sexta-feira, 24 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
PARABÉNS MANAUS PELOS 339 ANOS!

Manaus está em festa, comemora-se os seus 339 anos, com atividades festivas para todo os lados da nossa Manô!
Semana passada tivemos o Boi Manaus, com cantores e bandas de boi-bumbá revezando-se em cima de trios elétricos, sob o ritmo alucinante do dois-pra-lá, dois-pra-cá, comandando o belo espetáculo, que caracteriza-se por impressionante coreografia.
O jornal A Crítica promoverá a Caça ao Tesouro, com 339 prêmios escondidos em pontos estratégicos da cidade.
Segundo a wikipedia “Manaus é a capital do estado do Amazonas. Situa-se na confluência dos rios Negro e Solimões. É a cidade mais populosa da Amazônia, de acordo com as estatísticas do IBGE e conhecida mundialmente pelo ecoturismo e por suas indústrias. Manaus pertence a mesorregião do Centro Amazonense e a microrregião de Manaus. É localizada no extremo norte do país, a quilômetros de Brasília.
Fundada em 1669 com o forte de São José do Rio Negro. Foi elevada a vila em 1832 com o nome de Manaus, que significa "mãe dos deuses", em homenagem à nação indígena dos Manaós, sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 4 de setembro de 1856 voltou a ter seu nome atual.
Ficou bastante conhecida no começo do século XX, na época áurea da borracha. Nessa época foi batizada como Coração da Amazônia e Cidade da Floresta. Atualmente seu principal motor econômico é o Pólo Industrial de Manaus, em grande parte responsável pelo fato de a cidade deter o 7º maior PIB do país, atualmente.É a segunda maior região metropolitana do norte do país, e a décima segunda do Brasil, com 2.006.870 habitantes (IBGE/2008). Na capital amazonense residem atualmente (2008) 1,71 milhão de pessoas, sendo a oitava cidade mais populosa do Brasil de acordo com dados do IBGE.”
Semana passada tivemos o Boi Manaus, com cantores e bandas de boi-bumbá revezando-se em cima de trios elétricos, sob o ritmo alucinante do dois-pra-lá, dois-pra-cá, comandando o belo espetáculo, que caracteriza-se por impressionante coreografia.
O jornal A Crítica promoverá a Caça ao Tesouro, com 339 prêmios escondidos em pontos estratégicos da cidade.
Segundo a wikipedia “Manaus é a capital do estado do Amazonas. Situa-se na confluência dos rios Negro e Solimões. É a cidade mais populosa da Amazônia, de acordo com as estatísticas do IBGE e conhecida mundialmente pelo ecoturismo e por suas indústrias. Manaus pertence a mesorregião do Centro Amazonense e a microrregião de Manaus. É localizada no extremo norte do país, a quilômetros de Brasília.
Fundada em 1669 com o forte de São José do Rio Negro. Foi elevada a vila em 1832 com o nome de Manaus, que significa "mãe dos deuses", em homenagem à nação indígena dos Manaós, sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 4 de setembro de 1856 voltou a ter seu nome atual.
Ficou bastante conhecida no começo do século XX, na época áurea da borracha. Nessa época foi batizada como Coração da Amazônia e Cidade da Floresta. Atualmente seu principal motor econômico é o Pólo Industrial de Manaus, em grande parte responsável pelo fato de a cidade deter o 7º maior PIB do país, atualmente.É a segunda maior região metropolitana do norte do país, e a décima segunda do Brasil, com 2.006.870 habitantes (IBGE/2008). Na capital amazonense residem atualmente (2008) 1,71 milhão de pessoas, sendo a oitava cidade mais populosa do Brasil de acordo com dados do IBGE.”
Peço a Deus que ilumine a mente dos administradores públicos, no sentido de orientarem as suas ações, visando ao bem estar social das pessoas que aqui habitam, através de planejamentos a longo prazo, planos diretores e, acima de tudo, trabalhando em sintonia e respeito com as reais aspirações do povo manauara; cuidando com mais respeito e carinho do nosso patrimônio público, do meio ambiente, da educação, da saúde, do lazer, do transporte e da moradia do nosso povo, dando-lhes uma vida mais digna, com maiores oportunidades para obterem trabalho e renda para as suas famílias.
