sábado, 16 de março de 2013

PASSANDO UMA CHUVA



Dizem que “passar uma chuva” é uma coisa passageira, jogo rápido, porém, hoje, em Manaus, houve uma precipitação atmosférica daquelas, foi tanta água no pedaço que, tive que me abrigar dentro da Igreja de São Sebastião, como estava na casa do senhor, aproveitai para orar – esperei, esperei e, nada da chuva passar!

Quando ela deu uma trégua, sai em disparada, mas, logo começou a chover novamente, o jeito foi ficar embaixo de uma marquise de uma loja que fica na Rua Tapajós – aproveitei para ficar admirando a arquitetura lateral da igreja e, tirei esta fotografia da postagem – esperei, esperei e, nada da chuva passar!

Fiquei a conversar com os meus botões: “O Papa é argentino, mas, Deus é brasileiro – será que estamos bem melhor na fita do que os nossos hermanos? Brincadeira, mas fiquei feliz por terem escolhido um Papa da América do Sul, aliás, o nosso Brasil será o primeiro país a ser visitado pelo Papa Francisco, será que vai começar novamente a ciumeira por parte dos argentinos? Não sei, mas, o Papa é informal, tanto que nós brasileiros o chamaremos carinhosamente de “Chico”, podes crer, ela vai gostar! Esperei, esperei e, nada da chuva passar!

Dizem por ai “quem vai para a sua casa não se molha”, tudo bem, sempre faço isso quando chove, aliás, gosto muito de tomar banho de chuva, lembro das minhas brincadeiras de criança quando chovia – no entanto, hoje, estava com uma mochila contendo um netbook, máquina fotográfica, pen drive, leitor de cartão de memória, documentos, et cetara e tal – não sei se a minha é impermeável, não dava para arriscar – esperei, esperei e, nada da chuva passar!  

Um dos lavadores de carro chegou e puxou conversa comigo, o cara estava chapado e, apesar da dificuldade para falar, ele lembrou que um tempo atrás me viu na Praia de Paricatuba – a minha mente viajou, fiquei a pensar: “Esse cara me faz lembrar praia, rio, Sol  e um dos lugares que mais gosto, a minha Paricatuba, no entanto, estou aqui esperando faz horas a chuva passar!”

Depois de longo inverno esperando a chuva passar, ele deu uma maneirada, corri feito um doido pela rua, mas, ela me pegou novamente, começou a chover forte – parei num abrigo e, esperei, esperei e, nada da chuva passar! Eu, hein!
 
Foto: Rocha 

sexta-feira, 15 de março de 2013

BLOGDOROCHA: J. G. ARAÚJO

BLOGDOROCHA: J. G. ARAÚJO: Na minha adolescência tive a oportunidade de conhecer diversos empreendimentos do mega empresário J.G. Araújo, a sede da empresa ficava n...

quarta-feira, 13 de março de 2013

O SÍTIO DO SÊO CARLITO



Na minha adolescência e parte da vida adulta, frequentava quase todos os finais de semana o sítio do Sêo Carlito, localizado na estrada da BR-174 (Manaus/Boa Vista), no quilômetro 22, na entrada da Escola Agrotécnica - um local onde guardo boas recordações, pois tive a oportunidade de estreitar os laços de amizade com os membros da família do dono imóvel, além de ter tido um contato direto com a natureza, principalmente, com as águas límpidas da Bacia do Tarumã-Açu.

O Sêo Carlito trabalhou a vida inteira na Administração do Porto de Manaus (Rodoway), aonde chegou a se aposentar e, com o fruto do seu labor de longos anos, deu uma vida digna e farta para a sua esposa, a Dona Nazaré e, para a sua prole numerosa, formada pelo Jordan, Mário, Marcus, Carlson, Dorinha e Júnior (falecido) - a sua residência ficava situado na Rua Tapajós, num trecho conhecido como “Ladeira da Tapajós”, onde criou e educou todos os seus filhos e, viveu até a sua morte.

