parque dos Bilhares, Lagoa do Japiim; estou no aguardo do Mirante do Encontro das Águas, projeto do Oscar Niemayer.
Estas ações são tímidas, mas muito importantes para a nossa cidade. Sabemos que o turista estrangeiro fica somente 1 dia em Manaus, o seu foco é a nossa bela floresta e os nossos rios; com a revitalização total da Manaus antiga, pode preparar os bolsos com os dólares, os turistas ficarão com certeza mais dias na nossa cidade. Diz aquele velho ditado "enquanto existir fé, existirá esperanças", tenho fé e esperanças nos homens públicos de boa vontade; um dia desejo estar vivo para comemorar a revitalização total da nossa querida, amada, idolatrada, salve, salve, Manaus!
sábado, 5 de abril de 2008
RUAS DE MANAUS
CONSTANTINO NERY – Avenida
Antiga João Coelho, uma das maiores avenidas em extensão de Manaus, atravessa vários bairros, iniciando no Centro, Presidente Vargas (Matinha), São Geraldo, São Jorge, Chapada e Flores, terminando na Estrada Torquato Tapós (Estrada do Aeroporto).
Antônio Constantino Nery, nasceu em Manaus, filho do Major do Exército e Governador do Amazonas Silvério José Nery e Maria Antony Nery.
Filho de família política influente no Amazonas, seu pai Silvério Nery e seu irmão Abílio Nery, foram Governadores do Estado, participou intensamente da política local onde foi Governador do Amazonas.
Fonte: CARVALHO, Luiz Carlos de. Manaus. A História do Amazonas nas ruas de Manaus. Manaus: Bk Editora, 1995. 43 p.
Antiga João Coelho, uma das maiores avenidas em extensão de Manaus, atravessa vários bairros, iniciando no Centro, Presidente Vargas (Matinha), São Geraldo, São Jorge, Chapada e Flores, terminando na Estrada Torquato Tapós (Estrada do Aeroporto).
Antônio Constantino Nery, nasceu em Manaus, filho do Major do Exército e Governador do Amazonas Silvério José Nery e Maria Antony Nery.
Filho de família política influente no Amazonas, seu pai Silvério Nery e seu irmão Abílio Nery, foram Governadores do Estado, participou intensamente da política local onde foi Governador do Amazonas.
Fonte: CARVALHO, Luiz Carlos de. Manaus. A História do Amazonas nas ruas de Manaus. Manaus: Bk Editora, 1995. 43 p.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
RUAS DE MANAUS
ALVARO MAIA – Avenida
Antiga Boulevard Amazonas, a Avenida Senado Álvaro Maia, por ser extensa, atravessa vários bairos, inicia na Av. Constantino Nery, bairro de São Geraldo, passa pelos bairros, Nossa Senhora das Graças, Praça 14 e Adrianópolis.
Álvaro Botelho Maia, nasceu no dia 19 de fevereiro de 1895 em Humaitá, Amazonas, filho de Fausto Pereira Maia e Josefina Botelho Maia. Iniciou o Curso Superior, em 1913, na Faculdade de Direito do Ceará. Formou-se em 1917 na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro. Retornou estE ano a Manaus, ingressando na política, chegando a Presidente do PSD. Em 1918 foi candidato a Deputado Federal e perdeu a eleição. Em 1930 foi interventor Federal do Estado do Amazonas, governando até 1931. Em 1935 foi eleito Deputado Federal pelo Amazonas e depois nomeado Governado Constitucional do Amazonas, governou até 29 de outubro de 1945. Foi eleito em 1945, Senador da Republica pelo PSD. Foi eleito em 1950 novamente Governador do Amazonas, deixando o cargo para concorrer ao Senado, perdendo a eleição. Candidatou-se ao Governo em 1958 e 1962, perdendo as duas eleições. Em 1968 foi eleito Senador pelo Amazonas. Faleceu em Manaus em 09 de maio de 1969. Foi membro da Academia Amazonense de Letras e da União Brasileira de Escritores do Amazonas.
Jornalista, poeta, romancista e ensaísta, foi rico em publicações, panfletos, discursos, livros, jornais, etc., entre eles destacamos: “Canção de Fé e Esperança, 1923”, “Imperialismo e Separatismo, 1926”, “Na Vanguarda da Retarguarda, 1932”, Beiradão, 1958”, dentre outros.
Foi escolhido em 1925, pela revista Redenção “O Príncipe dos Poetas Amazonenses
Fonte: CARVALHO, Luiz Carlos de. Manaus. A História do Amazonas nas ruas de Manaus. Manaus: Bk Editora, 1995. 43 p.
Antiga Boulevard Amazonas, a Avenida Senado Álvaro Maia, por ser extensa, atravessa vários bairos, inicia na Av. Constantino Nery, bairro de São Geraldo, passa pelos bairros, Nossa Senhora das Graças, Praça 14 e Adrianópolis.
