segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
BLOGDOROCHA: COLÉGIO AMAZONENSE DOM PEDRO II
BLOGDOROCHA: COLÉGIO AMAZONENSE DOM PEDRO II: Este é o Colégio mais tradicional de Manaus, está situado na Avenida Sete de Setembro, 1097, centro antigo. Aos cinco dias do mês de setemb...
domingo, 2 de dezembro de 2012
PRAÇA DO CONGRESSO REVITALIZADA
Depois de meses de muito trabalho, a praça será reaberta hoje, com a chegada do Papai Noel.
Esta
Praça foi projetada no período áureo da borracha, chamava-se Praça
Antônio Bittencourt, em homenagem ao homem que governou o Estado do
Amazonas, no período de 1908-1912, depois, passou a chamar-se Praça do
Congresso, em decorrência da realização do 1º Congresso Eucarístico da
Igreja Católica, realizado no ano de 1942, ocasião em que foi erguido o
monumento a Nossa Senhora da Conceição.
Foi a mais famosa e bonita de
Manaus, pois foi exatamente naquele local em que o governador Eduardo
Ribeiro, iniciou a construção de uma das mais belas edificações de
Manaus, a futura sede governo estadual, o sucessor mandou derrubar e
projetou um novo prédio, não conseguiu ir em frente, depois, fizerem um
mais simples, onde funciona, atualmente, o Instituto de Educação do
Amazonas (IEA). Existia também o Palacete Miranda Corrêa (atual edifício
Maximino Corrêa) e o Prédio da Saúde (atual loja dos Correios), além de
outro palacete, hoje ainda de pé, onde abriga a Biblioteca Municipal
João Bosco Pantoja Evangelista.
No seu entorno fica o Ideal Clube,
local onde a nata da sociedade manauense se encontrava para memoráveis
bailes, além da Boite Moranquinho, onde somente os bacanas entravam.
Existia também um bela casa, pertencia ao empresário Moisés Sabá, foi
derrubada e no local foi construido o Hotel Go Inn.
A praça em si não
era tão bonita, não chegava aos pés da Praça da Saudade e da Praça
Heliodoro Balbi, porém, todos os maravilhosos prédios em seu redor,
formando um belo conjunto, dava um charme todo especial à Praça do
Congresso, além dela ficar bem na cabeceira da famosa Avenida Eduardo
Ribeiro, onde tudo de bom e de melhor acontecia. É isso ai.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
O VELÓRIO DO NOSSO QUERIDO RODRIGO CARIOCA
Infelizmente, chegou o seu momento de partir para o andar de cima,
deixando um vazio na vida boêmia de Manaus - o seu corpo foi velado na
Funerária Canaã, no Boulevard Amazonas, tendo como ponto máximo, a apresentação
de um grupo de músicos, todos amigos do peito do Rodrigo, cantando e tocando
somente as suas músicas preferidas – para quem não sabe, o Rodrigo foi um
grande cantor que, vez e outra, dava uma canja, mostrando o seu vozeirão nos
bares Caldeira, ETBar, Gestina e Cipriano – ele era torcedor roxo pelo Flamengo
e fã incondicional da Escola de Samba Mangueira, tanto que a bandeira do Mengo
cobriu o seu caixão no momento do enterro – veio para Manaus faz 33 anos, não
chegou a constituir família, pois era um solteirão inveterado – apesar de não
aparecer nenhum parente, todos aqueles que estavam ao redor do seu caixão,
consideravam-se os seus irmãos, primos, tios e filhos
– após o enterro no
Cemitério Parque Tarumã, um grupo de pessoas se dirigiram para o Caldeira Bar,
no centro antigo de Manaus, para tomarem alguns goles em homenagem ao boêmio
Rodrigo – ele não era muito chegado a ir a igreja e, respeitando a sua vontade,
não haverá missa de sétimo dia, ela será substituída por uma rodada de muita
cerveja e samba no Caldeira Bar, todos estão convidados a comparecer na próxima quarta-feira à noite. Valeu, Rodrigo!
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
RODRIGO - O CARIOCA CABOCLO DE MANAUS
PERDEMOS O NOSSO AMIGO RODRIGO! UM GRANDE BRASILEIRO, CARIOCA QUE, ESCOLHEU MANAUS PARA MORAR, TRABALHAR, AMAR E SER ENTERRADO!
"Acho que é o momento de pensarmos e entendermos que a morte é mais uma passagem, um ingresso para uma nova existência, por isso nosso corpo foi feito com prazo de validade, para não corrermos o risco de passar do tempo necessário para aprendermos o que precisamos aprender, sei que neste momento, as melhores palavras seriam... Meus pêsames" (Adriano Villa).