Para curtir com a família o lazer dos finais de semana, comprou um sítio na BR-174 e, para se deslocar até lá, adquiriu um jipe da famosa marca Lander Rover, pois o acesso era difícil, com a estrada na piçarra e esburacada em toda a sua extensão – a viagem era uma aventura e, para vencer o percurso gastavam-se horas, com inegáveis atolamentos na época de chuva.

Por ser amigo da família, sempre era escalado para ir ao sítio, indo a reboque o meu irmão Henrique e o colega Alcenir (conhecido como Cara de Velha) – o carro era que nem um coração de mãe “sempre cabia mais um” – por ser muito longe para a época, saíamos no sábado e retornávamos somente no domingo à tarde.

No ramal da dava acesso a casa do sítio, tinha que passar por um pequeno igarapé conhecido como Paxiúba, onde fora construído uma ponte de madeira muito rudimentar – na época de chuvas, o igarapé transbordava, impossibilitando a passagem de automóveis – a travessia era feita no lombo de um cavalo - o Sêo Carlito aguardava o leito do rio baixar para pegar o Lander Rover que ficava na outra margem.

A casa era de madeira, com um grande quarto de dormir, uma pequena cozinha e uma imensa varanda, onde podia atar diversas redes para repousar – não existia luz elétrica, muito menos água encanada – os candeeiros e as lamparinas imperaram a noite toda - a água era retirada do igarapé do Tarumã Açu, depois de descer uma grande escada de madeira – a comida era feita num fogão à lenha, com o rádio a pilha ligado 24 horas para animar a festa – tudo natural, tempos bons, não?

Pois bem, o terreno era imenso, onde tinha até um grande campo de futebol - existiam muitas árvores frutíferas, como pupunheiras, goiabeiras, ingazeiras, tucumanzeiros, além de inúmeros pés de castanheiras do Brasil.

Existia por lá um caseiro conhecido como Sêo Zé, o homem estava seis meses trabalhando sem nunca ter dado um pulo na cidade, ele estava “atrasado” no balde, fazia muito tempo em que não pegava uma mulher – o jeito foi eu e o Marcos passarmos uma semana tomando conta do sítio, enquanto o velho trocava o óleo 40 nos prostíbulos da Rua Itamaracá.

Foi a primeira vez em que fiquei tanto tempo dentro da mata, uma semana inteira e, apesar de naquela época, existirem por lá, muitas galinhas, patos e perus no terreiro, passei três dias comendo direto ovos e sardinhas em lata, no café, almoço e janta, foi o suficiente para ficar enjoado por um dois anos.

No quarto dia, visitamos um sítio próximo ao nosso, o caseiro estava vários meses comendo Pirarucu seco com feijão de praia, o homem  não aguentava mais comer aquela comida e, propomos fazer um escambo (troca), levávamos ovos e sardinha em lata e ela preparava o nosso pirarucu com feijão, era uma delícia!

Com o passar do tempo, faleceram a Dona Nazaré e o Sê Carlito, com o sítio perdendo o seu encanto  - não vou por lá já faz muito anos.

No ano passado, tive a oportunidade de conversar com o Jourdan e o Marcos, fui convidado pelo primeiro para visitar novamente o sítio – topei na hora, qualquer um dia desses boiarei por lá e, lembrarei dos velhos tempo no sítio do Sêo Carlito. É isso ai.

domingo, 10 de março de 2013

O COLECIONADOR DE QUINQUILHARIAS



Dizem que todo doido possui a sua mania – por ser um deles, tenho o gosto de colecionar quinquilharias, desde ingressos de shows até discos de vinil e rádios antigos, porém, quando o meu quarto está até a tampa de trecos, pego uma parte e, jogo tudo fora, antes, fotografo e publico na net - mas, que diabos de mania doida é essa, meu?

Hoje, foi um dia de jogar muito coisa no lixo, sendo que uma pequeninha parte fiz questão de mostrar aqui no espaço:

 Ingresso do Bar do Boi, no Centro de Convenções, rumo ao Tri-Campeonato, em 2006 - Ingresso para passear de charrete, no Largo de São Sebastião, em 2004 -  Anuidade do Clube Sírio Libanês – levava os meus filhos para tomarem de banho de piscina no clube, em 1996.
 
