terça-feira, 16 de janeiro de 2007

CENTRO DE MANAUS

Faço coro juntamente com o escritor Marcio Souza e o senador Jéferson Peres (PDT-AM), com relação ao sentimento de tristeza pelo abandono do Centro de Manaus, principalmente da Avenida Eduardo Ribeiro, Marques de Santa Cruz e o entorno da Igreja da Matriz. O abandono é total, encontramos um lugar entregue aos ambulantes, com barracas de venda de churrascos, peixes, verduras, quinquilharias, produtos piratas, comidas e lanches. O lugar é intransitável, com os taxistas fazendo filas no meio da rua, barracas nas calçadas, além da sujeira e mau cheiro, ocasionado pelo descarte diário dos ambulantes e catadores de lixo, que abrem as caixas e sacos colocados pelos comerciantes das imediações.

O senador Artur Neto teve a ousadia de reorganizar o centro de Manaus, quando era prefeito da nossa querida cidade, porém paga um preço político muito alto pela decisão tomada. Outros prefeitos resolveram recolocar os ambulantes nas praças e prédios públicos, não resolveu o problema, mas sim, piorou ainda mais.

Entendo que este é um preço que devemos pagar, em decorrência da falta de emprego formal, ocasionado pela explosão demográfica em Manaus; porém os administradores do município não podem deixar os espaços públicos entregues a própria sorte, devem sim, reorganizar e fiscalizar, pois existem normas para serem cumpridas.

A PMM está investindo pesado no sistema viário de Manaus, recentemente liberou 70 milhões de reais para as construtoras que estão tocando as obras de passagens de nível e viadutos, e esqueceu de recapear as ruas do centro, é uma tremenda falta de sensibilidade do Prefeito Serafim Correa. O governo do Estado está investindo pesado na recuperacao do prédio que abrigava o comando da Policia Militar e, a Prefeitura nao gastou 1 centavo na Praça da Polícia.
O Porto de Manaus está entregue a um grupo de pessoas que nao tem nenhum compromisso com a nossa cidade, fizeram a revitalizacao de alguns armazens e detonaram totalmente os prédios antigos que ficam no entorno do porto. E por aí vai...

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