BLOGDOROCHA: RODRIGO - O CARIOCA CABOCLO DE MANAUS: Nasceu na cidade de Três Rios, interior do Rio de Janeiro, veio para um acaso para Manaus e, fixou residência na nossa cidade faz 35 anos, ...
"Acho que é o momento de pensarmos e entendermos que a morte é mais uma passagem, um ingresso para uma nova existência, por isso nosso corpo foi feito com prazo de validade, para não corrermos o risco de passar do tempo necessário para aprendermos o que precisamos aprender, sei que neste momento, as melhores palavras seriam... Meus pêsames" (Adriano Villa).
BLOGDOROCHA: RODRIGO - O CARIOCA CABOCLO DE MANAUS: Nasceu na cidade de Três Rios, interior do Rio de Janeiro, veio para um acaso para Manaus e, fixou residência na nossa cidade faz 35 anos, ...
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
NAVIO BENJAMIN,FEZ HISTÓRIA NO ACRE, AGORA ESTÁ AB...
BLOGDOROCHA: NAVIO BENJAMIN,FEZ HISTÓRIA NO ACRE, AGORA ESTÁ AB...: Um leitor do nosso blog, chamado Michael Marinho, mandou um e-mail sobre este Navio: “O motivo pelo que estou escrevendo foi um post que h...
terça-feira, 27 de novembro de 2012
O ESCUDO DAS ARMAS DO AMAZONAS
Nos últimos meses, tenho
tido a oportunidade de beber na fonte primária da nossa história, ou seja, de
frequentar a biblioteca do Instituto Geográfico e Histórico do Estado do Amazonas – IGHA e, pesquisar em cima, principalmente, de periódicos – na última vez em que lá estive, a minha
amiga Luciana Gil, funcionária e pesquisadora daquela instituição, mostrou-me
um exemplar do “Almanack da Força Policial do Estado do Amazonas”, uma edição
de 1937 e, solicitou a publicação no nosso blog sobre o escudo das Armas do
Amazonas.
Segundo os historiadores,
o brasão das armas é uma tradição que vem da Europa medieval e,
constitui-se num desenho que obedece às leis da heráldica, com o objetivo de
identificar famílias, corporações, cidades, estados e países.
O do Estado do Amazonas
foi instituído pelo
Decreto n.º 204 de 21 de Novembro de 1897, firmado pelo governador do Estado,
José Cardoso Ramalho Júnior, e regulamentado pelo Decreto n.º 10.534, de 16 de
setembro de 1987.
Significados:
A ELÍPSE: Significa os
rios, Solimões e Negro, na confluência formando a partir deste ponto o rio
Amazonas.
O CAMPO AZUL: Retrata o
céu brasileiro
NO ENGALHAMENTO DOS
RIOS: Através de um barrete frígido, representa a nossa lealdade para com
a República.
O CAMPO VERDE: Reflete
nossas florestas.
O ENTRELAÇADO: Recordam
a gênese, da nossa grandiosidade.
A CORRENTE DE FERRO,
ENVOLVENDO A ELÍPSE: Representa estabilidade da autonomia política no Amazonas.
OS EMBLEMAS DE
NAVEGAÇÃO, LIGADOS POR UM LAÇO VERDE COM DUAS PONTAS DOBRADAS, PENDENDO DA
CORRENTE NA PARTE DE BAIXO NA PONTA DIREITA - lê-se a inscrição 22 de junho de
1832, data em que a antiga Comarca do Amazonas se proclamou (por armas) como
província independente.
NA PONTA ESQUERDA - 21
de novembro de 1889, dia em que o Estado aderiu à revolução ingente, de 15 de
novembro do mesmo ano.
A ÁGUIA AMAZONENSE: De
asas abertas, unhas aduncas e o bico entreaberto, simboliza a grandeza, a força
de nossa pujança.
Do lado direito do
escudo: Sobressaem os emblemas da indústria.
Do lado esquerdo do
escudo: Nascendo da âncora, os emblemas do comércio e agricultura.
A publicação sobre o Escudo das Armas do Estado do Amazonas foi um justo pedido da Luciana Gil, pois contém informações
importantes para a pesquisa por parte dos nossos jovens estudantes do ensino médio, além de ter lembrado que o referido símbolo completou 115 anos no dia 21 do corrente. É isso
ai.
domingo, 25 de novembro de 2012
O DOM PARA AS ARTES PLÁSTICAS
Sou um “zero a esquerda” no
quesito de artes plásticas, porém, gosto de apreciar uma tela, pois acho o
máximo este dom que, somente é dado para pouquíssimos mortais.
