quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

CANDIRU – O JORNAL DE MAIOR PENETRAÇÃO - NUMERO ZERO




Para homenagear o nosso amigo jornalista Mário Adolfo, que se encontra em tratamentos médicos, publico parte de um dos seus trabalhos jornalísticos, o “Candiru”, um jornal que teve a sua primeira edição (Ano I Numero Zero) em julho de 1986 (trinta anos), fazendo parte da história da nossa cidade, com o primeiro jornal disponível na Biblioteca Pública do Amazonas, na parte de jornais antigos, também, digitalizado no site da Secretaria de Cultura (SEC).




“CANDIRU
Uma publicação da “Editora Artnativa” e tinha como editores: Simão Pessoa, Mário Adolfo, Jorge Estevão e mais uma caralhada de nego que está com medo de assumir esse troço.
Colaboradores: Aldísio Figueiras, Joaquim Marinho, Antônio Paulo Graça, Bosco Ladislau, Inácio Oliveira, Francisco Pacífico, Arnaldo Garcez e Simone Beauvoir.
Endereço para correspondências: Caixa Postal, 3090 – 69.000 – Manaus – Amazonas.
Editado em 1986 no paraíso dos colarinhos verdes”.´Preço: Cz$ 10,00 o mesmo de uma cerveja".



O primeiro jornal foi lançado com doze páginas, com as seguintes manchetes:
1.    Reforma com o bigode nem o diabo pode!
2.    A cerimônia do adeus do Pena Branca
3.    Simone de Beauvoir no Candiru, sem nenhuma cerimonia!
4.    Joaquim Marinho de férias, pensa em mais sacanagem!
5.    Aedes Aegypty já está em Manaus!
6.    Gilberto não é viado!
7.    Plínio não é ladrão!
8.    Fábio não é alcoólatra!
9.    Galeto da quitanda acredita na nova geração de craques
10. Pantera saiu à noite e fez nova vítima
11. Rei Pelego oferece “Xoxa” para os tarados da “Tia Cida”
12. Boto Tucuxi encantou o escritor
13. Chá & Simpatia
14. Habemus Miss
15. Cohentro gora só usa camisinhas sem colarinhos.


            
             O peixe Candiru, também chamado de “Peixe-Vampiro”, de água doce, muito temido pelos ribeirinhos, pois é atraído pelo urina e gosta de penetrar na uretra, no ânus ou na vagina, quando se instala não tem mais como voltar, sendo retirado somente por meio de cirurgia.

     Um jornal escrachado, sem pudor, com composição livre e irônica contra as instituições (sátira), escrito por uma plêiade de jornalistas, poetas e escritores da nossa terra, tando que sobreviveu até hoje, podendo ser acessado no endereço eletrônico www.candiru.com.br 



Fotos do CANDIRU
Fonte: Acervos de jornais antigos da SEC


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