Peço também a Deus para clarear os pensamentos dos seus habitantes, direcionando as suas ações para o respeito com a sua cidade, tendo mais cuidado com o meio ambiente, destinando corretamente os seus resíduos sólidos e líquidos, preservando as nascentes, os igarapés, as matas ciliares, os animais, as arvores e ao ar que respiramos, o nosso patrimônio histórico, as praças e os jardins, nossos balneários e, principalmente respeito a si mesmo e aos seus semelhantes, com ações carregadas de amor e carinho para com as nossas crianças, adolescentes e aos nossos irmãos da idade feliz.
Muito obrigado Manaus, por ter tido a felicidade de nascer neste torrão, por teres me dado a oportunidade de uma infância feliz no Igarapé de Manaus, de passar a minha adolescência na Vila Paraíso, entre as Ruas Getulio Vargas e Tapajós, por ter uma vida adulta sadia e equilibrada, sempre trabalhando e estudando em prol do crescimento digno da nossa sociedade.Obrigado pelos meus três filhos nascidos nesta cidade que tanto amo, de ter-lhes dado um ótimo local para morar, no Conjunto dos Jornalistas, uma educação adequada e de terem aprendido também a respeitar e a amar a nossa cidade.
Parabéns Manaus!
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
A GAVETA DO LUTHIER
Há quantas coisas guardadas
Em tão pequeno recanto
Coisas que por seus porquanto
Foram ainda assim ficaram
São coisas que a pequenice
Da mente não as percebe
Dá-se inteiro a tais guardados
Meu Deus me diga meu Deus
Quem mais poderá saber
Que segredos não passados
Em tão singela gaveta
Da vida do Luthier
Aonde não cabem facas
Nem serras sem canivetes
Nem procura de confetes
Mas tão somente
Simplesmente a fina talha
Que dará o tom da vida
Bilhetes, quiçá pedidos
Encomendas de amigos
De estranhas desavisados, que nunca jamais sabidos
Que ao tempo do luthier
Na gaveta dos guardados
Há uma sonata leve
Breve e diminuta
Que só se fará real
Nos carinhos dessas mãos
Dessas mãos de luthier.
(Paulo Mamulengo - verão de 2007, Paricatuba, à mesa do luthier).
sábado, 18 de outubro de 2008
PROJETO UAKTI
Uakti 2008 (31/10/2008)Assinpa/ASPI
Confraternização entre público e artistas do
Projeto Uakti 1989
O PROJETO UAKTI – 19 ANOS
Para comemorar os 20 anos do Projeto Uakti em 2009 está sendo organizada uma grande reunião preparatória no dia 31/10/08 (sexta-feira), que será um misto de confraternização e show musical, poético e de artes plásticas. Além de comemorar os 21 anos da Assinpa e os 22 da ASPI, produtoras do evento em 1989.
O Projeto Uakti realizou-se entre 1989 e 1990 e reuniu na Assinpa durante 21 semanas cerca de 200 artistas de diversas expressões culturais (música, pintura, poesia falada, dança, performances teatrais, circenses e de revista; capoeira e maculelê; exposições de fotos, charges, desenhos científicos e artísticos; colagens). O projeto atraiu um público seleto e qualificado do mundo acadêmico, político, da mídia, da cultura e das artes, junto à comunidade do INPA.
O registro dessas 21 “Sextas-culturais & ecológicas” do Uakti está expresso em cerca de 900 slides (800 fotografias, cartazes, folderes, notícias de jornal). reunidos e digitalizados pela Associação dos Pesquisadores do INPA – ASPI, dentro do Projeto Memória da Ciência e da Cultura na Amazônia. Todos os artistas e o público já identificado nas 800 fotografias está sendo convidado. [Se você conhece alguém que participou do Uakti e não recebeu convite envie um e-mail à ASPI].
A PROGRAMAÇÃO:
18h00 às 19h30 – Apresentação e discussão do Pré-Projeto comemorativo dos 20 anos do Projeto Uakti a se realizar em 2009; criação de uma entidade específica para dar continuidade ao Projeto Uakti/Amazonas a partir de 2009 (Associação dos Amigos do Uakti?);
19h00 - Mostra (em telões) de fotos, cartazes, folderes e notícias de Jornal do Projeto Uakti 1989 – A partir das 20h00 apenas no telão do Chapéu de Cima
19h30 – Abertura da Exposição de quadros “Caminho das Águas” do artista plástico Amazonense, Raymond Rocha de Sá.