Pois bem, o referido
artista, declarou que, nunca tinha feito uma tela antes, pois, segundo ele, não
sabia pintar nem parede de uma casa – para passar o tempo e, sair dos problemas
existenciais, tornou-se uma pessoa muito religiosa – no inicio do mês passado,
pediu ao Senhor Jesus Cristo o dom para pintar e, foi atendido!
O dom é uma dádiva que vem
de Deus, pelo menos eu acredito nisso, que me perdoe os agnósticos! É isso ai.
sábado, 24 de novembro de 2012
AS JANELAS DO LARGO DE SAO SEBASTIAO
Publicado em 24/11/2012 por Jose Martins
Somente hoje (24/11/12), o BLOGDOROCHA (www.jmartinsrocha.blogspot.com) foi acessado por leitores de Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, além de Paris (França) e Braga (Portugal), dessa forma, ao fazer algumas postagens, gosto de informar a localização das fotografias -- neste caso, em particular, elas foram tiradas das janelas das casas que ficam no entorno do Largo de São Sebastião, no centro histórico de Manaus, um espaço mantido pelo governo do Estado do Amazonas, com a finalidade de resgatar a cidadania através da arte.
Neste espaço fica o Teatro Amazonas, Centro Cultural Palácio da Justiça, Igreja de São Sebastião, residencias, restaurantes, pizzarias, lanchonetes, clínicas médicas e empresas comercias -- a maioria das casas foram revitalizadas, aparecendo todo o trabalho artístico dos nossos antepassados -- estou mostrando apenas as belezas das janelas, imagine a fachada toda!
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
SEMPRE TENTANDO UM DIA SER.
Comento abaixo, algumas das
coisas em que procurei ser no passado, mas, nunca alcancei, pois, espelhei-me
naquilo em que os outros possuíam de melhor, esquecendo que o meu melhor, era
simplesmente, escrever – será, mano velho?
Pois bem, irmãozinhos da
nossa aldeia - fui fã de carteirinha dos irmãos Piola (Zequinha, Antônio e
Edson) – quantas e, quantas vezes eu fiquei a imaginar dentro dos gramados,
jogando um bolão com esses craques, no “Parque Amazonense” e também no
“Tartarugão”, fazendo gols de montão, para o “Fast Clube”, o meu time do
coração – apesar de querer muito, não passei apenas de um mediano jogador de
‘futebol de totó’ e de ‘carroço de tucumã’.
Trabalhei durante dezessete
anos com o meu saudoso pai, o Luthier Rochinha, ficava a imaginar, fazendo um
maravilhoso violão acústico, – serrei, raspei, colei, pintei e consertei, mas, ficou
tudo ficou apenas na intenção, pois, eu não tinha nem um pouco de vocação, para
fazer um simples violão.
Fiz faculdade de estudos
sociais, ambicionava ser um administrador de empresas - exercer plenamente esta
belíssima profissão, espelhando-me na atuação do Nelson Azedo (fábrica Moto Honda
da Amazônia), José Carlos Lima (Importadora Souza Arnaud) e no Ulisses Tapajós
(fábrica Consul) – eram os três grandes administradores da minha época de
estudante da UFAM – não consegui exercer plenamente as funções POC3
(planejamento, organização, coordenação, comando e controle), muito menos, em
levar em frente os ensinamentos dos meus mestres Randolpho de Souza Bittencourt,
José da Silva Seráfico, Carlos Alberto dos Santos e Isa Assef dos Santos.
Queria ser um poliglota,
falar fluentemente as línguas inglesa, francesa e espanhola - ficava babando da
versatilidade dos meus amigos Klinger Peninha e Zezinho da Marta (antigos
vizinhos do Conjunto dos Jornalistas), além dos profissionais da imprensa, o
Humberto Amorim e o Dudu de Paula – procurei, mas, não passei da condição de
monoglota, com um ‘português muito ruim’, carregado até ‘o tucupi’ do nosso ‘Amazonês’.
Queria cantar, pegar um microfone e saltar a
voz, ser aplaudido pelo grande público - imaginava ter uma voz igual a dos
cantores Abílio Farias, Mário Jorge Bringel, Carlinho da Dez de Julho, Jander
do Blue Birds e do Salim Gonçalves, mas, não conseguia tirar a ‘espinha de
peixe da minha garganta’, sendo um eterno ‘cantador de banheiro’ - fazer o quê?
Num certo dia, fiquei a
conversar com os meus botões, tentando entender as minhas desilusões – tudo o
que eu quisera ser um dia, nada aconteceu, nem mesmo tardia.
Resolvi ser ‘bloqueiro’ e,
em quatro anos já fiz mais de mil postagens no ‘blogdorocha’ – recebi durantes
esses anos, centenas de mensagens no meu correio eletrônico, parabenizando
sobre o tema proposto (resgate cultural da nossa querida cidade Manaus).
