terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

SECOS & MOLHADOS

DANDO UM ROLÉ POR MANAUS - Hoje, feriado de terça-feira de carnaval - resolvei dar um rolé pela minha Manaus de Mil Contrastes – passei pelo início da Avenida Eduardo Ribeiro, onde a única boa coisa feita até agora pelo alcaide baré foi fazer um imenso buraco onde pode-se ver o antigo calcamento em pedras de paralelepípedos, depois, entrei no Porto de Manaus, conhecido mundialmente como Roadway. Um segurança perguntou se eu iria pegar algum barco, falei que não, pois a minha intensão era tirar algumas fotos, ele me barrou no baile, falou e disse que o Porto estava em obras e que somente é permitido entrar as pessoas que vão viajar – fui até um quiché e comprei uma passagem para o Cacau-Pirera, entrei e falei para o segurança: - Agora , posso entrar? Ele sorriu e deve ter pensado “Essa cara é foda!” Pois bem, entrei tirei fotos, voltei e, rasquei o bilhete, pois não estava mesmo afim de atravessar o Rio Negro. O segurança ficou espantado e, falou – Já?. Respondi: - Eu sei que o senhor não tem nada a ver, mas, essas obras custaram aos contribuintes setenta e um milhões de reais e até agora não foram entregues a quem de direito: aos manauaras e turistas! Não tem jeito! Acho que vou para a Banda do Cinco Estres e, esquecer toda essa roubalheira! Eu, hein!

EM PRIMEIRO LUGAR - Caramba, bastou a socialite (casada) "pular a cerca" com o cara também casado e, mandar detonar uma rival que também era casada que, a nossa cidade ganhou a fama onde os homens e as mulheres são os mais infiéis do Brasil! Tudo acontece aqui nas nossas plagas: a segunda colocada na Miss Amazonas é mais famosa do que a primeira colocada - Manaus foi sede da Copa do Mundo e, possivelmente, das Olimpíadas, deixando muita gente de outras cidades brasileiras com uma ciumeira danada: Por que Manaus? - Construção de uma Ponte de Um Bilhão (feita pelo Dudu), não vale a metade - Bilhões de reais são gastos em carnaval, CarnaBoi e outras festas, enquanto o transporte público e o ensino fundamental é pior do Brasil!

CICLOVIA DO BOULEVARD - Em decorrência de uma labuta, passei seis meses passando todo dia em toda a extensão do Boulevard Álvaro Maia e, pude acompanhar todo o trabalho de construção da tão falada ciclovia. Pois bem, pude verificar “in loco” todo o trabalho de retirada de todo o calçamento do lado direito do canteiro central, inclusive com o avanço de alguns centímetros da pista; colocação de sarjetas e cimento armado; recuperação de toda a iluminação com colocação de novas lâmpadas, bancos, grades de proteção, limpeza, colocação de novas plantas, pinturas e outros serviços. O lado esquerdo ficou reservado aos pedestres. Na realidade, todo aquele logradouro estava abandonado faz muito tempo e, agora, ficou bem bonito. Não sei se foi superfaturado, se não serve ou é inadequado para uma ciclovia, porém, o trabalho foi feito, foram muitos meses de trabalho, não foi apenas um serviço de pintura no chão, como falam por ai. Outra coisa, não pertenço a nenhum partido político, não sou “vaca de presépio” de nenhum político e não tenho procuração para defender quem quer que seja! Estou apenas escrevendo o que presenciei! Achei muito fraca a atuação dos edis da situação, poucos defenderam oArthur Neto!

LINE BUS 016 – Eu tinha que resolver um probleminha lá no bairro da Redenção e, estava sem o meu “Batmovel” - fui informado que, saindo da “New City III” até aquela cercania, eu deveria pegar a linha 016, mais conhecida por “Grande Circular” (lembrei do meu amigo vendedor de discos o Leandro Grande Circular). Fui até o Terminal 3 e, peguei a fera. Quando eu pensei que o danado estava indo para a Zona Centro-Oeste, o motora começou a circular por toda a Zona Norte, boiando no Terminal 4, depois, entrou na Zona Leste, parando no Terminal 5. Entra e sai gente, foi quando uma jovem mãe com uma criança de colo parou bem ao meu lado, gentilmente cedi o lugar e, comecei a ler o meu jornal em pé. Lá pelo bairro do Aleixo, na Zona Centro-Sul, entra um evangélico e, solta o verbo, passou mais de uma hora falando nos meus ouvidos que todos os passageiros iam direto para o inferno! Até chegarmos a Avenida Kako Kaminha pegamos um engarrafamento daqueles! Nessa altura do campeonato, já tinha lido até os classificados de A a Z. No bairro da Compensa, o ônibus circulou de “cabo a rabo” por todo ele! Finalmente, chegamos na Estrada da Ponta Negra, depois, o motora circulou por vários bairros até chegar no Conjunto do Campos Elísios e, em seguida, no Bairro da Redenção. Para os senhores terem uma ideia, sai depois das oito horas e, quando cheguei ao meu destino, muita gente já estava almoçando nos restaurantes do bairro. Caramba! Resolvi a minha bronca e, perguntei a um senhor qual o ônibus que deveria pegar para voltar a Cidade Nova e, ele respondeu: - Tem um que roda um pouco, o numero da linha dele é 016! Agradeci e pensei “Caráio, circular mais três horas no 016, nem pensar, prefiro voltar à pé!”.

É FLUMINENSE – A Escolinha do Professor Jersey Nazareno Trindade – Amazonense refere-se ao Estado do Amazonas, a pessoa natural ou que habita naquele lugar e, Amazônida, aquele que é natural ou habita a Amazônia. Agora, Fluminense, refere-se ao Estado do Rio de Janeiro ou aquele que é natural ou habita aquele Estado e, Carioca (tupi "casa de branco"), a capital do Rio de Janeiro e ao natural ou que habita aquela cidade. Por outro lado, os torcedores do time Fluminense, dizem por ai que não existe essa de Flamenguista, Botafoguense ou Vascaíno, pois todos aqueles que nascem no Rio de Janeiro são registrados como “Fluminense” (latim flumine = rio e ense = natural, ou seja, natural do Rio) – está lá no Registro de Nascimento! Sai prá lá Professor Nazareno! Eu, hein! Escolinha do Professor Jersey Nazareno Trindade – Amazonense refere-se ao Estado do Amazonas, a pessoa natural ou que habita naquele lugar e, Amazônida, aquele que é natural ou habita a Amazônia. Agora, Fluminense, refere-se ao Estado do Rio de Janeiro ou aquele que é natural ou habita aquele Estado e, Carioca (tupi "casa de branco"), a capital do Rio de Janeiro e ao natural ou que habita aquela cidade. Por outro lado, os torcedores do time Fluminense, dizem por ai que não existe essa de Flamenguista, Botafoguense ou Vascaíno, pois todos aqueles que nascem no Rio de Janeiro são registrados como “Fluminense” (latim flumine = rio e ense = natural, ou seja, natural do Rio) – está lá no Registro de Nascimento! Sai prá lá Professor Nazareno! Eu, hein!
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