Álvaro Botelho Maia, nasceu no dia 19 de fevereiro de 1895 em Humaitá, Amazonas, filho de Fausto Pereira Maia e Josefina Botelho Maia. Iniciou o Curso Superior, em 1913, na Faculdade de Direito do Ceará. Formou-se em 1917 na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro. Retornou estE ano a Manaus, ingressando na política, chegando a Presidente do PSD. Em 1918 foi candidato a Deputado Federal e perdeu a eleição. Em 1930 foi interventor Federal do Estado do Amazonas, governando até 1931. Em 1935 foi eleito Deputado Federal pelo Amazonas e depois nomeado Governado Constitucional do Amazonas, governou até 29 de outubro de 1945. Foi eleito em 1945, Senador da Republica pelo PSD. Foi eleito em 1950 novamente Governador do Amazonas, deixando o cargo para concorrer ao Senado, perdendo a eleição. Candidatou-se ao Governo em 1958 e 1962, perdendo as duas eleições. Em 1968 foi eleito Senador pelo Amazonas. Faleceu em Manaus em 09 de maio de 1969. Foi membro da Academia Amazonense de Letras e da União Brasileira de Escritores do Amazonas.
Jornalista, poeta, romancista e ensaísta, foi rico em publicações, panfletos, discursos, livros, jornais, etc., entre eles destacamos: “Canção de Fé e Esperança, 1923”, “Imperialismo e Separatismo, 1926”, “Na Vanguarda da Retarguarda, 1932”, Beiradão, 1958”, dentre outros.
Foi escolhido em 1925, pela revista Redenção “O Príncipe dos Poetas Amazonenses
Fonte: CARVALHO, Luiz Carlos de. Manaus. A História do Amazonas nas ruas de Manaus. Manaus: Bk Editora, 1995. 43 p.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Pinacoteca do Estado - Dia da Cultura

A Pinacoteca foi criada através da Lei nº 233, de 18 de julho de 1965, no Governo Arthur Reis, com o objetivo de “promover o desenvolvimento da cultura artística, manter exposições de artes plásticas e iconográficas em caráter permanente ou temporário.”
A primeira sede da Pinacoteca foi no segundo piso do prédio da Biblioteca Pública, na rua Barroso. Naquela ocasião, o acervo era constituído por 90 obras de arte com as seguintes técnicas: `’ óleo, bico de pena, xilogravuras e talhas, obras estas que representavam artistas de todo o Brasil, ao mesmo tempo em que servia para algumas reuniões do Clube da Madrugada. Durante muitos anos a coleção ficou sem uso, com a desativação da Pinacoteca em 1977. Com a restauração do prédio e criação do Centro de Artes da Chaminé, em 1992, a Pinacoteca foi transferida para este espaço, sendo realizadas inúmeras exposições de artistas locais, nacionais e cursos de artes.
Em 2000, a Pinacoteca passou a integrar o Complexo Cultural Palácio Rio Negro, sendo transferida para o pavimento superior da Vila Ninita.
O acervo da Pinacoteca do Amazonas foi totalmente restaurado com a criação do Ateliê de Restauro, onde técnicos amazonenses, com cursos de preservação conservação e recuperação de obras de arte, realizados nos grandes centros mundiais, atuam em laboratório altamente especializado marcando a tradição dos traços e tintas dos criadores que viveram e vivem na floresta construindo o sonho da arte plena.
Atualmente, no acervo da Pinacoteca do Estado, composto de mais de seiscentas obras, encontram-se artistas das mais tendências, tanto nacionais quanto internacionais, dentre os quais podemos destacar: Antônio Parreiras, Francisco Aurélio de Figueiredo, Dakir Parreiras, Eliseu Visconti, Burle Marx, Manuel Borges, Hahneman Bacelar, Moacir Andrade, Branco Silva, Afrânio de Castro, Manoel Santiago.
Outras Informações sobre:
Funcionamento:
3ª a 6ª, das 10h às 17h / Sábado e Domingo: das 14h às 18h
Endereço: Av. Sete de Setembro - centro
Telefones: (92) 234 8755/ 633 2850 ramal 205/253
Usina Chaminé - Dia da Cultura

Como parte das ações do programa de preservação da memória e história do Amazonas, o espaço tem por objetivo central despertar na comunidade uma manifestação artística vanguardista, que fuja dos conceitos e formas já apresentadas, sem desprezar as manifestações artísticas tradicionais, onde o observador vislumbrará o “novo” e o “tradicional” em linhas paralelas, tendo a possibilidade de confrontá-los, formando seu próprio conceito de arte.
Com características neo-renascentistas, o prédio possui, ao lado direito, uma chaminé de 24 metros, construída com tijolos compactos refratários, coroada por um chapeló em ferro moldado. Por isso, ficou conhecido como Chaminé.
Tombado como Monumentos Histórico do Estado do Amazonas em 1988, a edificação foi reformada em 1993 como Centro de Artes Chaminé para abrigar a Pinacoteca do Estado, com exposição temporárias, tendo suas atividades suspensas em 1997, em razão de laudo técnico de especialistas, pelo alto grau de poluição e risco, e pelas obras urbanas realizadas naquela área. Restaurado e com novas funções, reabriu em 2002.
Apresenta exposições, espetáculos teatrais, filme, consertos de música, apresentações de dança.