      Ingressos eletrônicos, para passar nas catracas do finado Estádio Vivaldo Lima – Brasil X Colômbia (10/12/1995) e Fast X Flamengo (10/03/1996).


   Voucher (comprovante) da FM Turismo, de uma passagem de volta (avião) de Parintins (28/06/1997) -    Ingresso do Teatro Amazonas, show dos Raízes Caboclas (20/05/1994).
            Letra do samba enredo da Escola de Samba Balaku-Blaku (1996).


   Documento recebido em pleno Rio Negro pela Marinha do Brasil, sobre a segurança nos barcos regionais para o festival de Parintins, em 2008.


    Material publicitário da eleição para o Centro Social da Vila de Paricatuba, onde dei o apoio ao meu amigo Paulo Mamulengo (2006).


  Válvulas de rádios antigos - Ficha de Orelhão, da CAMTEL - Pedaços de cerâmicas indígenas,encontradas nas praias da margem direita do Rio Negro.



   Rádio a pilha/corrente, com Toca-Fitas, marca Sharp, ano 1985, comprarei na fábrica do Distrito Industrial, era do meu saudoso pai.


      Normas Diretivas de Serviços (NDS) da Moto Importadora Ltda., de 1975.


       Álbum com três discos de vinil do Rachmaninov, ano 1972.



        Álbum com três discos de vinil do Puccini (Madama Butterfay), ano 1972.


Chega de mostrar quinquilharias! Outro dia mostro mais, pois não sei se sou colecionador ou  sou, simplesmente, sou um cara que possui uma mania de doido ! Éu, hein!

sábado, 9 de março de 2013

BLOGDOROCHA: EXEMPLOS A SEGUIR

BLOGDOROCHA: EXEMPLOS A SEGUIR: Manhã de um belo domingo, em Manaus, dia dos estudantes amazonenses prestarem os exames de conhecimentos, para o ingresso na Universidade Fe...

BLOGDOROCHA: FAMÍLIA COUTINHO

BLOGDOROCHA: FAMÍLIA COUTINHO: Prezado Sr. Rocha, Visito frequentemente o seu blog, mais exatamente desde que lhe pedi adição ao Facebook, pois, notícias de Manaus sempr...

terça-feira, 5 de março de 2013

BLOGDOROCHA: O REMO NO AMAZONAS

BLOGDOROCHA: O REMO NO AMAZONAS: O esporte náutico “Remo” tem história no Amazonas, sob a influência dos ingleses, esta prática esportiva foi muito disseminada em Manaus, no...

domingo, 3 de março de 2013

ATRAVESSANDO O RIO NEGRO


 

Tenho um amigo, ele é sexagenário, um veterano nadador e professor de educação física  - é um dos atletas amazonenses que mais atravessou o Rio Negro, nadando da Ponta Negra até o outro lado da margem direita, fez isso dezoito vezes. Sou também um atravessador do Rio Negro, tanto que, hoje, fiz a minha quarta travessia, de ida e volta à pé pela Ponte, é claro!



O tempo estava fechado, mas, deu para sentir, novamente, o quanto é belo o  rio que banha a cidade de Manaus.


Vi somente alguns “gatos pingados” fazendo a caminhada, acho que acabou o encanto, uma pena, pois o local é ideal para colocar o corpo e a mente saudáveis.



As fotografias não estão muito legal, pois o tempo não estava ajudando muito, além da máquina ser muito simples e do fotografo ser para lá de amador.

Todos sabem que a extensão é de 3,3 Km, mas, o caboco que não aguentar as pernas, pode voltar de ônibus (Cacau-Pirera/Manaus), não aconselho ninguém fazer isso, pois a volta também é muito prazerosa.


Estamos na cheia dos rios, as praias estão submersas e, o flutuante restaurante/dancing “Aquatico” está ancorado bem em frente ao Cacau-Perera, ficando a cabeceira da ponte sem nenhuma opção de lazer – vi apenas a presença de alguns barraqueiros e uma dúzia de pessoas que teimam em tomar banho na beira do rio.