20h00 – Apresentação do documentário “Projeto Uakti – um espaço de expressão e identidade dos artistas amazonenses no final da década de 80” (DVD, 20 minutos)
20h30 – Mostra de Músicos e Poetas da Amazônia, com abertura do Coral do INPA.
Encerramento: O público poderá dançar ao ritmo das Músicas do Beiradão Amazônico.
Os músicos, poetas e escritores podem trazer seus CDs e livros para serem vendidos na Barraca especialmente montada para este fim.
DOCUMENTÁRIO-SÍNTESE DO UAKTI 1989
Para o próximo dia 31/10 (20h00), está sendo produzido um documentário-síntese em DVD do Projeto Uakti 1989, bem como organizadas exposições e shows. Por enquanto o título do documentário é “Projeto Uakti: um espaço de expressão e identidade dos artistas amazonenses no final da década de 1980”.
A SOCIEDADE UAKTI
Antes disso (a partir das 18h00), quem quiser discutir a continuidade do Projeto Uakti, seu formato e as formas de financiá-lo já em 2009 (“20 Anos do Uakti”) é só comparecer à Assinpa. Uma proposta é a criação de uma associação dos amigos do Projeto Uakti.
VERNISSAGE de RAYMOND DE SÁ
Também uma grande atração dessa noite é a vernissage “Caminho das Águas” do artista plástico, poeta e ator amazonense Raymond de Sá. Ele foi o autor dos cenários do Projeto Uakti em 1989 e virá de Brasília especialmente para mostrar ao público suas novas telas e elaborar um novo cenário para o Uakti 2008. [Passagem aérea fornecida pelo Sindsep-AM]
RECITAL DE ELIAKIN RUFINO
Um dos convidados especiais desta noite (veja relação abaixo) vem de Boa Vista (RR). Trata-se do grande poeta e compositor Eliakin Rufino, sem dúvida um dos maiores da Amazônia, que recitará alguns poemas de sua lavra. Eliakin é o autor do Poema “Uakti”, que inspirou o nome do projeto. [Passagem aérea fornecida pela Equipol Turismo Ltda]. Também estão sendo convidados os poetas Aníbal Beça, Dori Carvalho, Celdo Braga, Tenório Teles, Elson Farias e Thiago de Melo. Serão recitados poemas de Alcides Werk (in memorian), participante do Uakti 1989.
MOSTRA DE MÚSICOS E POETAS DO AMAZONAS
Depois da apresentação do documentário em vídeo (08h30), está sendo organizada uma mostra de músicos e poetas amazonenses que será gravada em CD e DVD. A coordenação está a cargo do botânico e mestre de capoeira KK Bonates (um dos coordenadores do projeto em 1989) e Armando de Paula (coordenador musical do Uakti 1989). Estão previstas homenagens a artistas consagrados da música popular amazonense e ao final, o público poderá dançar sob o som das músicas de Beiradão. O Coral do INPA fará a abertura. O show será transmitido para 3 telões espalhados no campus da Assinpa.
MOSTRA DE MÚSICAS DO BEIRADÃO
A Música de Beiradão é uma mistura de ritmos e de influências que surgiu na metades dos anos 70 e atingiu o auge em meados dos 1980. Há um incipiente movimento no sentido de resgatar a Música do Beiradão com releituras e que buscam revalorizar os conhecimentos, a cultura e os trejeitos dos caboclos. Os principais artífices da música de beiradão no Amazonas são os compositores Teixeira de Manaus, Ozéas da Guitarra, Chico Caju (sax-beiradão), Cheiro-Verde, André Amazonas.
MOSTRA DE FOTOS DO ACERVO UAKTI
Durante todo o evento (no chapéu de cima) o público presente poderá ver (em data-shows e no computador) uma amostra de cerca de 300 fotografias do Uakti 1989 que está dividida em: músicos; artistas plásticos; dança e artes cênicas; exposições e cenários; público. Quem quiser consultar o banco de imagens completo do Uakti 1989 (900 imagens) também poderá fazê-lo, inclusive ajudando a identificar artistas e público.