Ousei em escrever um livro,
mas, ainda nem chegou ‘no prelo’ – a esperança é de um dia terminar o ‘Zé
Mundão de Manaus’ (onde narro passagens da infância, adolescência e adulta de
um caboclo manauara) – tenho ainda outros três que ainda estão apenas no campo
das ideias: o ‘Amor de Anita’ (um sublime caso de amor entre um professor e a
sua amada Anita), ‘A Morte da Ária’ (versando sobre os carnavais do início do
século passado e, a misteriosa morte da violonista Ária) e`O Luthier Rochinha´
(será sobre o meu pai, um grande profissional do ramo de fabricação de instrumentos
de cordas).
Tentei um dia ser jogador de
futebol, luthier, administrador de
empresas, poliglota e cantor, mas, nada vingou - apesar do ´meu português ruim` (uma crítica que recebi tempo atrás) acalento ainda a ideia de um dia tornar-me um escritor, pois, já plantei diversas árvores, tenho três filhos e dois netos, falta somente publicar um livro, estou sempre tentando um dia ser. É isso ai.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
RODRIGO - O CARIOCA CABOCLO DE MANAUS
O nosso amigo Rodrigo encontra-se, neste momento, na UTI do Hospital João Lúcio. Estamos orando pela sua recuperação!
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
ARTISTA PLÁSTICO ROBERTO KLEBER
O atelier é o
local onde trabalha o artista e, culinária, a arte de cozinhar - o Roberto
Kleber, uniu essas duas artes no mesmo lugar, mostrando toda a sua criatividade
de artista plástico com os seus dotes culinários, formando um excelente espaço
cultural.
Quem passa pela Rua Tapajós,
27 (ao lado da Igreja de São Sebastião), deve prestar a sua atenção para uma
pequena placa com os seguintes dizeres: “Atelier de Pintura Roberto Kleber e
Atelier Culinário da D. Chilena” – pode entrar e, deleitar-se com as obras que
estão à venda, bem como, saborear as deliciosas empanadas feitas a sete mãos
pela Dona Chilena.
O Roberto Kleber é natural
de Caratinga, Minas Gerais, formado na “Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro”,
possui um estilo “Naiff” (arte primitiva moderna) por convicção artística, tem
em seus quadros temas do cotidiano e da “Cultura Popular Brasileira”, participou
de diversas exposições dentro e fora do país e tem várias premiações. Mora faz
mais de vinte anos nas proximidades do Largo de São Sebastião, ele é muito respeitado
e considerado por todos, pois sempre soube aliar essas duas artes: pintar e
cozinhar.
Por vários anos manteve o “Restaurante
Arte Com Peixe”, situado a
Rua Dez de Julho, 427, na parte térrea de um antigo prédio localizado ao lado
do Teatro Amazonas – tinha como especialidade a “Caldeirada de Tambaqui na panela
de barro” e a “Matrinchã recheada com Bacalhau” – em decorrência da venda do
prédio, viu-se forçado a fechar o seu estabelecimento comercial.
Nunca parou de enveredar
pela culinária – com o espaço um pouco reduzido na Rua Tapajós, não foi
possível conciliar o restaurante com as suas obras de artista plástico, mas,
com a ajuda da sua esposa, a Dona Chilena, continua oferecendo bolinhos e
empanadas de bacalhau, carne, queijo e caranguejo – todos com qualidade
superior.
No mezanino fez o seu
espaço, produzindo as suas belíssimas obras, sendo expostas para
venda na parte debaixo, são telas e imãs de geladeiras, todas retratando a
temática regional – por ser um artista consagrado, ele é muito procurado para ministrar
aulas de desenho, atualmente, existem dez alunos estudando com o artista.
O atelier de pinturas
Roberto Kleber, promove semestralmente, exposições com os seus alunos, denominado
“Semente da Arte”, cuja primeira mostra foi no SESC, na Galeria de Artes Moacir
Andrade, no período de 13 de Fevereiro a 5 de Março.
Agora, o artista está
promovendo a exposição do segundo semestre, com o título “Semente da Arte II”,
que será inaugurado no dia 1º. de Dezembro, no Goinn Hotel Manaus, na Rua
Monsenhor Coutinho, bem frente à Praça do Congresso.
Ele está trabalhando muito
para concretizar outro projeto, será um lugar bem amplo, no bairro do Parque 10
de Novembro – “Espaço Cultural Arte com Peixe” – com aulas de desenhos,
pinturas, culinárias e músicas, tudo reunido no mesmo espaço.