Na volta, deu para ver parte da cidade de Manaus tomada pelas chuvas - quando estava bem no meio da ponte, no pilar central, o aguaceiro caiu pesado, tive que esperar um pouco o tempo melhorar, apesar do medo de aparecer algum pilantra.


 Vamos supor que, de repente aparece um malandro armado e, fala na maior: - Passa o “redondo” ou pula da ponte!  É ai, qual seria a opção do nobre amigo? Levando em consideração que o “redondo” não é o relógio! Sei não, mas, caso acontecesse comigo, pularia na hora lá de cima! Eu, hein!

 Brincadeiras à parte, mas, sempre será bom atravessar em duplas, pois não sabemos quem passa, se é uma pessoa boa ou ruim – o melhor será prevenir e, na próxima vez irei convidar outras pessoas para atravessarem o Rio Negro comigo. É isso ai.

sábado, 2 de março de 2013

INTERIOR DA ROTUNDA DE MANAUS


Fotografia: Rocha

E a nossa Rotunda Baré? De acordo com os nossos cronistas, a sua construção foi no governo municipal do José Francisco Araújo Lima (1924-1924 e 1926-1929), fica na Praça Heliodoro Balbi, antiga Praça da Polícia, possui cinco degraus, quatro colunas e uma belíssima cúpula, passou, recentemente, por uma grande reforma.

Segundo o poeta e escritor amazonense Rogel Samuel "A nossa Rotunda é uma cópia do Temple de l´Amour (Templo do Amor), dos Jardins de Versailles, France. É possível comparar com as imagens acionando o Google".

Este bonito espaço, permaneceu durante muitos anos sem ser utilizado, ficando bastante ociosa, servindo apenas de banco e de abrigo, isso refletia que o povo estava acomodado, aceitando passivamente os desmando dos governos municipal e estadual, além de engolir sem reclamar da roubalheira e da atuação pífia da maioria dos políticos amazonenses.

No ano de 2012 a nossa Rotunda voltou a brilhar, a ser utilizando para os fins em que foi construída: para o povo discutir sobre o seu destino, da administração da pólis e da atuação dos nossos representantes no parlamento.

Eis que ressurge das cinzas o “Projeto Jaraqui”, sob a batuta do antropólogo Aldemir Ramos – com reuniões todos os sábados de manhã, onde todos têm vez e  voz para falar livremente sobre um tema previamente acordado - É a Rotunda da Praça da Polícia servindo novamente ao povo de Manaus. É isso ai.

A INAUGURAÇÃO DO BALNEÁRIO DO PARQUE DEZ DE NOVEMBRO




 A obra iniciou em 10/11/1938, na administração estadual do interventor Álvaro Maria, tendo como idealizador e iniciador dos trabalhos, o Prefeito Antônio Maia (irmão do governador) – o Prefeito Paulo Marinho deu continuidade e foi terminada na administração do Antovilla M. Vieira.

Para celebrar o aniversário do Presidente Getúlio Vargas, em 19 de Abril de 1943, o Prefeito Municipal de Manaus, em companhia de uma “girl” norte americana, senhoras e cavalheiros da nossa melhor sociedade, inaugurou o mais belo parque de recreação e de exercícios físicos da Região Norte, o Parque Dez de Novembro.

Em 1940, o então Prefeito Antônio Maia, fez um relatório ao Governador Álvaro Maia, detalhando sobre aquela obra, ao qual descrevo em toda a sua integra:  

“Com o pensamento dirigido para o robustecimento da raça pela cultura física da infância e juventude, à semelhança do que realizaram os povos que plantaram marcas na história da humanidade pelo esplendor de suas de suas civilizações, desde Esparta, aprimorando gerações pela eliminação dos frágeis, à Grécia sistematizando a fisiocultura através de seus memoráveis torneios, Roma com admiráveis estádios com os atletas em lutas corporais empolgavam as multidões, até os modernos povos superdesenvolvidos, tomamos a decisão definitiva de construir um grande parque onde os nossos jovens compatriotas do Amazonas poderão travar contatos íntimos com as forças da natureza, assegurando-lhe as energias vitais através dos ânimos dos exercícios físicos”.