RESERVE SUA MESA, ADQUIRA SEU INGRESSO
Estamos buscando apoio financeiro junto a diversas empresas e entidades. As mesas serão vendidas a preços módicos [40,00] (metade para o pessoal do INPA e metade para convidados, dando-se preferência aos participantes do Uakti 1989) e teremos comida regional e bebidas. Também serão vendidos convites individuais [10,00]. O início das vendas será anunciado em breve. A renda será revertida parte do pagamento da Produção do Uakti 2008 e parte na Produção do Uakti 2009.
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Lista dos Participantes do Uakti 1989:
Música:
Músicos Compositores – Adelson Santos, Afonso Toscano, Antonio Pereira, Armando de Paula Candinho & Inês, Carlos Castro, Célio Cruz, Celito, Cileno, Élson Brasil, Lúcio Bahia, Maca, Mário Jacqson, Natan Jr., Rauney de Carvalho, Roberto Dibo, Sandro Guimarães, Torrinho..
Músicos Acompanhantes – Almir Fernandes, Bernardo, China, Paulo Peruca, Renato Linhares, Said.
Participações Especiais – Grupos - Banda Jazz Mania [Ronaldo (Guitarra), Bibi (bateria), Ítalo (Sax), Paulo - Contra-baixo)], Grupo de Forró & Bolero, Irmãos Roger Vasquez (Peru), Raízes Caboclas, Songo Bolívia (Francisco Peralta); Celdo Braga, Ítalo Jimenes, Jane Bastos, Lucinha Cabral, Los Latinos (Jano, Kiko, Peio), Paulinho Kokai, Pepê Fonnãn, Robertinho, Zoty.
Canjas: Adauto Ribeiro, Edin Berg, Susana Cláudia, Graça Silva, George Hamilton, Barbosinha, Élson Bezerra. Neliton Marques.
Artes Plásticas:
Ademar Venâncio, Anísio Melo, Artêmio Silva, Bia Ishida, Cledyr Pinheiro, Cristóvão, Déa Monteiro, Efraim, Eliberto Barroncas, Flávio Farias, Ivon Lobato, Jader Resende, Jair Jacqmont, João Rodrigues, Jorge Marques, José Adelino, Jôu Aguiar, Marcos Figueira, Neusa Rita, Raymond de Sá, Ricardo Montiel, Ruy Machado, Sebastião Alves.
Dança:
NUDAC (Djalma Cosmos, Andréa Arruda, Samara), Grupo Experimental de Dança, Grupo Renascença de Dança (Jorge Kennedy, Cléa Alves, Sérgio Bicudo, Guto, Andréa Vitória, Ana Mendes), Grupo de Teatro e Dança Jurupari (Adalto Gil, Gabriel Albuquerque, Tenório Cavalcante, Luciana Coutinho, Roseane, Andréa Rossana, Guilermina Fontenele, Sandro e Eleusa de Quevedo, Grupo de Dança Raízes (Susana, Guto, Carlinha e Carla).
Performances Teatrais:
Francisco Cardoso, Théo Correia, Dimi Soares, Narda Teles, Juarez Calheiros, Companhia Teatro de Bonecos, Paulinho Mamulengo, Joelma Andrauss, Condessa Botticcelli.
Poetas:
Aníbal Beça, Dori Carvalho, Alcides Werk (in memorian), Silvia Mendonça, Darlene Fernandes, Lúcia Antony (interpretação), , Luís Augusto Souza, Marcos Figueira, Norma Colares, Wagner Melo, Afraim, Juarez Calheiros, Carlos Drummond de Andrade (interpretado), Augusto dos Anjos (interpretado).
Fotos, charges, desenhos
- Felipe França, Marilene Braga, KK Bonates, Isaac Amorim, Léo Leão.
Apresentadores:
Francisco Cardoso, Astrid Lima, Lúcia Pardo, KK Bonates
Iluminação: Fila Luz (Batata)
Sonoplastia: Exodus (Escola de Música)
Fotografias; Felipe França
Artesanato: Índia
Direção de Música & Poesia interpretada: Armando de Paula
Direção de Cenografia, Artes Plásticas e Teatrais – Raymond de Sá
Coordenação Geral: William Gama (produção e execução) & KK Bonates (direção e coordenação dos shows)
JERSEY NAZARENO

Amazonense de Manaus, poeta, jornalista e produtor cultural.
NOITE EM CLARO
(azul plúmbeo)
Por
amanhecer-me,
sujigo-me
ao dia
CURTA-METRAGEM
(marrom)
A fogueira
dos meus olhos
não apaga
a cinza do amanhã
cunhã faceira
lava o rosto
à beira da lama.