Para entrar em contato com o
artista, os interessados devem enviar e-mail para artecompeixe@gmail.com ou acessar o
blog www.artenaifmazonia.blogspot.com
– É isso ai.
BLOGDOROCHA: FORTE DE SÃO JOSÉ DA BARRA DO RIO NEGRO
BLOGDOROCHA: FORTE DE SÃO JOSÉ DA BARRA DO RIO NEGRO: Este é um prospecto (vista de frente) e, constitui-se no único registro visual conhecido, data de 7 de Dezembro de 1754, feito pelo engen...
domingo, 18 de novembro de 2012
PIRACALHAU, UM PRÊMIO CARA DE PAU DA COMUNA JARAQUI
Estive no sábado passado
na Praça da Polícia e, bati palmas
para a coordenação do Projeto Jaraqui,
ao instituir um Edital de Consultas,
para através do voto popular, eleger o “Cara
de Pau” do ano, aquele camarada que opera na política, na sociedade, nas
corporações empresariais e nas academias, passando a perna em uns e derrubando
outros, com o objetivo de se dá bem.
No próximo sábado (24/11)
será colocada uma urna na Praça da
Polícia (Café do Pina), onde os
manauaras poderão colocar o seu voto, com a abertura prevista para o dia 22 de
Dezembro, no último sábado do Projeto
Jaraqui do ano.
Os caras de pau eleitos
pela Comuna do Projeto Jaraqui, serão
convocados para receberem os seus troféus – o “PIRACALHAU”, um totem com as cabeças do Pirarucu e do político Eron
Bezerra, no formato original de motivos amazônicos, moldado em madeira “louro bosta”, exalando um cheiro
peculiar capaz de contaminar não só os premiados, como também, os seus baba-ovos.
Segundo um dos
coordenadores do Projeto Jaraqui, o
prêmio PIRACALHAU “é um alerta à sociedade amazonense, contra
os arrivistas, oportunistas, aventureiros e canalhas, que se afirmam na
política e na sociedade, usando favores do Estado, para afrontar o povo,
ostentando riqueza e dominação”.
Quanto ao nome PIRACALHAU (formado pelo prefixo pira = peixe, excluindo o sufixo do Pirarucu, optando-se pelo sufixo “calhau”, dos galegos coloniais), os Decanos da Comuna Jaraqui afirmam que “simboliza uma espécie da fauna do marketing
político criado pelo Secretário de Estado Eron Bezerra, anunciando para o mundo
a invencionice do Bacalhau do Amazonas, que nada mais é do que a salga do
pirarucu segundo a tecnologia dos mares europeus – a farsa é tamanha provocando
risos dos especialistas e muita indignação daqueles que tem orgulho da história
e cultura do Amazonas”.
No sábado, na tribuna do
Projeto Jaraqui e, entre os participantes daquele fórum popular, foram sugeridos
os seguintes nomes e instituições (com as devidas justificativas) para
receberem o troféu PIRACALHAU:
- Senador
Eduardo Braga (PMDB) - por ficar omisso em relação às investidas contra a
Zona Franca de Manaus e, contribuir pela desarticulação das bancadas
amazonenses na Câmara e no Senado Federal;
- Secretário de Estado da Cultura (SEC) Dr.
Robério Braga - em decorrência de ser alvo de denúncias nas mídias sociais
“Fora Robério!”, além de fazer festivais que não tem nada a ver com a
nossa cultura, por exemplo: Festival de Ópera;
- UFAM - pelos professores e alunos que
venderam e vendem, vergonhosamente, os Relatórios de Impactos Ambientais (RIMA)
para projetos destruidores do meio-ambiente, por exemplo: Porto das Lajes
e Ponte Rio Negro;
- UEA - pela construção da Cidade
Universitária, um megaprojeto do governador Omar Aziz (PSD), que não visa
à interiorização do conhecimento superior, mas, somente a expansão
imobiliária no município de Iranduba;
- Consórcios de empresas - são as mesmas
empresas que ganharam e ganham todas as licitações (cartas marcadas) para
construírem todas as obras de porte do Estado do Amazonas: Ponte Rio Negro, Arena da
Amazônia, obras do PROSAMIN, Monotrilho, grandes estradas e portos;
- Prefeito
de Manaus Amazonino Mendes - por não entender que todo político tem uma
data de validade (a dele está vencida faz muito tempo) e, por fazer a pior
administração municipal de todos os tempos, deixando a cidade em
frangalhos.
Esta forma divertida de
malhar os caras de pau, hoje, sendo feita pela “Comuna do Projeto Jaraqui”, lembra um pouco da “Confraria do Bar do Armando”, na época
do auge da nossa banda carnavalesca de rua, a querida, irreverente e
inesquecível “BICA”.