Outras Informações sobre:
Funcionamento:
Terça a sexta, 9h às 17h / Sábado e domingo, 17h às 20h.
Endereço: Avenida Lourenço Braga, Manaus Moderna - Centro
Telefones: (92) 633 3026
terça-feira, 1 de abril de 2008
CHEIRO DE CABOCA
Cheiro de Caboca
Raízes Caboclas
Composição: Indisponível
O cheiro da minha caboca
tem cheiro de tudo
tem cheiro de nada
cheiro de peixe
cheiro de vento
cheiro de mato
a terra molhada
Cheiro de lama
da beira do rio
do sol de verão no capim
resto de chuva
do mês de abril
pixezinho de cupim
Tem cheiro de flor
tucumã com farinha
tabaco de moio
jacuba na cuia
pupunha com sal
no café da manhã
O cheiro da minha caboca
tem cheiro de tudo
tem cheiro de nada
cheiro de peixe, cheiro de mato
e terra molhada.
Raízes Caboclas
Composição: Indisponível
O cheiro da minha caboca
tem cheiro de tudo
tem cheiro de nada
cheiro de peixe
cheiro de vento
cheiro de mato
a terra molhada
Cheiro de lama
da beira do rio
do sol de verão no capim
resto de chuva
do mês de abril
pixezinho de cupim
Tem cheiro de flor
tucumã com farinha
tabaco de moio
jacuba na cuia
pupunha com sal
no café da manhã
O cheiro da minha caboca
tem cheiro de tudo
tem cheiro de nada
cheiro de peixe, cheiro de mato
e terra molhada.
Ponte metálica Benjamin Constant , Manaus
A ponte metálica Benjamin Constant é um dos marcos históricos da Cachoeirinha, situada na entrada sul foi construída no período de 1892 a 1895 com peças todas importada da Inglaterra. Este foi mais um monumento históricoconstruído durante o governo de Eduardo Ribeiro. As obras foram supervisionadas pelo engenheiro Frank Hirst Hebblethwait.
Das pontes metálicas que existem em Manaus, a da Cachoeirinha é a mais imponente, sendo completamente reconstruída em 1938 durante o governo de Álvaro Maia. De acordo com dados do levantamento histórico de pesquisa realizada durante o governo Amazonino Mendes pela Secretaria de Comunicação (1987), os mais antigos contam que a primeira ponte do bairro foi construída em madeira e chamada pelos populares de ponte "Itacoatiara".
Foi pensando em ampliar e dar maior segurança que Eduardo Ribeiro decidiu construir a ponte de ferro e aço que hoje todos conhecem. Neste período, Manaus crescia com uma arquitetura totalmente inglesa a exemplo do Mercado Adolfo Lisboa. É possível observar nas casas construídas neste período com fachadas e calçamentos, além das primeiras praças, totalmente em design inglês.
A ponte da Cachoeirinha ainda recebeu outros nomes. Terceira Ponte, Ponte Metálica, Ponte da Cachoeirinha, mas oficialmente a nomenclatura dela é Benjamin Constant.
Em 1967, na gestão do então governador Danilo de Mattos Areosa foi dado início o processo de recuperação da ponte, devido ao desgaste natural. A recuperação ficou sob a responsabilidade da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), com sede no Rio de Janeiro em parceria com o DER-Am (Departamento de Estradas e Rodagem do Amazonas). O contrato foi publicado no Diário Oficial em 16 de setembro de 1967, onde a CSN ficaria com o encargo de desmontar, recuperar, substituir e montar as peças da estrutura.
Portal Amazônia
12.01.2006-GC
Das pontes metálicas que existem em Manaus, a da Cachoeirinha é a mais imponente, sendo completamente reconstruída em 1938 durante o governo de Álvaro Maia. De acordo com dados do levantamento histórico de pesquisa realizada durante o governo Amazonino Mendes pela Secretaria de Comunicação (1987), os mais antigos contam que a primeira ponte do bairro foi construída em madeira e chamada pelos populares de ponte "Itacoatiara".
Foi pensando em ampliar e dar maior segurança que Eduardo Ribeiro decidiu construir a ponte de ferro e aço que hoje todos conhecem. Neste período, Manaus crescia com uma arquitetura totalmente inglesa a exemplo do Mercado Adolfo Lisboa. É possível observar nas casas construídas neste período com fachadas e calçamentos, além das primeiras praças, totalmente em design inglês.
A ponte da Cachoeirinha ainda recebeu outros nomes. Terceira Ponte, Ponte Metálica, Ponte da Cachoeirinha, mas oficialmente a nomenclatura dela é Benjamin Constant.
Em 1967, na gestão do então governador Danilo de Mattos Areosa foi dado início o processo de recuperação da ponte, devido ao desgaste natural. A recuperação ficou sob a responsabilidade da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), com sede no Rio de Janeiro em parceria com o DER-Am (Departamento de Estradas e Rodagem do Amazonas). O contrato foi publicado no Diário Oficial em 16 de setembro de 1967, onde a CSN ficaria com o encargo de desmontar, recuperar, substituir e montar as peças da estrutura.
Portal Amazônia
12.01.2006-GC
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