Características do Parque Dez de Novembro:


  1.   Ocupando uma área de cinquenta hectares, constituídos de terrenos sílicos-arenosos e coberto por um grande pitoresco bosque natural, possui ainda o privilégio de ser recortado por um igarapé de águas cristalinas, aproveitado em longo trecho para uma grande piscina.  Dista 5 quilômetros do centro da cidade e dois quilômetros do Bondes “Flores” e “Adrianópolis”, servindo por uma magnífica estrada de rodagem.

2.    Um trecho do Igarapé do Mindú que corta a área do Parque Dez de Novembro foi amoldado à feição de piscina em forma de L, no sentido N.S.L.O. a eixo N.S. 43,80 metros e a L.O. 110 metros de largura em toda a sua extensão e 2 metros e meio de profundidade máxima. As margens são construídas a forma de três degraus, tendo cada uma 45 centímetros de altura por um metro de largura, em todo o seu comprimento, o que lhe dá um aspecto de escadaria em ambas as margens. O leito da piscina é constituído de elemento natural que é areia claríssima.

3.    A jusante foi construída importante barragem com duas comportas de um metro quadrado cada, para evasão das águas e governo do nível da piscina. A máxima elevação do nível efetua-se em poucos minutos, formando-se em seguida uma cachoeira pelo transbordamento sobre a barragem.

4.    A montante, à margem esquerda, no ponto de junção dos dois eixos, foi armado um grande tocing, magnífica edificação em estilo colonial de vinte metros de comprimento por 16,50 de largura. O Bar-Dancing possui avarandados de estar na face da frente e laterais, um “dancing” de 13,40 por 10 metros, secções de bar e orquestra, além de vestuários para homens e senhoras, com aparelhos sanitários, pias, etc.

5.    Na margem oposto ao Bar-Dancing, ergue-se um lindo pavilhão com dois andares em estilo colonial.

6.    A vinte metros da barragem, o curso do igarapé se dirige no sentido Sul, formando com o eixo principal outro grande L em sentido inverso, o que oferece uma singular paisagem;

7.    No eixo médio e longitudinal, às margens opostas, a uma distância de 30 metros, ergue-se na zona oeste um admirável pavilhão em estilo japonês;

8.    Tudo – as distâncias, o preparo do bosque, as clareiras em torno das construções – está distribuído e trabalhado de maneira a apresentar, de qualquer ponto em que se apresente o observador, panoramas impressionantes;

9.    Piscinas para crianças – À margem direita da grande piscina do Parque Dez de Novembro, logo no início N.L. foi construído uma piscina para crianças, medindo 15 metros de comprimento por dez de largura. A sua profundidade vai de 60 centímetros a um metro. È uma piscina de construção moderna, satisfazendo todas as exigências de higiene. Ao redor, sobre a relva bem cuidada, há inúmeros bancos para os que acompanham as crianças;

10.                 Na zona Sudeste, foram localizados “courts” para tênis, basquete e voleibol;

11.                . Toda a zona Nordeste da área do P10 é ocupada por um vasto o moderno “playground”, onde as crianças encontrarão os mais perfeitos aparelhos para exercícios e diversões, iguais aos utilizados nos campos de recreio norte-americanos, com capacidade para centenas de crianças, simultaneamente;

12.                 Um dos aparelhos mais interessante é um Deslizador Racer Slide, constituído de uma ampla escada de acesso e duas seções de deslizamento onduladas, de 28 pés cada uma, e por onde no espaço de três horas, poderão experimentar a mesma emoção, 11.000 crianças;

13.                 Acham-se por ali instalados aparelhos de Circular Climba, passos gigantes, ondas giratórias, argolas, etc.   
  


Frequentei o P10 na década de sessenta, sempre em companhia dos meus pais, pois eu ainda era um curumim – a descrição acima me faz viajar no tempo e, lembrar dos tempos bons, das belas manhãs de domingo, dos piniques com a minha família, muitos banhos em águas límpidas e brincadeiras de crianças, tudo isso no nosso saudoso Parque Dez de Novembro. É isso ai.