PIRACALHAS
neles! É isso ai.
Observação:
esta postagem não reflete a minha opinião, quanto aos nomes sugeridos para o
troféu PIRACULHAU, simplesmente, inclui os que foram mencionados pelas pessoas
que estavam reunidas na Praça da Polícia, no Projeto Jaraqui, realizado no dia
17/11/12.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
CLÓVIS, O MELHOR ARQUEIRO DA CIDADE.
No dia 13 do corrente, o
Atlético Rio Negro Clube comemorou os seus 99 anos de existência e, ao comentar
sobre esta agremiação, veio logo à minha mente, o nome do Clóvis Aranha Negra,
um ícone do futebol amazonense.
Na época em que o nosso
futebol brilhava, onde o Parque Amazonense e o Vivaldo Lima estavam sempre
cheios de torcedores, o Clóvis imperava, era um ídolo dos “Barriga-Preta”.
Defendeu o Rio Negro entre
1963 e 1973, com o campeonato de 1965 constituindo-se na sua principal
conquista dentro de campo - quando jogava o clássico RIO X NAL, costumava
colocar uma toalha vermelha na rede da trave, um gesto que levava à loucura o
time adversário, pois fechava o arco, defendendo até pênaltis, algumas pessoas
diziam que ele era macumbeiro.
A fotografia acima foi
tirada de um jornal de 1968, nela consta o seguinte:
O
seguro e elegante goleiro Clóvis, formará uma vez mais no arco do Rio
Negro, amanhã no “match” sensacional contra o Olímpico, Clóvis, que é,
indiscutivelmente, o melhor arqueiro da cidade, constitui-se uma garantia na
meta do “líder da cidade".
Conheci
o Clóvis quando ele já tinha deixado os gramados, era representante comercial
e, semanalmente, dirigia-se até a empresa em que eu trabalhava, os
Supermercados Casas do Óleo (CO) – o Zé Mário Assayag era o Diretor Comercial,
sempre dava um “chá de cadeira” no vendedor, alegando, na brincadeira, que por
ser nacionalino roxo na sua juventude, teve muita raiva do Clóvis e daquele
toalha vermelha, pois ele sempre agarrava todas as bolas e, aquele momento era
propício para dar o troco.
Tempo
depois, foi vizinho dos meus irmãos, no Conjunto Tocantins e, tive a
oportunidade de voltar a conversar com ele, algumas vezes nos encontramos no
Amazonas Shopping – a sua idade já pesa um pouco, mas, por ter sido um atleta,
ainda conserva um certo vigor físico.
O
Clóvis está com 69 anos de idade, mas, ainda é considerado a maior referência
da história rio-negrina nas quatros linhas – o melhor arqueiro da cidade. É
isso ai.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
NESTOR NASCIMENTO - A ALMA NEGRA DO AMAZONAS
NESTOR NASCIMENTO SERÁ HOMENAGEADO PELO PROJETO JARAQUI - Dia 17 de novembro (sábado) o Projeto Jaraqui vai homenagear o advogado, ativista e defensor dos Direitos Humanos, Nestor Nascimento, em comemoração ao Dia Nacional da Consciência
BLOGDOROCHA: NESTOR NASCIMENTO - A ALMA NEGRA DO AMAZONAS: No próximo dia 20 de novembro, será comemorado em Manaus o “Dia da Consciência Negra”, feriado municipal. Nada mais justo do que homena...
Negra e o Dia de Zumbi dos Palmares - que será festejado no dia 20 de novembro. Presente ao evento várias entidades defensoras dos Direitos Humanos e da Cultura Afro-Brasileira.
Leia mais o nosso saudoso Nestor Nascimento:
Leia mais o nosso saudoso Nestor Nascimento:
BLOGDOROCHA: NESTOR NASCIMENTO - A ALMA NEGRA DO AMAZONAS: No próximo dia 20 de novembro, será comemorado em Manaus o “Dia da Consciência Negra”, feriado municipal. Nada mais justo do que homena...
PRAÇA D. PEDRO II - MANAUS
Recebi um e-mail de uma leitora do nosso blog, solicitando que escrevesse sobre a Praça D. Pedro II, fiquei a conversar com os meus botões: como poderei escrever sobre a nossa Manaus antiga, pois não sou historiador, não chego nem aos pés do que escreve o Otoni Mesquita e nem a um quilômetro de distância do que escreveu o saudoso Mario Ypiranga Monteiro - mas, insisto em escrever, bebendo da fonte do material disponível na internet, apesar de odiar o famoso “Crtl + C e Crtl + V (copiar e colar) e de dispor de alguns livros conseguidos nos sebos da cidade de Manaus.