VÔO
(argênito)
Querer-me em ti
é um suplício
das dores
sem cores
para o meu bem-te-vi.
IMPERATIVO PRESENTE
(vermelho)
Com os versos
de ontem,
versejo a manhã
de hoje.
ALADO
(branca)
Quisera
ser seu pássaro
Para não coar.
Mas as tuas mãos
quentam-me
para o vôo.
TRANSE
(verde)
Não imagino
e quando possas
imaginar-te.
soberbo,
associo-me a ti.
DE COR
(vinho)
Não chacolho
o meu amor,
seja como for:
Em vida,
pela vida,
na via...
NOITE EM CLARO
(azul plúmbeo)
Por
amanhecer-me,
sujigo-me
ao dia
CURTA-METRAGEM
(marrom)
A fogueira
dos meus olhos
não apaga
a cinza do amanhã
cunhã faceira
lava o rosto
à beira da lama.
VÔO
(argênito)
Querer-me em ti
é um suplício
das dores
sem cores
para o meu bem-te-vi.
IMPERATIVO PRESENTE
(vermelho)
Com os versos
de ontem,
versejo a manhã
de hoje.
ALADO
(branca)
Quisera
ser seu pássaro
Para não coar.
Mas as tuas mãos
quentam-me
para o vôo.
TRANSE
(verde)
Não imagino
e quando possas
imaginar-te.
soberbo,
associo-me a ti.
DE COR
(vinho)
Não chacolho
o meu amor,
seja como for:
Em vida,
pela vida,
na via...
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
NOSSA HOMENAGEM ÀS CRIANÇAS DA AMAZÔNIA.

Dia da Criança dia 12 de Outubro.
As crianças aprendem o que vivem....
Se a criança vive com críticas, ela aprende a condenar. Se a criança vive com hostilidade, ela aprende a agredir. Se a criança vive com zombarias, ela aprende a ser tímida. Se a criança vive com humilhação, ela aprende a se sentir culpada. Se a criança vive com tolerância, ela aprende a ser paciente. Se a criança vive com incentivo, ela aprende a ser confiante. Se a criança vive com elogios, ela aprende a apreciar. Se a criança vive com retidão, ela aprende a ser justa. Se a criança vive com segurança, ela aprende a ter fé. Se a criança vive com aprovação, ela aprende a gostar de si mesma. Se a criança vive com aceitação e amizade, ela aprende a encontrar amor no mundo.
Se a criança vive com críticas, ela aprende a condenar. Se a criança vive com hostilidade, ela aprende a agredir. Se a criança vive com zombarias, ela aprende a ser tímida. Se a criança vive com humilhação, ela aprende a se sentir culpada. Se a criança vive com tolerância, ela aprende a ser paciente. Se a criança vive com incentivo, ela aprende a ser confiante. Se a criança vive com elogios, ela aprende a apreciar. Se a criança vive com retidão, ela aprende a ser justa. Se a criança vive com segurança, ela aprende a ter fé. Se a criança vive com aprovação, ela aprende a gostar de si mesma. Se a criança vive com aceitação e amizade, ela aprende a encontrar amor no mundo.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
NOMES DE LUGARES PITORESCOS EM MANAUS (MÃE DOS DEUSES).

Buraco do Pinto (Rua Ramos Ferreira, entre as Ruas Sete de Setembro e Major Gabriel);
Canto do Quintela (Ruas Sete de Setembro e Joaquim Nabuco);
Canto do Fuxico (Rua Henrique Martins e Avenida Eduardo Ribeiro);
Baixa da Égua (bairro do Educando);
Rua da Instalação (centro);
Rua Pico das Águas (bairro São Geraldo);
Motel Jesus (ficava na Rua Frei José dos Inocentes, no Bairro do Céu, próximo ao Largo da Igreja Matriz);
Ponte da Bolívia;
Alto do Nazaré;
Avenida Tapajós (extensão de apenas 100 metros);
Roadway (conhecido por Ródo);
Casa Ferro de Engomar;
Casa Bolo Confeitado;
Capela do Pobre Diabo (bairro da Cachoeirinha);
Casa 22 Paulistas (centro);
Bairro dos Tocos (atual Aparecida);
Boca do Emboca (bairro do Educandos);
Cine Poeira (desativado);
Plano Inclinado (estação dos bondes);
Beco da Indústria (somente indústrias de fazer meninos);
Ilha de São Vicente (nunca foi uma ilha);
Casa Tem-Tem - para o rico e para o pobre também;
Vila Mamão (bairro Cachoeirinha);
Bar Cai Nágua (bairro da Compensa);
Morro do Querosene (Praça 14);
Lupanar Maria das Patas (bairro São Francisco).