Vamos fazer o seguinte nobre leitor: irei escrever o resumo do resumo do que os historiadores e pesquisadores escreveram e, dando a minha impressão de como se encontra, atualmente, este importante espaço público.
Os nossos irmãos índios, já habitavam este lugar muito ante do invasor lusitano chegar; recentemente, na tentativa da reforma da Praça e do Paço da Liberdade, foi encontrada no local uma Urna indígena, tornando o local sagrado, pois ali fora um Cemitério Indígena. O sítio arqueológico daquela área, foi pesquisado por um alemão, chegando a conclusão que data entre 100 e 800 anos d.C.
Lá pelos anos de 1832, o local era conhecido como Largo do Pelourinho – era uma praça, onde existia uma coluna de madeira (pelourinho), servindo para castigar (açoites) os criminosos de penas leves.
Com o término do Pelourinho em 1855, o local recebeu diversas denominações, por último, era conhecido como Largo do Quartel, e, finalmente, Praça D. Pedro II, uma homenagem ao último imperador do Brasil, deposto em 1889 com a proclamação da República - foi remodelado nos anos de 1893/1895, na administração do governador Eduardo Ribeiro.
Segundo a historiadora e agente de viagem Thérése Aubreton, uma francesa que escreveu um livreto “Caminhando por Manaus”, na qual descreve os dois monumentos da Praça: “Chalet de Ferro – observa-se o belo coreto de ferro, fabricado pela firma inglesa Francis Morton & Co. Ltd. Liverpool, de acordo com a inscrição localizada na base quadrada das colunas. em estilo simples, foi edificado sobre uma base octogonal de alvenaria maciça. As grades de parapeito apresentam círculos e elipses com flores estilizadas. Oito esbeltas colunas sustentam ainda o teto, que no inicio do século era beirado por lambrequins (não existem mais). As colunas sustentam, ainda, arcos decorados muito elegantes, com rendilhado em ferro. Fonte de Bronze – rica em detalhes, a base de alvenaria dividi-se em quatro partes, por elementos de bronze pintados de verde. Em cada ângulo do conjunto vê-se graciosos meninos com cara de anjinho, segurando ânforas. Entre cada menino, acima de grandes conchas, vê-se casais de seres do mar segurando tridentes. Mais acima, uma grande bacia de bronze recebe águas vertidas através das bocas de máscaras antigas, na parte superior da fonte mostra quatro musas sentadas, cada uma segurando um objeto (lira, pergaminho, tridente e prancheta). No topo da fonte observa-se outra bacia e quatro golfinhos de bronze artisticamente segurando um globo”.
O grande historiador Mário Ypiranga escreveu que a fonte ornamental foi encomendada a John Birch @ Cia (Bohen & Birch), de Londres, instalada em 1893 – no mesmo ano, foi colocado na Praça um total de 48 bancos de madeira em armação de ferro, fornecidos por S. M. Santos.
Na época áurea da borracha, aquele lugar era freqüentado pela elite de Manaus, também pudera, a Praça era bonita, elegante, charmosa, passeavam em suas charretes, os barões freqüentavam o Hotel Cassina, acendiam os seus charutos com nota de quinhentos mil reis, no seu entorno tinha o Paço da Liberdade e o Palácio Rio Branco, tudo do bom e do melhor acontecia por lá – depois, veio a decadência, a crise da borracha, o local ficou esquecido, depredado, escuro, marginalizado.
Na década de sessenta, veio a redenção para a cidade de Manaus, foi criada a Zona Franca de Manaus, porém, o local continuava sendo uma Zona (puteiro, mesmo!). Houve uma tentativa de revitalização, o então prefeito Serafim Corrêa, conseguiu uma montanha de dinheiro do Projeto Monumenta, do Ministério da Cultura, infelizmente, tudo o que aquele alcaide começou, não terminou! O prefeito atual cruzou os braços, nada vez para ressurgir das cinzas aquele lugar. Recentemente, o governo estadual reformou totalmente o Palácio Rio Branco – palmas para o Robério Braga e vaias para o Serafim e o Amazonino Mendes!
Não aconselho ninguém passar por lá, na verdade, desejo sim, parece contradição, mas não é – apesar de estar abandonado e entregue as “meninas”, mendigos e vândalos, o local deve ser conhecido e valorizado e, aqueles de poderem escrever, gritar, forçar a barra, enfim, batalhar junto ao governo municipal, no sentido de dar prosseguimento ao programa de revitalização da nossa Praça D. Pedro II.
Para quem desejar se aprofundar sobre o assunto - foi disponibilizado na net um trabalho do Jhonathan Nogueira Martiniano, do Curso de Turismo da UFAM e da Elizabeth Filippini, professora doutora em História da UFAM -http://www.revistas.uea.edu.br/old/abore/comunicacao/comunicacao_pesq/Jhonathan%20Martiniano.pdf
Bom dia...sou o próprio Jhonathan Nogueira Martiniano. Primeiro fiquei muito honrado em ter sido mencionado em seu blog por um trabalho que desenvolvi juntamente com minha prof. orientadora Elizabeth Fillipini quando possuía vínculo com a UEA. Segundo, aproveito para informá-lo que a prof. Dr. Elizabeth Fillipini é professora do curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas - UEA, pois na UFAM não há o curso de turismo. Terceiro, eu sou finalista do curso de Educação Física da UFAM e gosto muito de história, por isso desenvolvi o trabalho. Quarto, a prof. Elizabeth Fillipini desenvolve um trabalho a respeito da história das praças de Manaus, caso houver interesse entre em contato com ela (infelizmente não sei o e-mail) na Escola de Artes e Turismo - UEA, no prédio da rua Leonardo Malcher. Quinto, de novo agradeço a citação de meu trabalho e parabenizo você por oferecer a oportunidade, através desse blog, das pessoas retomarem o sentimento de pertencimento a Manaus revivendo ou aprendendo com a história de nossa cidade.
E a partir dessas informações, do artigo de Jhonathan também, vou elaborar um projeto de revitalização incluído serviço básicos e turísticos que podemos inserir no local debatido.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O CANTO DO FUXICO
BLOGDOROCHA: CANTO DO FUXICO: O termo fuxico pode ser traduzido como intriga, mexerico ou futrica, simplesmente, entende-se como “falar mal da vida alheia”, agora, soma-s...
terça-feira, 13 de novembro de 2012
NO FUNDO DO POÇO
No “fundu
puteu”
parece um palavrão de fariseu(desculpe, foi apenas para rimar e, brincar, meu!)
– na realidade, constitui-se numa junção de duas palavras latinas, cuja significação,
metaforicamente, significa no lugar, ou, na situação, aonde uma pessoa chegou
ao seu limite material e espiritual de sobrevivência, no qual, ninguém, em sã
consciência, deseja entrar e, quem entrou, luta para sair de imediato, bem
como, aquele que entrou e, saiu, jamais deseja voltar para aquele lugar, nem com
nojo, porém, existem várias versões de superação disponíveis nas “nets da
vida”.
Segundo alguns autores de
livros de autoajuda, o “fundo do poço” não é o caldeirão do inferno como
comentam “porrai”, mas, uma situação de engrandecimento pessoal, onde o ser
humano deve voltar para si mesmo e, conhecer a bela cidade que existe naquele
lugar adverso, ou seja, o seu próprio eu, a sua personalidade, para assim, emergir
para o patamar da “normalidade” do dia-a-dia.
Para quem está “no fundo
do poço” é sempre muito difícil aceitar esses ensinamentos, pois, palavras, são
meras palavras, podem até acalentar o espirito, mas, não enchem a barriga, no
entanto, dizem os sábios “O que cria nossas limitações são as mensagens
negativas instaladas em nosso cérebro”. E agora, José?
Pois bem, dentro do meu
particular, conheço muito bem o fundo do poço, pois, andei por lá faz algum
tempo atrás - sei que não se pode, somente, viver na crista da onda, pois,
existem os altos e baixos da vida, mas, o lance é viver plenamente os altos e,
estar preparado para os baixos.
Um velho “lente”, um dia
escreveu: “Nunca será tarde para o caboco aprender!”. Será que “papagaio velho”
aprende a falar inglês? Acho que sim, depende das porradas que ele tomar nos
cornos! Será que a gente somente aprende na base da chibatada? Sei, não, mas,
às vezes resolve!
Alguém escreveu que, toda
pessoa deve passar um dia pelo teste do fogo, para poder renovar, tipo o grão
do milho que precisa de fogo na panela para virar pipoca – o cara passa o tempo
todo fazendo a mesma coisa, achando que está tudo certo, não passou, com
certeza, pelo fogo. Por falar em fogo, chama os bombeiros, por favor! Chega de
fogo, mano!
Putum
que los parium, foi o que gritou um grego ao chutar uma
pedra maceta! Porra, quem não quer um
dia chamar ou escrever uma “palavra ou frase indecente, o famoso palavrão”?
Claro que sim, a grande maioria assim o deseja, para desabafar, de leve! E, para
quem está no fundo do poço? Acho que tudo vale, somente, não vale é ficar muito
tempo no fundo do poço! Eu, hein! Chega de fundu
puteu!
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