BAIRRO DE SÃO GERALDO

São Geraldo, bairro de ManausO tradicional bairro de São Geraldo deve sua origem à existência da companhia de transporte Villa Brandão, de 1893, proprietária de uma linha de bondes que fazia o percurso do mercado público até a Cachoeira Grande, antiga fonte de abastecimento de água para a cidade de Manaus, construída em 1888 e localizada no início de onde hoje está bairro de São Jorge. A antiga estrada da Cachoeira Grande compreendia a atual avenida Constantino Nery e parte da João Coelho. A vida ritmada pelo bonde e as estradas de piçarra remontam a primeira metade do século XX. O lugar estava localizado entre as avenida Constantino Nery, João Coelho e estrada João Alfredo, hoje Djalma Batista, e ganhou fama pelo fato de haver um antigo estabelecimento de jogos de bilhar, que vendia também vinhos e outras bebidas alcoólicas. A partir daí, os populares passaram a chamar toda a área de bairro dos Bilhares, até a mudança para São Geraldo, na segunda metade do século. Mário Ypiranga relata em seu livro "Roteiro Histórico de Manaus" que a casa de bilhares fechou suas portas e o prédio ruiu. Outras lembranças do bairro estão ligadas a uma antiga pedreira e um balneário conhecido como Verônica, localizado nas proximidades da ponte dos Bilhares, que funcionou até meados da década e 1970. No local, hoje se ergue o shopping Millenium Center Segundo depoimento de Benedito dos Santos, 75 anos, um dos mais antigos moradores, a ponte que liga o bairro à Chapada era ponto de encontro de homens que se reuniam para se divertir. Existia um prostíbulo conhecido como Cabaré da Verônica, em Flores, na localidade conhecida como Bom Futuro. Benedito relata que chegou na região em 1950 e que seu pai era estivador do Porto de Manaus e funcionário da prefeitura quando comprou um terreno na área e ali ergueu uma casa. A maioria das habitações era de taipa, existiam pontes de madeira e a área era um intenso matagal. A ocupação do trecho se deu de forma ordenada, através de venda direta com os proprietários, no caso de Maria Wanderlei, que loteou a terra e depois foi indenizada. A Congregação das Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo, a qual pertence o tradicional Colégio Preciosíssimo Sangue, ajudaram a dar as feições do bairro, como é o caso da "Vila do Preciosíssimo", loteada e vendida, cuja outra parte dos terrenos foi arrendada. Esta característica dá a localidade um traçado urbano mais organizado.As transformações durante os últimos 15 anos trouxeram bastante desenvolvimento e vantagens, as passagens de nível, a duplicação das avenidas mostra o ritmo acelerado da vida moderna, ao menos para uma parcela dos moradores do bairro. Porém, em outras localidades como a rua Pico das Águas, a modernidade demora a chegar, a insegurança devido a violência das grandes metrópoles é fonte de preocupação da comunidade.Atração para jovensA proximidade do Centro e dos grandes shoppings que se estabeleceram em Manaus favorecem a grande concentração de adolescentes que buscam a infra-estrutura do bairro para diversão, como salas de cinemas, praças de alimentação, sorveterias, quadras particulares de futebol e um campo. Heraldo Pimentel, morador do bairro, recorda que a diversão se dava de forma mais intimista, nos quintais e ruas. O campo de futebol, antes de barro e grama, hoje já não é aberto à comunidade. As festas que antes eram tradicionais no bairro entre elas, as juninas, se perderam com o tempo, mais devido ao calçamento e crescimento populacional. Os mesmos grandes quintais onde se erguiam as fogueiras cederam lugar às habitações e, com isso, parte dos costumes também enfraqueceu. O carnaval no bairro, motivado pelos desfiles ocorridos na Djalma Batista, teve seu momento de glória durante a década de 80 quando se organizavam os blocos populares. Heraldo relata que tais blocos percorriam as ruas principais, em forma de desfile interno, a exemplo do "Bloco do Vinho" que depois se tornou escola do 2º grupo do desfile das especiais. Os mais contagiantes eram o Bloco Encontro das Águas e o Bloco das Virgens do São Geraldo, onde os homens se fantasiavam de mulher e "pulavam" carnaval durante todo o dia.O passado e a modernidade convivem num mesmo lugar, servindo como memória para os tempos futuros. O bairro divide a moradia entre casas populares e estabelecimentos comerciais como postos de gasolina, salões de beleza, restaurantes, pizzarias, concessionária de carros (Peugeot, Toyota, Mercedez Bens), e tantos outros que dão uma feição particular a localidade. Algumas instituições públicas fazem parte do bairro como o posto médico da prefeitura, na rua Pico das Águas, uma Agência dos Correios, escolas públicas e particulares como o Centro de Recreação Infantil e Juvenil, o Ciec, escola Preciosíssimo Sangue.Santo de saúde frágil e muita féSão Geraldo Magella nasceu no sul da Itália na cidade de Muro Lucano, no dia 06 de abril de 1726, filho de Domingos Majela e Benedita Galeta. Era de origem pobre e foi batizado logo ao nascer, na Igreja da Santíssima Trindade, pelo sacerdote Felix Coccione, isso por causa da fragilidade de sua saúde. Apesar da vida tranqüila como alfaiate, oficio aprendido com o alfaiate Pannuto, aos 21 anos de idade se sentia insatisfeito com sua vida e queria algo maior. Muito magro pálido e sem apetite, passava muitas horas na catedral, onde praticava rigorosas penitências.Na infância, Geraldo freqüentava a escola, destacando-se pela inteligência e capacidade de ensino aos colegas. Geraldo era franzino, mirrado e magro, mas sabia repartir e, com consciência, era dado à prática do jejum. Aos 12 anos perde o pai e, como único filho homem, deveria ajudar a mãe na manutenção da casa. De sua mãe aprendera o amor a Cristo presente na eucaristia, centro de sua vida. Já nessa idade bate-lhe o desejo de se consagrar a Deus, mas recebe três respostas negativas, quando manifestado o desejo em ser consagrado. O argumento de todos era o mesmo: sua fraqueza física e inaptidão para a dureza da vida religiosa.Como alfaiate, Geraldo se ocupa em trabalhar para os pobres, sem cobrar dos mais necessitados. Tentou ser eremita, depois reuniu crianças pobres para acompanhá-las. Só mais tarde recebe autorização para ser Redentorista, mas após muita insistência e sob condição. Como religioso sofreu muitas provações e calúnias. Dedicou-se em especial à pastoral com doentes e pobres. Em 16 de outubro, com 29 anos, após estar muito doente, Geraldo falece. Sua morte faz brotar na igreja mais um instrumento de vida.LocalizaçãoO São Geraldo está localizado numa área de 104 hectares e faz fronteiras com os bairros Presidente Vargas, Chapada, Nossa senhora das Graças, Centro e separado de São Raimundo e São Jorge pelo igarapé do Mindu. Tem como vias principais as avenidas Constantino Nery e Djalma Batista, parte da rua Pará e João Valério.Religiosidade forte no bairroA religiosidade dos moradores do São Geraldo se nota até pela escolha do nome do bairro. Com uma forte tendência da comunidade cristã, a paróquia de São Geraldo tem hoje a frente o padre Alírio Lima. Suas origens estão ligadas aos padres Redentorista que atuavam na área e a própria Congregação das Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo. A festa do padroeiro do bairro é no dia 16 de outubro, onde era realizado um grande arraial que durava uma semana. Atualmente a comunidade luta para reativar essas antigas tradições. Segundo Heraldo Pimentel, no ano de 2004 foram comemorados 100 anos de canonização do santo padroeiro, quando a comunidade realizou uma festa. Porém, a religião católica não está só e hoje igrejas e congregações evangélicas têm forte presença no bairro. A mais antiga é a Assembléia de Deus Tradicional, construída num prédio que antes pertencia a uma rede de supermercados da cidade. A catedral da Igreja Universal do Reino de Deus tornou-se uma referência arquitetônica no bairro. Católicos, evangélicos e umbandistas se reúnem na travessa São Geraldo, como um reflexo do sincretismo religioso presente no bairro.Fonte: Jornal do CommércioPortal Amazônia.
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